PARECE ROTEIRO REPETIDO, NAÇÃO!
É inacreditável, mas aconteceu de novo. Em um jogo que tinha tudo para ser de festa no Maracanã, saímos com um gosto amargo de derrota, mesmo com o placar de 1 a 1. E o motivo tem nome e sobrenome: Jonathan Calleri. O centroavante do São Paulo, que não marcava há uma eternidade, escolheu justamente o Manto Sagrado para quebrar seu jejum e nos roubar dois pontos preciosos no Brasileirão.
A Nação Rubro-Negra, que fez sua parte e empurrou o time, viu Léo Pereira, nosso zagueiro-artilheiro, abrir o placar e explodir o Maraca. A vitória parecia encaminhada, mas o futebol tem dessas. O argentino, sempre ele, achou um gol e selou o empate, para a ira de mais de 40 milhões de torcedores.
O CARRASCO DE SEMPRE ATACA NOVAMENTE
A relação de Calleri com as redes do Flamengo é uma daquelas coisas que irritam qualquer rubro-negro. Com o gol de hoje, ele já soma SEIS gols contra o Mais Querido em sua carreira. É uma perseguição implacável! Não à toa, ao lado de Santos e Corinthians, somos um dos alvos preferidos do cara com a camisa do time paulista.
E o que mais dói, Nação, é o contexto. O cara estava numa seca danada, um jejum que já durava mais de três meses! Seu último gol tinha sido lá no dia 4 de abril, numa goleada deles por 4 a 1 contra o Cruzeiro. Três meses sem balançar as redes, e contra quem ele volta a marcar? Óbvio, contra o Mengão. Parece até praga, um roteiro escrito para nos testar.
A memória da final da Copa do Brasil de 2023, onde ele também foi nosso algoz, volta com força total. É um jogador que parece crescer contra a gente, e isso é algo que o time precisa resolver de uma vez por todas.
UM JOGO DE ALTOS E BAIXOS NO MARACA
A partida começou com os dois times se estudando, mas com lances que poderiam ter mudado a história. Logo aos cinco minutos, o São Paulo chegou com Wendell, dando o primeiro susto. A resposta do Mengão veio aos 10 minutos, num contra-ataque venenoso: Samuel Lino, com sua velocidade, encontrou Pedro, que serviu o garoto Lorran. A Nação prendeu a respiração, mas o chute saiu fraco, nas mãos do goleiro Rafael. Uma chance de ouro desperdiçada!
Pouco depois, o grito de gol ficou entalado na garganta de todo rubro-negro. Erick Pulgar soltou uma bomba de fora da área que explodiu no travessão! Ah, se aquela bola entra… Teria sido um golaço para incendiar o jogo. Apesar desses momentos, a verdade é que faltou um pouco mais de criatividade para furar a defesa deles na primeira etapa.
MENGÃO VOLTA COM TUDO, MAS NÃO BASTA
Na volta do intervalo, o Flamengo mostrou a que veio. Ditamos o ritmo, encurralamos o São Paulo no campo de defesa. A pressão era intensa! Aos 10 minutos da segunda etapa, Bruno Henrique subiu mais que todo mundo e testou firme, de cabeça, obrigando o goleiro Rafael a fazer uma defesaça daquelas de cinema.
A insistência foi premiada com o gol de Léo Pereira, que colocou o Mengão na frente e fez o Maracanã tremer. Naquele momento, a vitória parecia certa. Mas, como dissemos, o futebol é cruel. Em um dos poucos momentos de vacilo da nossa defesa, Calleri apareceu para empatar e jogar um balde de água fria na nossa festa.
Saímos de campo com apenas um ponto, quando os três eram totalmente possíveis. Fica a lição e a frustração. Um empate em casa, contra um rival direto e da forma como foi, tem gosto de derrota. É hora de levantar a cabeça, corrigir os erros e voltar mais forte, porque o Brasileirão é longo e não perdoa vacilos. Dale Mengão!