É inacreditável, Nação! A mesma tecnologia que anulou nosso gol contra o São Paulo agora valida lance polêmico do Inter. Até quando?
É de explodir o sangue rubro-negro! O que aconteceu no Beira-Rio na noite desta quarta-feira (29) é um escândalo que precisa ser debatido. No primeiro tempo do duelo contra o Internacional, vimos mais uma vez a arbitragem e sua ‘tecnologia’ virarem protagonistas pelos motivos errados. O Colorado marcou com Vitinho, num lance que deixou toda a Nação com a pulga atrás da orelha.
A jogada do gol do Inter, que no momento da polêmica vencia por 1 a 0, teve a posição de Carbonero checada pelo tal impedimento semiautomático. A tecnologia, que deveria trazer justiça, apontou posição legal. E aí que mora a nossa revolta. É impossível não lembrar do que aconteceu há poucos dias.
Dois Pesos, Duas Medidas? A Nação Julga!
Vamos refrescar a memória, porque a nossa é boa. Contra o São Paulo, no finalzinho do jogo, tivemos um gol de Samuel Lino CLARAMENTE anulado pela mesma tecnologia. O sistema entrou em ação e apontou um impedimento milimétrico de Wallace Yan. Um gol que nos daria uma vitória crucial foi tirado de nós pela ponta da chuteira.
Agora, contra o Internacional, um lance igualmente duvidoso, com Carbonero em posição ajustadíssima… e o que acontece? Gol legal. A bola entra. A tecnologia que é implacável contra o Manto Sagrado, de repente, se torna benevolente com nossos adversários. É coincidência? A Nação Rubro-Negra acha que não, e com toda a razão!
Redes Sociais em Chamas: ‘Loucura’, ‘Só Funciona Contra o Fla’
Como era de se esperar, a torcida mais apaixonada do Brasil não ficou quieta. As redes sociais foram inundadas por comentários de pura indignação. A sensação é unânime: existe um critério para o Flamengo e outro para o resto. Frases como ‘só funciona contra o Rubro-Negro’ e ‘é uma loucura’ pipocaram por toda a internet, mostrando que ninguém mais aguenta essa falta de critério.
A pergunta que fica é: para que serve uma tecnologia que gera mais polêmica do que acerto? Se a ferramenta é a mesma, o resultado deveria ser o mesmo. O que vimos foi uma disparidade que alimenta teorias e, acima de tudo, prejudica o Mais Querido em um momento decisivo do campeonato.
Um Jogo de Alta Pressão para os Dois Lados
É importante lembrar que tanto o Mengão quanto o Internacional entraram em campo pressionados. O time gaúcho vinha de uma derrota dolorida por 2 a 0 para o Athletico, que gerou até protestos com faixas de seus torcedores no Beira-Rio. Eles precisavam de uma resposta.
Do nosso lado, a pressão era diferente, mas igualmente intensa. O empate com gosto amargo diante do São Paulo, justamente o jogo do gol anulado, nos custou a chance de colar no líder Palmeiras. A equipe do nosso técnico Leonardo Jardim sabia que a vitória no Sul era fundamental.
Reforços e Desfalques: O Cenário da Partida
Para este confronto, o técnico do Inter, Paulo Pezzolano, que não esteve em campo contra o Furacão devido ao falecimento de sua mãe, retornou ao comando. No entanto, eles tinham desfalques importantes: os volantes Benjamin e Thiago Maia, e o atacante João Victor, todos no departamento médico. Além deles, o zagueiro Victor Gabriel estava suspenso pelo STJD por uma entrada violenta em Gabriel Pec, do Cruzeiro.
Já o nosso Mengão teve notícias boas! O maestro Carrascal voltou ao time após cumprir três jogos de suspensão impostos pelo STJD. Além disso, havia a expectativa pela volta de Léo Ortiz, que já treinava com o grupo após se recuperar de lesão, e até mesmo de Paquetá. Leonardo Jardim tinha opções para buscar a vitória.
Contra Tudo e Contra Todos
No fim das contas, a polêmica do impedimento semiautomático mancha mais uma partida importante. No primeiro turno, no Maracanã, empatamos em 1 a 1, com gol do nosso Arrascaeta depois que Borré abriu o placar para eles. Naquela ocasião, Filipe Luís, então nosso comandante, saiu vaiado.
Agora, a história é outra. É sobre tecnologia, sobre critério e sobre a sensação de que o Flamengo precisa sempre lutar contra mais do que apenas 11 adversários. Mas se tem uma coisa que a gente sabe, é ser Flamengo. E ser Flamengo é isso: contra tudo e contra todos. Dale Mengão!
Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.