LEMBRA DELE? Goleiro que nos tirou o Mundial vira piada e REVOLTA a Nação!

A Nação não perdoa! Goleiro que nos tirou o Mundial de 2025 falha feio na final da Champions e desperta a ira da torcida do Mengão. Lembra dele?

Havertz, Odegaard e Hincapie comemoram gol do Arsenal comemoram gol sobre o PSG na final da Champions League (Foto: Ina Fassbender/AFP)

A FERIDA QUE VOLTOU A SANGRAR

Sabe aquele ditado, Nação? O mundo não gira, ele capota. E na tarde deste sábado, durante a final da Champions League entre PSG e Arsenal, a gente viu um capote daqueles. O placar marcava 1 a 1, mas para a torcida do Mengão, o que importava mesmo era um lance específico: o gol sofrido pelo goleiro Safonov.

Sim, ele mesmo. O russo que virou uma muralha intransponível contra o Mais Querido na dolorosa final do Mundial de Clubes de 2025. Pois bem, hoje, ele viu Havertz, do Arsenal, marcar um gol quase sem ângulo. Uma bola defensável, que fez o sangue rubro-negro ferver nas redes sociais. O sentimento? Uma mistura de raiva, ironia e um amargo ‘eu sabia’.

Como pode o goleiro que parou Saúl, Pedro, Léo Pereira e Luiz Araújo em Doha tomar um gol assim? A revolta é compreensível. Contra o Flamengo, todo goleiro vira um super-herói. Longe de nós, a realidade bate à porta. A falha de hoje não apaga o passado, mas expõe a verdade: a atuação dele contra nós foi a partida da vida dele, e talvez nunca mais se repita.

O PESADELO DE DOHA EM 2025

É impossível não rebobinar a fita para aquele fatídico dia no Estádio Ahmad bin Ali, no Catar. Flamengo e PSG, frente a frente pelo título mais cobiçado do planeta. O empate por 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação levou a decisão para a marca da cal.

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E foi ali que o nome de Matvey Safonov foi gravado a fogo na nossa memória. O goleiro do PSG simplesmente defendeu QUATRO cobranças rubro-negras. Uma atuação que, na hora, pareceu sobrenatural. O time francês venceu por 2 a 1 nas penalidades e levantou a taça que tanto sonhávamos em trazer de volta para a Gávea.

A lista dos nossos guerreiros que pararam no goleiro russo ainda dói:

  • Saúl
  • Pedro
  • Léo Pereira
  • Luiz Araújo

UM JOGO ONDE TUDO DEU ERRADO

Mas a derrota não foi construída apenas nos pênaltis. A verdade é que o PSG dominou as ações desde o início em Doha. Logo aos três minutos, João Neves apareceu sozinho nas costas de Erick Pulgar e, por sorte, finalizou para fora. Aos 8 minutos, um susto monumental: Fabián Ruíz marcou, mas o VAR salvou o Mengão, anulando o gol porque a bola havia saído em uma tentativa de Rossi de evitar o escanteio.

A pressão era tanta que nossos jogadores, como Jorginho e Alex Sandro, precisaram apelar para faltas mais duras e foram amarelados ainda nos primeiros 25 minutos. A nossa primeira chance só veio aos 16, com um chute cruzado de Pulgar que o próprio Safonov defendeu.

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O castigo veio aos 37 minutos. Após um passe açucarado de Mayulu, que ainda contou com um toque do nosso goleiro Rossi, o georgiano Kvaratskhelia não perdoou e abriu o placar. O gol evidenciou a diferença física entre as equipes e a falta de encaixe do nosso ataque, que contava com Carrascal e Gonzalo Plata nas pontas. Nem mesmo a genialidade de Arrascaeta ou a força de Bruno Henrique conseguiam furar o bloqueio francês.

O time do técnico Filipe Luís sentiu o golpe. A melhor chance do primeiro tempo foi novamente com Pulgar, em uma jogada de escanteio. Faltou agressividade, faltou perna, faltou sorte. O segundo tempo começou parecido, e o mister precisou chamar Pedro do banco para tentar dar um novo dinamismo à equipe. O resto, como dizem, é a dolorosa história que já conhecemos.

O CARRASCO QUE VIROU MOTIVO DE IRONIA

Ver Safonov falhar hoje, na maior partida de clubes da Europa, traz um sentimento agridoce. Desperta a raiva por sabermos que aquele goleiro, que hoje ‘entregou’, foi o nosso carrasco implacável. Mostra que, talvez, a aura de imbatível que ele construiu contra nós era apenas um lampejo, um alinhamento de planetas que só acontece uma vez na vida.

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A Nação Rubro-Negra não esquece. Não esquecemos da dor, da injustiça de ver um time ser parado por um único jogador, e não esqueceremos da falha de hoje. Não nos devolve o título, mas serve de pequeno consolo. O mundo do futebol é assim: um dia herói, no outro… apenas um goleiro que falhou. Dale Mengão!

Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.