Sabe aquele ditado, Nação? Pimenta no olho dos outros é refresco. E que refresco a gente tentou dar no domingo! Depois de um sábado de gala, com o Mengão amassando o Coritiba por 3 a 0 no Maraca, a gente sentou no sofá com um único objetivo: secar o Palmeiras. Mas parece que contra eles, nem a física funciona. A secada não só não deu certo, como terminou do jeito que a gente mais odeia: com polêmica e a sensação de que o jogo só acaba quando eles vencem.
O time do Abel Ferreira enfrentou a Chapecoense e a gente viu o roteiro se desenhar: com um jogador a menos desde o primeiro tempo, após a expulsão justa de Allan, o cenário era perfeito. Mas não para eles. Em uma partida recheada de lances para debate, eles acharam um gol com Paulinho e garantiram os três pontos. E a Nação Rubro-Negra, que não é boba, explodiu nas redes sociais. É revoltante!
O roteiro da polêmica: como o rival venceu?
Vamos aos fatos, porque contra eles não há argumentos. A partida foi um show de horrores da arbitragem, e quem se deu bem, adivinha? Pois é. A gente acompanha lance a lance e fica se perguntando se estamos assistindo ao mesmo esporte.
A lista de acontecimentos bizarros é longa para apenas 90 minutos:
- Expulsão ignorada? O Palmeiras ficou com um a menos com a expulsão de Allan. Justo. Mas a sensação que fica é que, a partir dali, a balança da arbitragem pendeu para compensar.
- Gol anulado da Chape: Nos minutos finais, quando o empate parecia certo e a nossa secada finalmente faria efeito, a Chapecoense marcou. Festa no sofá rubro-negro? Que nada. O VAR achou uma falta em Murilo e anulou o gol. Um lance, no mínimo, interpretativo.
- Pênalti perdido no apagar das luzes: Como se não bastasse, no último lance do jogo, um pênalti para a Chapecoense! Bolasie na bola. A esperança se renova! Mas ele perdeu. O árbitro, após revisão do VAR, marcou uma infração de Khellven. Fim de jogo, 1 a 0 para eles. É de enlouquecer!
A briga pelo Brasileirão: ponto a ponto, na raça!
Com essa vitória controversa, a situação na tabela ficou mais apertada. O Alviverde abriu vantagem e agora lidera com 41 pontos. O nosso Mengão vem logo atrás, com 34 pontos, mas com uma partida a menos. Essa diferença não nos assusta. Pelo contrário, só joga mais combustível na nossa fogueira.
Não podemos esquecer a dor recente. No último encontro entre nós, no Maracanã, eles levaram a melhor com um 3 a 0. Uma tarde para esquecer, onde a expulsão de Jorge Carrascal no começo do jogo complicou tudo para o time do técnico Leonardo Jardim. Os gols deles, de Allan, Paulinho e Flaco López, ainda estão engasgados.
Mas se tem uma coisa que o Flamengo sabe fazer é dar a volta por cima. Essa derrota e essa perseguição no campeonato só servem para fortalecer o nosso espírito. A Nação sabe que cada ponto será disputado no sangue, na raça e no talento, como sempre foi.
Uma rivalidade que transcende as quatro linhas
Essa disputa com o Palmeiras não é de hoje. É um clássico nacional que decidiu títulos importantes nos últimos anos. Quem não se lembra da glória eterna em Lima? Nós demos o troco pela final que eles venceram em 2021, no Uruguai. Essa rivalidade é feita de capítulos épicos, e o Brasileirão deste ano é mais um deles.
Enquanto eles contam com ‘lances interpretativos’ e uma sorte que parece nunca acabar, o Flamengo conta com a força da maior torcida do mundo. A pressão deles não nos abala. As vitórias controversas não nos diminuem. Elas só nos dão mais certeza de que estamos no caminho certo e que, para sermos campeões, teremos que superar tudo e todos.
A mensagem da Nação Rubro-Negra é clara: podem tentar, mas não vão nos parar. A resposta virá dentro de campo, com gols, com raça e com a força do Manto Sagrado. A briga está só começando. Pra cima deles, Mengão!
Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.