BOMBA DE US$ 16 MILHÕES! Um ano após aviso de Runco, números de De La Cruz assustam a Nação

Há um ano, um médico foi demitido por alertar sobre De La Cruz. Hoje, os números provam: a 'bomba' de US$ 16 milhões explode no colo do Mengão.

O Áudio que Previu o Desastre

Nação, faz exatamente um ano. No dia 23 de julho de 2025, o Flamengo demitia o Dr. José Luiz Runco, chefe do nosso departamento médico. O motivo? Um áudio vazado no WhatsApp que, hoje, soa como uma profecia sombria sobre a situação de Nicolas De La Cruz.

Naquela mensagem, que abalou as estruturas da Gávea, Runco foi cirúrgico: “Jogador comprado em outra gestão, sem a menor condição, pois apresenta uma lesão crônica e irreparável no joelho direito, e uma lesão também no joelho esquerdo… só se houver algum clube que tenha interesse por outro motivo e não para jogar futebol competitivo.” Palavras duras, que custaram um emprego, mas que o tempo, infelizmente, parece estar confirmando.

Números que Não Mentem: Um Reforço Fantasma

Passados 365 dias, os números são um soco no estômago de qualquer rubro-negro. O levantamento feito pela ESPN Brasil é de arrepiar. Desde a crise, De La Cruz simplesmente não joga. Em 2025, foram míseros 14 jogos, totalizando 580 minutos. Sabe quantas vezes ele jogou uma partida inteira? UMA! Contra o Estudiantes, em 18 de setembro.

E se você acha que melhorou, se prepare. Na temporada atual, o uruguaio entrou em campo 19 vezes, mas não completou 90 minutos em NENHUMA delas, somando apenas 589 minutos. Para a gente ter uma noção do absurdo, o veterano Jorginho, aos 34 anos, jogou uma partida a menos (18), mas acumulou 1454 minutos! É quase o triplo! Até na Copa do Mundo, pelo Uruguai, foram apenas 83 minutos em três jogos. Isso não é rendimento de um craque, Nação!

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A ‘Alergia’ ao Sintético e o Desgaste no Ninho

Como se não bastasse a questão física, outro ponto causa um desgaste gigantesco: a recusa do jogador em atuar em gramados sintéticos. Hoje, Athletico-PR, Atlético-MG, Botafogo, Palmeiras e Chapecoense usam o piso. São cinco jogos fora de casa, cinco batalhas em que, por opção, não podemos contar com um dos atletas mais caros do elenco.

O exemplo mais recente foi na nossa goleada de 4 a 0 sobre a Chapecoense. Cadê o De La Cruz? Não foi relacionado. A desculpa oficial do clube foi fria e direta: “De La Cruz não foi relacionado para a partida desta quarta-feira em razão do gramado sintético da Arena Condá.”

A situação fica ainda pior quando lembramos do jogo contra o Athletico-PR, em 17 de maio. O Mengão estava desfalcado de Pulgar, Evertton Araújo, Jorginho, Arrascaeta e Plata. Mesmo nesse cenário de terra arrasada, De La Cruz não foi utilizado. Quem entrou? Léo Ortiz e o espanhol Saul, que tinha acabado de voltar de cirurgia. Saul, mesmo sendo contra o gramado artificial, colocou o Manto Sagrado em primeiro lugar e foi pro jogo, ganhando moral com todo mundo. A atitude de De La Cruz, em contraste, gerou ainda mais ruído interno.

‘Bem que o Runco Avisou’: A Bomba de US$ 16 Milhões

Internamente, o clima é pesado. O investimento foi de US$ 16 milhões (cerca de R$ 80 milhões na época), pagos à vista em 2023! Uma ala da diretoria já trata o jogador como uma “bomba” deixada pela gestão anterior. O departamento de futebol está de mãos atadas, pois com um salário altíssimo e essa produtividade ridícula, quem vai querer comprá-lo?

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O pior é que, nos corredores da Gávea e do CT, uma frase amarga tem sido ouvida com frequência: “bem que o Runco avisou”. É a constatação de que um erro caríssimo foi cometido, e agora o Flamengo tem um contrato longo, até o fim de 2028, com um jogador que parece não ter condições ou vontade de entregar o que se espera dele.

E não para por aí. A demora no retorno de Léo Ortiz, parado desde 30 de maio, também gera questionamentos sobre o DM. A situação de ídolos como Danilo e Alex Sandro também exige um cuidado especial. Mas o caso De La Cruz é o que mais dói, pelo dinheiro, pela expectativa e pela sensação de que fomos enganados. E nós, da Nação, ficamos aqui, esperando uma solução para um problema que parece crônico e irreparável, assim como o joelho do atleta. SRN.

Informações com base em reportagem do www.espn.com.br.