‘AGRESSIVIDADE’: A PALAVRA QUE FALTAVA AO MENGÃO!
Nação, a gente saiu do Maraca com aquele gosto amargo do empate, né? Ver o Mengão dominar o São Paulo no segundo tempo e não sair com a vitória por 1 a 1 dói no coração de todo rubro-negro. Mas se tem uma coisa que nos deu esperança foi a entrevista do nosso comandante, Leonardo Jardim. O Mister não se escondeu, foi pra cima e deu a letra do que aconteceu!
Depois de um primeiro tempo que deixou a gente agoniado no sofá, lento e sem inspiração, Jardim revelou o segredo da mudança de postura. Ele foi direto ao ponto. Chegou no vestiário e, sem rodeios, escreveu uma única palavra no quadro para o elenco ler: AGRESSIVIDADE.
Nas palavras do próprio técnico: “Quando cheguei ao intervalo, escrevi uma palavra no quadro que temos dentro da nossa cabine: agressividade. Agressividade com a bola.” É DISSO QUE A GENTE GOSTA! Chega de passe pro lado, de futebol burocrático. O Manto Sagrado exige mais!
MISTER EXPLICA O QUE É JOGAR NO FLAMENGO
Jardim deu uma aula sobre o que significa essa agressividade. Não é sair dando porrada, Nação. É ter a bola e ir pra cima, quebrar as linhas, desequilibrar o adversário. Coisa que não vimos no primeiro tempo.
“Durante grande parte do primeiro tempo, o que aconteceu? Circulávamos a bola, mas apenas passávamos de um jogador para o outro”, criticou o treinador. “A partir do momento em que começamos a ter essa agressividade e a conduzir a bola para a frente, o São Paulo […] já não conseguia se equilibrar do outro. Foi aí que começamos a ter um poder ofensivo maior.”
É isso! O DNA do Flamengo é ofensivo, é pra frente, é pra amassar o adversário. E o segundo tempo foi a prova disso. Dominamos, criamos e só não vencemos por detalhes que, infelizmente, não estavam ao nosso favor.
OS ‘DETALHES’ QUE TIRARAM NOSSA VITÓRIA
E que detalhes cruéis, hein? Jardim listou os três momentos que definiram o placar. Primeiro, o gol anulado do nosso garoto Wallace Yan por “três centímetros do pé”, segundo o Mister. Três centímetros! É de chorar!
Depois, um pênalti claro que o juiz não deu. Jardim foi enfático: “o detalhe também do jogador (do São Paulo), que o árbitro não deu pênalti, e em muitos lances será pênalti no Brasileirão”. Já sabemos como funciona, né Nação? Contra o Mais Querido, a régua é sempre outra.
E pra fechar, o gol deles. O único chute do São Paulo no jogo inteiro. Uma falha de pressão na bola e a linha defensiva lenta, como admitiu o nosso comandante. E quem estava lá? Vitão, que substituiu Léo Ortiz e, infelizmente, falhou no lance com Calleri. Um vacilo que custou caro.
A GESTÃO DE ELENCO E A AUSÊNCIA DE LÉO ORTIZ
Muita gente se perguntou: cadê o Léo Ortiz? Jardim, com a tranquilidade de quem sabe o que faz, deu uma resposta na lata para os apressados. O zagueiro tinha feito apenas dois treinos! DOIS!
“É um jogador importante, o risco de lesão é grande e, se arriscássemos nessa situação, seríamos incompetentes naquilo que é a gestão”, cravou o português. Ele ainda mandou um recado para quem acha que futebol é videogame: “há pessoas que acham que, no futebol, nem sequer é preciso treinar. O jogador vem de férias, começa a jogar e está tudo certo”.
É isso que queremos: um técnico que cuide do nosso patrimônio! Jardim ainda lembrou que os jogadores que voltaram de seleção, como Léo Pereira e Alex, sentiram o ritmo. Responsabilidade em primeiro lugar!
OPORTUNIDADE PARA OS CRIAS DO NINHO
Com tantos desfalques por lesão e seleção, como Arrascaeta, Carrascal, Plata e Luiz Araújo, a base vem forte! O Mister explicou que a chance dada a Lorran na ponta direita foi justamente por essa carência no setor.
E o garoto correspondeu! Foi dele o escanteio que resultou no gol do nosso zagueiro-artilheiro Léo Pereira. É o Flamengo revelando talentos e usando a força do Ninho do Urubu para superar as adversidades. Com um comando forte e ideias claras, o caminho para as glórias está traçado. Pra cima deles, Mengão!
Informações com base em reportagem do ge.globo.com.