É OFICIAL! CONMEBOL JOGA A TOALHA E CULPA O MEDELLÍN!
Acabou a palhaçada, Nação! A Conmebol finalmente se pronunciou e colocou o pingo no ‘i’ sobre a vergonha que fomos obrigados a assistir na Colômbia. Em nota oficial, a entidade máxima do futebol sul-americano foi cristalina: o jogo entre Independiente Medellín e o nosso Mengão, pela Libertadores, foi cancelado por ‘falta de garantia de segurança’.
Pra quem não entende o ‘conmebolês’, a gente traduz: a culpa é toda, inteira e exclusivamente do time da casa! Eles não conseguiram garantir a segurança nem dos próprios jogadores, que dirá da delegação do Maior do Mundo. A várzea foi completa e agora a conta vai chegar.
A nota da confederação deixou claro que, depois de seguir todos os protocolos possíveis, o caso foi parar onde deveria: nos Órgãos Judiciais. Ou seja, o martelo vai bater, e vai bater forte na cabeça de quem acha que futebol é terra sem lei.
O REGULAMENTO É CLARO: 3 A 0 PARA O MAIS QUERIDO!
E aqui, torcedor rubro-negro, é onde a notícia fica ainda melhor. Isso não é achismo, não é clubismo, é a LEI. O artigo 24.2 do Código Disciplinar da Conmebol é taxativo. Quando uma equipe é considerada ‘responsável pela suspensão definitiva, cancelamento ou abandono da partida’, a sanção é uma só: derrota por W.O.
E o que isso significa no futebol de campo? Significa que o adversário, no caso o nosso Mengão, é declarado vencedor pelo placar de 3 a 0! É isso mesmo que você leu. Os 3 pontos estão vindo para a Gávea na marra, como consequência da incompetência e irresponsabilidade do time colombiano.
Não há brecha para interpretação. O Independiente Medellín falhou miseravelmente em seu dever como mandante. A Conmebol já admitiu isso. Agora é só uma questão de tempo para a decisão ser oficializada e os três pontos serem creditados na nossa conta na Libertadores.
CRÔNICA DE UMA VERGONHA ANUNCIADA
Ninguém pode dizer que foi surpresa. O clima no estádio Atanasio Girardot já era de guerra antes mesmo do apito inicial. O time colombiano vive uma fase conturbada e a própria torcida resolveu protestar da pior forma possível.
Receberam o próprio time com vaias. Membros de organizadas foram ao jogo vestidos de preto, com os rostos cobertos, como se fossem para uma batalha. E no momento em que a bola ia rolar, o caos começou. Bombas, sinalizadores e todo tipo de artefato foi atirado no gramado. Houve até um princípio de incêndio nas arquibancadas! Uma cena de terror.
A organização local, sabendo da tensão, até colocou grades em volta do campo. De que adiantou? Os vândalos, que organizaram o ‘protesto’ abertamente pelas redes sociais, invadiram o gramado com menos de dois minutos de jogo e começaram a atirar as próprias grades de proteção. É o cúmulo do amadorismo.
A LONGA ESPERA ATÉ A DECISÃO INEVITÁVEL
O nosso time, mostrando profissionalismo, seguiu as ordens da arbitragem e se retirou de campo com pouco mais de cinco minutos no relógio. A partir daí, começou o show de horrores da espera.
O regulamento da Conmebol prevê um ‘tempo prudencial de espera’ de 45 minutos. Esse prazo foi superado, e nada. A entidade primeiro suspendeu o jogo temporariamente, pedindo para os torcedores se retirarem pelo sistema de som do estádio. Uma piada.
Mais de uma hora depois do horário marcado para o início da partida, finalmente veio o bom senso: o jogo foi oficialmente cancelado. Não havia a menor condição de o Manto Sagrado voltar para aquele campo de batalha.
A verdade é uma só: o Independiente Medellín e sua torcida protagonizaram uma das maiores vergonhas da história recente da Libertadores. A Conmebol, em sua nota, apenas constatou o óbvio. Agora, que a justiça seja feita e que os 3 pontos venham para quem foi ao estádio para jogar futebol. Dale, Mengão!
Informações com base em reportagem do ge.globo.com.