Foi Pênalti ou Não? PC Oliveira Dá o Veredito Final!
A Nação Rubro-Negra foi dormir com aquele gosto amargo na boca. O empate em 1 a 1 com o São Paulo, em pleno Maracanã, pela 20ª rodada do Brasileirão, doeu como uma derrota. E como em todo jogo grande do Mengão, a polêmica de arbitragem não poderia faltar. Aquele lance na reta final, com o nosso maestro Arrascaeta, deixou todo mundo de cabelo em pé. Mas afinal, Daronco acertou ou errou ao não marcar o pênalti?
A pergunta que ecoou por todos os grupos de WhatsApp e mesas de bar da Nação foi respondida pelo comentarista de arbitragem Paulo César de Oliveira. Para a frustração de muitos de nós, PC Oliveira jogou um balde de água fria na nossa indignação. Segundo ele, o árbitro Anderson Daronco acertou em mandar o jogo seguir.
Na análise do ex-árbitro, o bloqueio de Marcos Antônio na tentativa de Arrascaeta invadir a área foi legal. PC Oliveira cravou que o braço do jogador do São Paulo estava colado ao corpo e não ampliou o espaço corporal. Ou seja, na visão fria da regra, não foi pênalti. É de explodir de raiva, mas essa foi a análise técnica do lance que poderia ter nos dado a vitória.
Um Jogo de Altos e Baixos no Maraca
A partida começou com o ritmo que um clássico dessa magnitude exige. O São Paulo até deu o primeiro susto, com Wendell, logo aos cinco minutos. Mas a resposta do Mais Querido veio rápida e venenosa. Aos 10 minutos, em um contra-ataque elétrico, Samuel Lino achou nosso artilheiro Pedro, que serviu o garoto Lorran. Que pena que o chute saiu fraco, nas mãos do goleiro Rafael. A gente já gritava gol!
Pouco depois, o grito ficou entalado de novo! Erick Pulgar, nosso volante incansável, soltou uma bomba de fora da área que explodiu no travessão! O som do metal ecoou pelo Maracanã e fez a Nação inteira levantar. Faltou pouco, muito pouco para o Manto Sagrado abrir o placar.
Apesar desses lampejos de genialidade, o primeiro tempo foi amarrado. Faltou um pouco daquela criatividade que só o Flamengo tem para furar a defesa adversária, e o placar se manteve em zero até o intervalo.
A Explosão Rubro-Negra e o Banho de Água Fria
Na volta para o segundo tempo, era outro Flamengo! O time voltou com o sangue nos olhos, ditando o ritmo e encurralando o São Paulo. Aos 10 minutos, Bruno Henrique, o nosso Rei dos Clássicos, subiu mais que todo mundo e testou firme, obrigando o goleiro Rafael a fazer uma defesa espetacular. O gol parecia questão de tempo.
E foi! No lance seguinte, a bola parada funcionou. O garoto Lorran cobrou o escanteio com perfeição, Pulgar desviou de cabeça no primeiro pau e a bola sobrou limpa para o nosso xerife Léo Pereira! Ele não perdoou e estufou as redes! 1 a 0 Mengão! A explosão do Maracanã foi algo de outro mundo. A vitória parecia encaminhada!
Mas o futebol, às vezes, é cruel. Aos 24 minutos, em uma das poucas chegadas do São Paulo, Osorio cruzou na área e Calleri, sempre ele, subiu para cabecear e empatar o jogo. Um verdadeiro banho de água fria na torcida mais apaixonada do Brasil. O silêncio momentâneo no Maraca foi doloroso.
Para piorar o roteiro, a reta final foi de pura frustração. O Rubro-Negro ainda conseguiu balançar as redes com Samuel Lino, mas o VAR, sempre ele, entrou em ação para indicar um impedimento milimétrico e anular o que seria o gol da vitória. O clima esquentou, os jogadores se desentenderam, e a sensação de que dois pontos foram roubados de nós ficou no ar. É difícil aceitar um resultado assim, Nação. Mas seguimos juntos, porque isso aqui é Flamengo!
Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.