VERGONHA HISTÓRICA! Os 5 motivos que explicam o vexame do Flamengo no NBB

FIM DA LINHA! A temporada do FlaBasquete acabou da pior forma. A eliminação para o Brasília não foi um acidente, foi o resultado de um ano de vexames. Entenda o desastre.

FIM DA LINHA! Mengão dá adeus ao NBB da pior forma possível!

Nação, a dor é imensa. A temporada 2025/26 do nosso FlaBasquete, o Orgulho da Nação, terminou em um pesadelo. Na última sexta-feira (15), o coração rubro-negro parou de bater no NBB. A derrota por 72 a 69 para o Brasília, no jogo 5 das quartas de final, selou um dos capítulos mais tristes da nossa gloriosa história no basquete.

Perder a série por 3 a 2 não foi um acidente. Foi a crônica de um desastre anunciado, o ponto final em uma temporada que manchou o Manto Sagrado. Igualamos a pior campanha da história do clube na era NBB, repetindo o vexame de 2016/17. Mas como o maior campeão do Brasil chegou a esse ponto? A verdade dói, mas precisa ser dita. Vamos aos fatos que explicam esse desmoronamento. SRN.

1. Campanha Irregular: A Queda da Soberania

O primeiro sinal de alerta não soou nos playoffs, mas muito antes. Pela PRIMEIRA VEZ na história do NBB, o Mengão terminou a fase de classificação fora do G-4. Uma inédita e amarga 5ª colocação. Isso mesmo, Nação. Vimos Franca, Pinheiros, Minas e até o próprio Brasília terminarem na nossa frente.

Até na nossa outra eliminação precoce, em 2017, havíamos terminado a temporada regular em primeiro lugar! Ficar em quinto foi mais do que um baque na moral; foi um erro estratégico fatal. Perdemos a vantagem de decidir em casa, no nosso templo, o Maracanãzinho. E como isso fez falta…

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2. A Pior Derrota da HISTÓRIA: O Vexame contra o Pato

A confiança do time já entrou nos playoffs completamente destruída. E o motivo tem nome e placar: Pato Basquete. Em fevereiro, sofremos a derrota mais humilhante da nossa história no NBB. Um placar de 84 a 53 que não sai da cabeça.

E o pior? O Pato Basquete foi um dos piores times da liga, lutando para não cair! Uma diferença de 31 pontos! Até então, nossa pior derrota havia sido por 24 pontos, para o Minas. O que aconteceu naquele dia foi um presságio do que estava por vir. Para completar o cenário de terror, o time ainda engatou a pior sequência de jogos da história, com quatro derrotas consecutivas, que, ironicamente, começou contra o Brasília.

3. Fracassos em TODAS as Frentes: Um Ano para Esquecer

Engana-se quem pensa que o problema foi só no NBB. A temporada inteira foi um show de horrores. Os fracassos foram se acumulando e minando qualquer chance de reação. Vamos relembrar o caminho da vergonha:

  • Copa Super 8: Em janeiro, fomos eliminados na semifinal para o Minas, e o pior, DENTRO do Maracanãzinho. Perder em casa já dói, ser eliminado é inaceitável.
  • Champions League (BCLA): Na competição continental, o vexame foi ainda maior. Fomos simplesmente DOMINADOS pelo Boca Juniors na semifinal, perdendo de 81 a 58. Na disputa de terceiro lugar, para salvar um pingo de honra, fomos ATROPELADOS pelo Nacional do Uruguai: 94 a 65. Um time com a camisa do Flamengo não pode passar por isso.

4. O Apagão Coletivo: A Derrota no Jogo 3

Se um jogo pudesse resumir a temporada, seria o jogo 3 contra o Brasília. Jogando em casa, no Maraca, tínhamos a faca e o queijo na mão para abrir 2 a 1 na série. Fomos para o intervalo vencendo por 50 a 44. O caminho da classificação parecia aberto.

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Mas aí, o inexplicável aconteceu. Um apagão coletivo, uma apatia que contagiou o time todo. No segundo tempo, fomos engolidos. Tomamos 54 pontos e marcamos apenas 40. A virada do Brasília dentro da nossa casa não foi só uma derrota, foi a prova de que esse time não tinha força mental para ser campeão. Foi ali que perdemos a vaga.

5. A Festa do Rival: O Preço de Não Ser Soberano

Para fechar a conta do desastre, a imagem final da nossa eliminação foi a festa da torcida do Brasília. Enquanto éramos eliminados, o Ginásio Nilson Nelson registrava o novo recorde de público da temporada, com 12.035 pessoas. A festa deles foi o símbolo do nosso fracasso.

Essa é a consequência direta de uma campanha medíocre na fase regular. Perdemos o direito de decidir no nosso caldeirão, com a Nação empurrando. Tivemos que ver o adversário crescer e fazer história às nossas custas. Uma ferida que vai demorar a cicatrizar. O Flamengo é muito maior que isso, e a Nação Rubro-Negra exige uma resposta à altura para a próxima temporada. Isso aqui é Flamengo!

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Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.