SAMUEL LINO NÃO SE ESCONDE, APONTA CULPADO E MENGÃO PODE VER PALMEIRAS ABRIR 6 PONTOS!

É inacreditável! Samuel Lino solta o verbo e admite: 'perdemos por culpa nossa'. Mengão entrega a liderança e agora a Nação terá que secar o Palmeiras!

Ayrton Lucas oassa cabisbaixo por Artur Jorge em Cruzeiro x Flamengo — Foto: Gustavo Aleixo/Cruzeiro

INACREDITÁVEL! A LIDERANÇA ESCAPOU DE NOVO

Não dá pra acreditar, Nação! É um sentimento de frustração que rasga o peito de todo rubro-negro. Pela segunda vez, o Flamengo teve a faca e o queijo na mão para colar no Palmeiras e dormir na liderança do Brasileirão de 2026, e pela segunda vez, deixamos a chance escapar de forma inacreditável. A derrota de virada para o Cruzeiro por 2 a 1, com um gol sofrido no último minuto, dói na alma.

O que mais revolta é saber que a culpa é nossa. Não tem desculpa, não tem arbitragem, não tem nada. O atacante Samuel Lino, na saída de campo, foi homem o suficiente para admitir o que todo torcedor viu: a culpa foi do próprio time. Nas palavras dele, o recado foi direto e reto: “Sabemos que perdemos o jogo por culpa nossa, falta de concentração nossa”.

Agora, o que nos resta é uma tarde de domingo angustiante. Estacionados nos 45 pontos, teremos que secar nosso maior concorrente pelo título. Se o Palmeiras vencer o Vasco, a distância que poderia ser zero vai para SEIS pontos. Seis pontos, faltando apenas 14 rodadas para o fim. É de tirar o sono de qualquer um que tem sangue rubro-negro correndo nas veias.

UM FILME REPETIDO QUE NINGUÉM AGUENTA MAIS ASSISTIR

Parece um pesadelo que se repete. O Mais Querido rema, rema, rema, chega na praia e morre de forma inexplicável. Esta não foi a primeira vez que o time de Leonardo Jardim vacilou em um momento decisivo nesta temporada. A memória do torcedor não falha e nos leva diretamente para o mês de maio.

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Naquela ocasião, o cenário era parecido. O Mengão vinha de uma sequência positiva, diminuindo a vantagem do líder. O confronto direto contra o Palmeiras, no Maracanã, era a chance de ouro. O rival tinha 35 pontos, e nós, 31. Uma vitória simples em casa e a diferença cairia para um mísero ponto. O Caldeirão estava pronto para ferver!

E o time começou o jogo como se deve vestir o Manto Sagrado: amassando o adversário. Foram 20 minutos de um futebol avassalador, que encurralou o Palmeiras. Mas aí, veio o lance que mudou tudo. A expulsão de Carrascal jogou um balde de água fria na Nação. Mesmo com um a menos, o técnico Leonardo Jardim foi corajoso e não recuou a equipe, mas a desvantagem numérica foi fatal. O rival soube explorar os espaços e nos aplicou um doloroso 3 a 0.

LINO ABRE O JOGO: ‘FALTA DE CONCENTRAÇÃO’

Depois daquele baque, o Flamengo precisou começar tudo de novo. E conseguiu! Com raça e futebol, aproveitamos os tropeços do Palmeiras em agosto e nos reaproximamos. A segunda chance de ouro apareceu neste sábado, no Mineirão. Uma vitória contra o Cruzeiro e igualaríamos os 48 pontos do líder, assumindo a ponta pelos critérios de desempate.

Mas a história, tragicamente, se repetiu. Outra vez, o time pareceu perder o foco em um momento crucial. O gol sofrido no apagar das luzes foi a prova cabal da “falta de concentração” que o próprio Samuel Lino apontou. É inadmissível para um time com a grandeza do Flamengo.

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A declaração do jogador é um soco no estômago, mas necessária. “Clima ruim. Sabemos que perdemos o jogo por culpa nossa, falta de concentração nossa. Nós somos os culpados”, disse Lino. Ele ainda lembrou do jogo da Libertadores, onde o time conseguiu reverter um cenário adverso no segundo tempo, mas contra o Cruzeiro, não houve poder de reação. A autocrítica é o primeiro passo, mas a Nação quer ver a resposta dentro de campo.

E AGORA, NAÇÃO? O CENÁRIO PARA O TÍTULO

O choro pelo leite derramado precisa acabar. A realidade é dura: estamos atrás e agora dependemos de uma combinação de resultados. Aquele jogo atrasado contra o Mirassol, que parecia ser nossa carta na manga, agora pode não ser suficiente para alcançarmos a liderança tão cedo.

São 14 batalhas até o final do campeonato. 14 finais onde não podemos mais cometer os mesmos erros infantis. A margem para vacilos acabou. A liderança que tocamos com os dedos no sábado agora parece distante, a seis pontos de distância, caso o pior aconteça neste domingo.

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Cabe ao técnico Leonardo Jardim e a todo o elenco entenderem o peso de cada partida daqui para frente. Não podemos mais ser nossos próprios inimigos. A Nação Rubro-Negra vai continuar apoiando, lotando o Maraca e empurrando o time, como sempre faz. Mas precisamos de um time que jogue com a faca nos dentes os 90 minutos, concentrado, sabendo que cada bola, cada dividida, pode ser a bola do título. A luta não acabou, mas ficou muito, muito mais difícil por nossa própria culpa. Dale, Mengão! Acreditamos até o fim!

Informações com base em reportagem do ge.globo.com.