NADINE BASTOS BATE O MARTELO! Especialista analisa cotovelada em Paquetá e expõe erro da arbitragem!

Revolta total! Especialista em arbitragem Nadine Bastos analisa cotovelada em Paquetá na derrota para o Cruzeiro e crava: a arbitragem errou feio!

Flamengo e Cruzeiro no Estádio do Mineirão (Foto: Rodney Costa/Zimel Press/Folhapress)

A POLÊMICA QUE INDIGNOU A NAÇÃO!

É de ferver o sangue rubro-negro, Nação! Mais uma vez, saímos de campo com a sensação amarga de que algo não cheirou bem. A derrota de virada para o Cruzeiro por 2 a 1, no último sábado (22), pela 24ª rodada do Brasileirão, doeu fundo na alma. Mas o que realmente deixou a torcida mais apaixonada do Brasil em chamas foi um lance capital, uma cotovelada que, para muitos, mudou a história do jogo. E agora, uma especialista em arbitragem botou a boca no trombone para analisar a jogada.

Aos 22 minutos do segundo tempo, o placar ainda mostrava a nossa vantagem. Foi quando Lucas Romero, do time mineiro, acertou o cotovelo no rosto do nosso craque Lucas Paquetá. Em campo, o árbitro Rodrigo José Pereira de Lima mandou seguir. E o VAR? Bom, o VAR estava tomando um cafezinho, porque simplesmente ignorou a agressão. Um lance que parou o coração de todo flamenguista e que gerou um tsunami de reclamações nas redes sociais.

O VEREDITO DE NADINE BASTOS: FOI FALTA, SIM!

Para não deixar dúvidas e calar os que dizem que é ‘chororô’ de torcedor, a especialista em arbitragem Nadine Bastos, durante a transmissão do Prime Vídeo, foi cirúrgica em sua análise. Ela não ficou em cima do muro e deu o seu veredito sobre a jogada que deixou a Nação indignada.

Nas palavras da ex-árbitra, não há discussão: o volante do Cruzeiro de fato deixa o braço e atinge em cheio o rosto do meia do Mengão. Segundo Nadine, a falta deveria ter sido marcada imediatamente pelo juiz. A especialista ponderou que o lance não era para cartão vermelho, mas a marcação da infração era obrigatória. E a gente sabe, né? Uma falta daquelas, com o jogo pegando fogo, muda completamente o cenário. Muda a posse de bola, o psicológico, tudo!

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É inaceitável que, com toda a tecnologia disponível, um lance tão claro seja ignorado. O árbitro de campo pode errar, mas e a equipe do VAR? Qual a função deles se não for para corrigir erros capitais como este? A omissão da arbitragem nos custou caro e a análise de Nadine Bastos só confirma o que todo rubro-negro viu: fomos prejudicados.

UM JOGO DE ALTOS E BAIXOS COM FINAL AMARGO

A partida foi um verdadeiro teste para cardíacos desde o início. Os donos da casa começaram assustando, com Samuel Lino fazendo uma boa jogada que terminou com Carrascal chutando para longe. O nosso Mengão respondeu com Arroyo, que arriscou de longe e quase abriu o placar. O jogo era lá e cá, com a defesa do Mais Querido tendo que trabalhar para bloquear as tentativas de Villalba e Kaio Jorge.

A Nação explodiu de alegria quando, após uma bobeada na saída de bola adversária, Carrascal e Pedro tabelaram e o nosso artilheiro não perdoou! Com a frieza de sempre, o camisa 9 estufou as redes e fez 1 a 0 para o Flamengo. Parecia que a vitória viria, que os três pontos estavam no nosso bolso!

Mas o futebol, às vezes, é cruel. Aos dez minutos da segunda etapa, Arroyo, que já tinha tentado antes, acertou um belo chute de fora da área e empatou o jogo. O gol deles acendeu o alerta, e logo depois, o goleiro Otávio teve que operar um verdadeiro milagre para impedir a virada. O Rubro-Negro até tentou retomar o controle, criou chances, mas o golpe final veio nos acréscimos. Em um lance que doeu na alma, Matheus Pereira marcou o segundo do Cruzeiro e decretou a nossa derrota por 2 a 1.

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MAIS UMA VEZ, O MANTO FOI PREJUDICADO?

Perder faz parte do jogo, mas perder com a sensação de injustiça é revoltante. A análise de Nadine Bastos sobre a cotovelada em Paquetá não deixa margem para dúvidas. A falta deveria ter sido marcada. Não podemos afirmar que o resultado seria diferente, mas é impossível não pensar no ‘e se?’. E se o árbitro tivesse feito o seu trabalho corretamente? E se o VAR não tivesse se omitido?

Fica o gosto amargo de uma derrota que poderia ter sido evitada, não apenas por nossos próprios erros, mas pela falha grotesca da arbitragem. A Nação Rubro-Negra viu, a especialista confirmou. Agora, só nos resta levantar a cabeça, apoiar o Manto Sagrado e lutar contra tudo e contra todos, como sempre fizemos. Porque ser Flamengo é isso. É lutar até o fim, mesmo quando tentam nos derrubar. Dale, Mengão!

Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.