GUERRA CIVIL NA COLÔMBIA! Bombas em Rossi e invasão cancelam jogo do Mengão!

Cenas de guerra em Medellín! Jogo do Mengão foi cancelado após torcida rival atirar bombas em Rossi e invadir o gramado. Inacreditável!

Independiente Medellín x Flamengo — Foto: EFE/STR

CENAS LAMENTÁVEIS: O CAOS EM MEDELLÍN

É inacreditável, Nação. O que era para ser uma noite de futebol se transformou em um verdadeiro campo de batalha na Colômbia. O jogo do nosso Mengão contra o Independiente Medellín, no estádio Atanásio Girardot, foi cancelado antes mesmo de começar. O motivo? Uma guerra civil promovida pela própria torcida da equipe da casa. É o retrato de um clube em frangalhos, que tentou descontar suas frustrações em um espetáculo que prometia ser grandioso.

A bola ia rolar, o Manto Sagrado estava pronto para brilhar mais uma vez, mas o que vimos foi o mais puro terror. Membros de torcidas organizadas do Independiente Medellín, vestidos de preto e com rostos cobertos, começaram um ataque covarde. Atiraram bombas e sinalizadores no gramado, e o pior: na direção do nosso goleiro Rossi! Objetos também voaram na direção da imprensa. Uma cena de guerrilha, de barbárie. Simplesmente inaceitável.

O ESTOPIM DA CRISE: GESTOS, DERROTA E UM DIRIGENTE INFLAMADO

Para entender essa loucura, precisamos voltar um pouco. A torcida do Independiente Medellín não protestava contra o Flamengo. A revolta era interna, contra a fase patética que o time deles vive. Antes do nosso jogo, eles já haviam sido eliminados do Campeonato Colombiano ao perderem em casa por 2 a 1 para o Rionegro Águilas. Uma vergonha que transbordou.

E quem colocou mais lenha nessa fogueira? Ninguém menos que o acionista majoritário do clube, um sujeito chamado Raúl Giraldo. Após a derrota que selou a eliminação, ele entrou em campo e, no caminho para o vestiário, fez gestos para a arquibancada como se estivesse comemorando uma vitória. Dá para acreditar? Uma provocação barata e irresponsável que, obviamente, enfureceu os torcedores.

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A atitude do dirigente foi o estopim. A torcida passou a exigir sua saída, com protestos e muita raiva. Na segunda-feira, Giraldo até gravou um vídeo se desculpando e renunciou ao cargo, mas o estrago já estava feito. A imprensa local diz que ele pode nem vender o clube, ou seja, a crise está longe de acabar.

E O MENGÃO? NOSSA DELEGAÇÃO E A NAÇÃO NO MEIO DO CAOS

Enquanto o circo pegava fogo do lado de fora e no gramado, nossos guerreiros foram para os vestiários, em segurança. O árbitro, corretamente, paralisou tudo. O clima já era pesado, o protesto havia sido convocado nas redes sociais e até as grades de proteção, que deveriam garantir a segurança, foram facilmente retiradas pelos vândalos.

E a nossa torcida? A Nação Rubro-Negra que viajou até a Colômbia para apoiar o Mais Querido deu um show de civilidade. Enquanto os torcedores locais promoviam o caos e a maioria abandonava o estádio para continuar a briga do lado de fora com a polícia, os nossos permaneceram firmes na arquibancada, mostrando quem é a maior e mais apaixonada torcida do mundo.

O jogo foi cancelado, e agora aguardamos uma decisão oficial. Mas uma coisa é certa: o Flamengo é gigante demais para ser arrastado para a lama da crise alheia. A violência e a desorganização de um rival não podem manchar a nossa caminhada.

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VERGONHA ALHEIA: O FUTEBOL PEDE SOCORRO

O que aconteceu em Medellín é uma mancha para o futebol sul-americano. Uma torcida que se volta contra o próprio clube de forma tão violenta, colocando em risco a integridade de atletas e de todos os presentes, é algo que precisa ser punido com o máximo rigor. As vaias antes mesmo de a bola rolar já denunciavam o clima hostil.

Enquanto eles vivem o caos, nós seguimos focados. O Flamengo é organização, é paixão, é bola na rede. O episódio lamentável na Colômbia só serviu para mostrar a diferença abissal entre o nosso Mengão e clubes que se perdem em suas próprias crises internas. Que a justiça seja feita e que o futebol de verdade, o futebol que nós amamos e representamos, sempre prevaleça. Dale Mengão!

Informações com base em reportagem do ge.globo.com.