RAÚL GIRALDO, O CULPADO! Saiba como o chefão do Medellín acendeu o pavio do CAOS na Colômbia!

VERGONHA NA COLÔMBIA! O que era pra ser jogo do Mengão virou um filme de terror. Entenda como o chefão do Medellín, Raúl Giraldo, causou o caos.

NAÇÃO, o que aconteceu na Colômbia não foi futebol. Foi um filme de terror, uma cena de guerra que nunca deveria ter manchado o Manto Sagrado do Mengão. A partida contra o Independiente Medellín pela Libertadores, que deveria ser uma festa do esporte, foi cancelada por um motivo vergonhoso: caos, invasão de campo, fogo e um medo que tomou conta de todos. E o mais revoltante? Tudo isso tem um nome e um sobrenome: Raúl Giraldo, o principal acionista do time colombiano.

O que vimos na noite desta quinta-feira (7) foi o resultado de uma panela de pressão que explodiu. Mas essa panela não começou a ferver ontem. Ela foi colocada no fogo dias antes, com a incompetência e a crise interna do próprio Independiente Medellín.

O Pavio Foi Aceso Dias Antes

Pra entender o inferno que nossos jogadores e torcedores enfrentaram, é preciso voltar um pouco no tempo. O time deles foi eliminado do campeonato local, e a torcida já estava na bronca. O que faltava? Uma faísca. E ela veio na forma de declarações desastrosas de Raúl Giraldo, o mandachuva do clube.

Segundo a apuração do portal Lance!, as palavras do dirigente foram o estopim para uma revolta generalizada. A torcida organizada, já insatisfeita, organizou protestos que não miravam apenas o time ou o técnico. Os alvos eram claros: o próprio Giraldo, os jogadores, a federação colombiana, a CONMEBOL e até a FIFA. O Flamengo, Nação, entrou de gaiato nesse ninho de cobras.

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O clima nos arredores do Estádio Atanasio Girardot já era de guerra antes mesmo de a bola rolar. Era a crônica de um desastre anunciado. A tensão era palpável, e a tragédia só esperava o momento para acontecer.

O INFERNO NO ATANASIO GIRARDOT

Quando nossos guerreiros entraram em campo para o aquecimento, o cenário de barbárie começou a se desenhar. Uma bomba foi covardemente arremessada na direção do nosso goleiro Rossi, e por pouco não aconteceu o pior. O artefato ainda atingiu um jornalista que estava trabalhando. Isso já seria motivo para cancelar tudo na hora!

Mas, inacreditavelmente, o árbitro Jesús Valenzuela decidiu que havia condições de jogo. Uma decisão que beira o crime! Com a bola rolando, a situação só piorou. Rossi, posicionado justamente no gol mais próximo da torcida organizada deles, mal conseguia ficar na grande área. O motivo? Um arremesso constante de bombas. Que futebol é esse?

Foi aí que a porteira se abriu de vez. Torcedores vestidos de preto, com os rostos cobertos como bandidos, derrubaram as grades e invadiram o gramado. O caos estava instalado. Enquanto isso, do lado de fora, confrontos com a polícia e helicópteros sobrevoando o estádio completavam o cenário de pânico.

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Com a partida finalmente paralisada pelo árbitro, que percebeu tarde demais o óbvio, mais bombas foram jogadas no campo. Na arquibancada, um espetáculo de horror: faixas sendo incendiadas, espalhando fogo e fumaça. A polícia, acuada, apenas se defendia, sem conseguir controlar a situação. Era o retrato do abandono e da falta de segurança.

A NAÇÃO EM MEIO AO PÂNICO

Enquanto o terror se desenrolava, nossos jogadores e comissão técnica se trancaram no vestiário. A preocupação tomou conta de todos nós aqui no Brasil. Foi um alívio ver a postagem do nosso craque Jorginho, direto do vestiário, com uma foto e a mensagem que tranquilizou milhões de corações rubro-negros: ‘Estamos bem’.

Mas o drama não se limitou ao campo. Relatos apurados pelo Lance! mostram a bravura de jornalistas brasileiros que ajudaram torcedores comuns, incluindo mulheres e crianças, a fugirem da confusão. Um dos jornalistas relatou o desespero: “Agarraram nossos braços, pedindo desesperadamente para passar com a gente para o Setor Oeste (da imprensa). Passamos eles. Estavam com medo de sair do estádio”. Isso é de cortar o coração. Famílias locais com medo da própria torcida.

Felizmente, nossos jogadores foram retirados em segurança, aguardando dentro do ônibus no estacionamento até a liberação da polícia. Os torcedores do Mengão presentes no estádio também foram escoltados em veículos das autoridades locais. Graças a Deus, nenhum brasileiro se envolveu em confrontos.

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E AGORA, CONMEBOL? QUEREMOS PUNIÇÃO EXEMPLAR!

Com o jogo oficialmente cancelado, a bola agora está com a CONMEBOL. O regulamento da entidade é claro: o Órgão Disciplinar vai julgar o caso e determinar as sanções. E sejamos sinceros, Nação, não há outro resultado possível que não seja uma punição severa para o Independiente Medellín.

Eles foram incapazes de garantir a segurança mínima para uma partida de Libertadores. A crise interna deles, alimentada pelo seu próprio dirigente, transbordou para dentro de campo e colocou a vida de atletas e torcedores em risco. Isso é inaceitável!

Esperamos nada menos que o W.O., com a vitória de 3 a 0 para o Mais Querido, e uma punição exemplar para o clube colombiano. Que sejam banidos, que joguem com portões fechados pelo resto da vida, não importa. O que importa é que a CONMEBOL mostre que a barbárie não tem lugar no nosso futebol.

O que aconteceu em Medellín foi uma vergonha para o futebol sul-americano. Mas mostrou, mais uma vez, a força e a união do nosso elenco. Passamos pelo inferno e saímos ilesos. Agora, é esperar a justiça ser feita. Porque o Flamengo é gigante, e nada, nem ninguém, vai nos parar. Dale Mengão!

Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.