RENATO PRADO NÃO PERDOA JARDIM E APONTA CULPADO NO MENGÃO: ‘INACREDITÁVEL!’

Jornalista não perdoa tropeço do Mengão e aponta o dedo para Leonardo Jardim como o culpado pelo empate amargo no Maracanã. Veja a crítica!

Renato Maurício Prado analisou Flamengo x São Paulo (Foto: Reprodução)

A Nação Rubro-Negra saiu do Maracanã com um gosto amargo na boca neste domingo (26). Um empate em 1 a 1 com o São Paulo, pela 20ª rodada do Brasileirão, que mais pareceu derrota. E enquanto a gente tenta entender o que acontece com o nosso Mengão, o jornalista Renato Maurício Prado não teve papas na língua e, em sua conta no X, apontou diretamente o culpado pelo tropeço: o técnico Leonardo Jardim.

Para RMP, a passividade do time é o principal problema. O jornalista foi cirúrgico em sua análise, criticando a falta de intensidade que já foi uma marca do Mais Querido. Aquele Flamengo que sufocava o adversário parece ter ficado no passado, e a paciência está acabando.

Nas palavras do próprio Renato: “Pressão do Flamengo na saída de bola do adversário se tornou frouxa e ineficaz com Jardim. Inacreditável! Como toma gol de cabeça esse time do Jardim! Flamengo de Leonardo Jardim não encaixa. Vai depender de um lance individual de Arrascaeta ou Pedro”, disparou o jornalista. A crítica é pesada, mas ecoa o sentimento de muito torcedor que vê um time apático em campo.

Um time que não encaixa

A análise de Renato Maurício Prado vai direto ao ponto que mais nos preocupa: a dependência. Um clube com o investimento e a grandeza do Flamengo não pode viver de lampejos individuais. A crítica sobre a fragilidade na bola aérea defensiva é outra que dói, principalmente porque o gol do São Paulo saiu exatamente assim.

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O gol de Calleri, que não marcava desde abril (ABRIL, NAÇÃO!), foi um balde de água fria. Um cruzamento de Osorio na área e o argentino sobe para testar para o fundo da rede. Mais um gol de cabeça sofrido. É, como disse o RMP, inacreditável a repetição desse erro.

O time de Leonardo Jardim parece uma colcha de retalhos, sem padrão tático definido e com uma defesa que bate cabeça. A Nação quer ver o Mengão que amassa, que propõe o jogo, e não um time que espera uma bola genial de Arrascaeta ou um pivô de Pedro para resolver a partida.

O filme do jogo: do céu ao inferno em 90 minutos

A partida no Maracanã foi um roteiro de emoções confusas. O jogo começou agitado, com o São Paulo chegando primeiro com Wendell, logo aos cinco minutos. A resposta do Mengão veio aos 10′, num contra-ataque rápido puxado por Samuel Lino, que achou Pedro. O nosso camisa 9 serviu Lorran, mas o garoto chutou fraco, nas mãos do goleiro Rafael. Faltou caprichar!

Pouco depois, um grito de gol ficou preso na garganta de mais de 60 mil rubro-negros. Pulgar, o chileno de raça, soltou uma bomba de fora da área que explodiu no travessão! Que lance! Apesar desses momentos, o primeiro tempo foi morno, com pouca criatividade de ambos os lados.

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Na volta do intervalo, o Flamengo parecia ter acordado. Aos 10 minutos da segunda etapa, Bruno Henrique subiu mais que todo mundo e testou firme, obrigando o goleiro Rafael a fazer uma defesaça. A pressão continuou e, no lance seguinte, a rede finalmente balançou para o lado certo!

Após cobrança de escanteio de Lorran, o monstro Pulgar desviou na primeira trave e o xerife Léo Pereira, como um centroavante, apareceu para empurrar para o gol! 1 a 0 Mengão! A explosão do Maraca! Parecia que a vitória viria!

O VAR e o banho de água fria

A alegria, no entanto, durou pouco. Aos 24 minutos, veio o castigo na bola aérea que já conhecemos, com o gol de Calleri. O empate caiu como uma bomba, mas o Mais Querido não se entregou. Fomos para cima em busca da vitória que era nossa obrigação.

E a vitória quase veio! Na reta final da partida, Samuel Lino recebeu e estufou as redes! A comemoração foi insana, o Maracanã veio abaixo! Mas aí… o VAR entrou em ação. A tecnologia semiautomática, de forma milimétrica e frustrante, apontou um impedimento na jogada. Gol anulado. O clima esquentou, os jogadores se desentenderam, e a frustração tomou conta de todos nós.

Saímos com apenas um ponto, quando os três eram obrigação. A crítica de Renato Maurício Prado sobre o trabalho de Leonardo Jardim nunca pareceu tão precisa. Até quando, Nação? Até quando vamos depender da sorte e de lances individuais? O Manto Sagrado merece mais. SRN!

Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.