A noite desta quarta-feira (14) vai ficar marcada na memória da Nação Rubro-Negra pelo pior motivo possível. O que era pra ser um passo adiante na Copa do Brasil se transformou em um pesadelo, um vexame monumental no Barradão. O placar de 2 a 0 para o Vitória não conta nem metade da história de uma eliminação que tem nome, sobrenome e um culpado claro no banco de reservas: Leonardo Jardim.
É inacreditável, Nação! Simplesmente inacreditável. A gente viaja para Salvador com uma vantagem de 2 a 1 construída no Maraca, com a obrigação de jogar como Flamengo, de impor nosso ritmo. E o que acontece? A nossa festa, a nossa tranquilidade, durou exatos SEIS MINUTOS. Foi o tempo que o Vitória precisou para abrir o placar com um chutaço de Erick, sem chance alguma para o nosso goleiro Rossi. Ali, o castelo de cartas começou a desmoronar.
A Vantagem que Virou Pó em Minutos
Com o gol sofrido tão cedo, a vantagem que trouxemos do Rio de Janeiro virou pó. O que se viu a partir daí foi um Flamengo nervoso, com a bola nos pés, mas completamente inoperante. Rodava, rodava, rodava e não criava nada. O Vitória, inteligentemente, se fechou e esperou o nosso erro. E ele veio.
O time de Jardim parecia um bando de leões enjaulados, com muita força, mas sem a menor ideia de como usar. A posse de bola era nossa, mas a criatividade era zero. Até os 30 minutos do primeiro tempo, foi um sofrimento assistir ao Mais Querido tentando furar o bloqueio baiano. Tivemos uma chance ou outra, como um belo chute de Luiz Araújo que passou perto, mas faltou o principal: precisão, vontade de botar a bola pra dentro, o sangue nos olhos que o Manto Sagrado exige!
O Delírio de Jardim e a Falha que Decretou o Fim
Se o primeiro tempo foi ruim, o segundo foi o palco do horror. E o pior: com a assinatura do nosso treinador. Segundo a análise do portal Lance!, o foco da revolta da torcida foi a decisão de Leonardo Jardim de utilizar Wallace Yan, um garoto da base, em um jogo de vida ou morte. Com todo respeito ao moleque, que não tem culpa de nada, que tipo de mensagem o técnico passa? É um jogo para os casca-grossas, para decidir! Não é laboratório para experiências! A torcida ficou chocada, e com razão. Foi um delírio, uma aposta completamente sem sentido que só aumentou a pressão sobre o time.
Para piorar o cenário de caos tático, veio o golpe de misericórdia. Em uma cobrança de escanteio, nosso goleiro Rossi, que tem crédito, é verdade, protagonizou uma falha grotesca. Saiu mal, saiu caçando borboleta, e a bola sobrou limpa para Luan Cândido marcar de voleio. Um gol que selou o caixão do Mengão na competição. Uma falha individual que expôs um time já abalado e sem comando.
Desespero e Incompetência: O Adeus à Copa do Brasil
A partir do 2 a 0, foi o puro desespero. O Flamengo se lançou ao ataque de forma desorganizada, na base do ‘abafa’. Tivemos chances, sim. Pedro teve oportunidade, Léo Pereira apareceu na área, mas nada adiantou. Era tarde demais. O time já estava entregue, abatido pela própria incompetência e pelas decisões questionáveis que vieram do banco.
Perder faz parte do futebol, mas ser eliminado dessa forma é inaceitável para a grandeza do Clube de Regatas do Flamengo. Saímos da Copa do Brasil com a sensação de que poderíamos muito mais, mas fomos sabotados por uma noite de decisões equivocadas e falhas cruciais. A conta chegou, e ela é amarga. Agora, resta juntar os cacos e cobrar explicações. Porque a maior torcida do mundo não merece um vexame desse tamanho. SRN.
Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.