INACEITÁVEL! Jardim e Carrascal afundam o Mengão no Mineirão e a Nação explode com derrota!

Uma atuação para esquecer. O Flamengo dominou, mas caiu de produção de forma vergonhosa e entregou a vitória para o Cruzeiro. Jardim errou feio e Carrascal foi um desastre!

Cruzeiro x Flamengo - Mineirão - Brasileirão — Foto: Fernando Moreno/AGIF

Um primeiro tempo de Mengão, um segundo de pesadelo

É difícil de engolir, Nação. Simplesmente inaceitável! O Flamengo entrou no Mineirão, dominou o Cruzeiro no primeiro tempo, amassou o adversário e tinha tudo para sair com uma vitória tranquila. Mas o futebol, meus amigos, pune a incompetência. E o que vimos na segunda etapa foi um show de horrores, uma queda de rendimento vergonhosa que resultou em uma virada dolorida na 24ª Rodada do Brasileirão de 2026.

No início, tudo parecia perfeito. O Mais Querido mandava no jogo, com a bola no pé e criando as melhores chances. O maestro Arrascaeta, como sempre, distribuía passes que eram verdadeiros presentes. Foi de um desses toques de gênio que saiu o nosso gol. O Predador, Pedro, não perdoou e mandou para o fundo da rede. Parecia que a noite seria nossa, que iríamos impor o ritmo do início ao fim.

Pedro, aliás, fez sua parte. Brigou, fez o pivô com maestria, deu dribles desconcertantes e guardou o dele. Poderia ter feito mais um, é verdade, naquele lance cara a cara que o goleiro Otávio salvou, mas ele foi um dos poucos que honrou o Manto Sagrado do início ao fim.

Carrascal: O retrato da apatia em campo

Se Arrascaeta foi o cérebro, Carrascal foi o grande vilão da nossa criação. É revoltante o que o colombiano fez em campo. Ou melhor, o que ele NÃO fez. No primeiro tempo, quando o Mengão era senhor do jogo, ele teve chances claríssimas para ampliar o placar e matar a partida. Chances que um jogador com a camisa do Flamengo não pode, em hipótese alguma, desperdiçar. A displicência custou caro.

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O colombiano esteve tecnicamente muito abaixo, parecia perdido, desconectado do jogo. Perdeu uma chance incrível após um contra-ataque puxado por um lançamento genial de Arrascaeta. Era só ele e o gol. Mas ele não conseguiu aproveitar. Sua atuação foi uma das piores em campo, um verdadeiro desastre que comprometeu todo o esforço coletivo da primeira etapa.

O pior de tudo? Ele permaneceu em campo até o fim. Uma decisão que nos leva diretamente ao próximo culpado da noite.

As trocas que mataram o time: Jardim na berlinda

Leonardo Jardim, o que aconteceu? O técnico, que armou um time dominante e perfeito na primeira metade, parece ter perdido completamente a mão na etapa final. As substituições não só não surtiram efeito, como pioraram a equipe de forma drástica. O Flamengo que voltou do vestiário era uma sombra do time que começou a partida.

Tirar Pulgar foi um erro fatal. O chileno vinha fazendo uma partida segura, com a disposição de sempre na marcação e na árdua tarefa de parar o talentoso Matheus Pereira. Após sua saída, o meio de campo virou uma avenida. O jogador que entrou em seu lugar foi mal, não deu a proteção necessária e o Cruzeiro cresceu. A virada deles aconteceu justamente depois que nosso pilar defensivo saiu.

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E a teimosia em manter Carrascal em campo? Inexplicável. Com o colombiano sendo uma figura nula e errando tudo, o Mengão jogou com um a menos. Enquanto isso, o time se desfazia. O gol de empate deles veio em um escorregão de um dos nossos, que não conseguiu bloquear o chute de Arroyo. O gol da virada, no apagar das luzes, teve um desvio infeliz que matou nosso goleiro Rossi. Uma tragédia anunciada pelas más decisões do banco.

Quem se salvou no naufrágio?

É difícil encontrar pontos positivos em uma derrota como essa, mas é preciso ser justo. Além de Pedro, que marcou nosso gol, tivemos um dos nossos zagueiros em uma noite inspirada. Ele foi um monstro, cortou vários cruzamentos, travou chutes e fez um bloqueio salvador em uma finalização de Kaio Jorge que tinha endereço certo. Só cansou no fim, o que infelizmente abriu espaço para o Cruzeiro.

Rossi também não teve culpa nos gols. No primeiro, foi uma reação atrasada em mais um chute de longe, mas sem falha clara. No segundo, o desvio matou qualquer chance de defesa. Antes disso, já havia feito uma grande defesa em chute de Villareal. Pulgar, enquanto esteve em campo, também foi guerreiro.

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Infelizmente, a maioria esteve abaixo. Laterais errando cruzamentos, zagueiro desviando a bola do gol da virada contra o próprio patrimônio, meio-campistas caindo de produção. Uma noite para esquecer, mas que precisa servir de lição. O Brasileirão não perdoa vacilos. E o de hoje foi gigantesco. SRN.

Informações com base em reportagem do ge.globo.com.