O CAOS EM MEDELLÍN: JOGO INTERROMPIDO EM 3 MINUTOS!
Nação, o que vimos na Colômbia é um dos episódios mais lamentáveis do futebol sul-americano recente. Mal a bola rolou no Estádio Atanásio Girardot e o absurdo tomou conta. Com apenas TRÊS minutos de jogo, a partida entre o nosso Mengão e o Independiente Medellín foi paralisada por uma cena de guerra promovida pela própria torcida da casa. É inacreditável!
O clima, que já era hostil desde antes do apito inicial com vaias para o time deles, explodiu de vez. Membros de torcidas organizadas do Independiente, vestidos de preto e com os rostos cobertos, começaram um ato de vandalismo puro. O objetivo deles? Protestar contra a fase ridícula do próprio time. O problema? Fizeram isso colocando a integridade dos nossos jogadores em risco.
BOMBAS PERTO DE ROSSI: NOSSO GOLEIRO EM RISCO!
O momento de maior pânico foi quando esses vândalos começaram a atirar bombas e sinalizadores no gramado. E o pior, Nação: os objetos caíram muito perto de onde estava o nosso goleiro Rossi! Uma covardia sem tamanho, que poderia ter resultado em uma tragédia. A imprensa que cobria a partida também foi alvo dos artefatos.
Imediatamente, o árbitro da partida fez o que era certo e paralisou o duelo. Nossos guerreiros do Mengão e a equipe do time colombiano se retiraram do campo, buscando segurança nos vestiários. A Conmebol não pode deixar isso passar em branco. É um atentado contra o espetáculo e, principalmente, contra a segurança dos atletas.
“FORA, CAGÕES!”: AS FAIXAS DA REVOLTA INTERNA
O protesto, que segundo informações foi organizado pelas redes sociais, já era previsto. Tanto que colocaram grades em volta do campo, mas de que adiantou? Foram facilmente arrancadas. A torcida local estendeu faixas com mensagens fortes, que mostram o tamanho da crise interna deles:
- “Conmebol, casa de apostas”
- “Muito dinheiro, pouco futebol. Fora, cagões”
- “transformaram o campo em um cemitério. Mortos!”
Enquanto a guerra civil acontecia na arquibancada, o telão do estádio exibia uma mensagem patética, pedindo para o “torcedor poderoso” se comportar. Uma piada. A segurança, que foi garantida pelo clube colombiano, se provou uma farsa completa.
O MOTIVO DA CRISE: CARTOLA PROVOCADOR E ELIMINAÇÃO
Mas por que tanta raiva? A gente explica. O Independiente Medellín vive um inferno astral. A equipe foi eliminada do Campeonato Colombiano após perder em casa para o Rionegro Águilas por 2 a 1. E para piorar, o maior acionista do clube, um sujeito chamado Raúl Giraldo, teve uma atitude inacreditável.
Após a derrota que selou a eliminação, Giraldo entrou em campo e, no caminho para o vestiário, fez gestos para a torcida como se estivesse comemorando uma vitória. Ele debochou da própria gente! Obviamente, a torcida explodiu em fúria e exigiu a saída dele, com protestos que se estenderam pelas áreas internas do estádio.
Na segunda-feira, o tal Giraldo fez um vídeo pedindo desculpas e renunciou ao cargo, uma decisão que foi aceita pelo conselho. Mas, segundo a imprensa local, isso não quer dizer que ele vai vender o clube. Ou seja, a crise está longe de acabar.
E O FLAMENGO COM ISSO?
No meio dessa bagunça toda, estava o Flamengo. Nosso time, focado em mais uma batalha, foi arrastado para uma confusão que não é nossa. A segurança dos nossos jogadores foi posta em xeque por um problema interno de um adversário desorganizado e à beira de um colapso.
Esperamos uma atitude firme da Conmebol. Não se pode admitir que um clube que “garante” a segurança permita que bombas sejam atiradas perto dos atletas. Isso é inaceitável. O Flamengo é gigante demais para ser exposto a esse tipo de amadorismo e violência. Queremos jogar futebol, não participar de uma zona de guerra. Para cima deles, Mengão! Nada nos abala! SRN!
Informações com base em reportagem do ge.globo.com.