A Polêmica Está Lançada, Nação!
Segura essa, Nação Rubro-Negra! O comentarista Mauro Cezar, conhecido por não ter papas na língua, botou fogo no parquinho e jogou um tempero daqueles no nosso dia a dia. Durante uma participação na Jovem Pan, ele fez o que todo mundo adora fazer na mesa do bar: comparou os trabalhos de Filipe Luís e do atual mister, Leonardo Jardim, no comando do nosso Mengão. E olha, a análise deu o que falar!
Não foi uma simples opinião, foi uma dissecação tática que mexe com o coração de todo torcedor. De um lado, a solidez que tínhamos. Do outro, a eficiência que temos agora. Mas, segundo Mauro, uma coisa se perdeu no caminho. Vamos entender essa treta ponto a ponto, porque isso diz muito sobre o Flamengo que vemos em campo hoje.
O Mengão de Filipe Luís: Saudade da Muralha?
Vamos voltar um pouquinho no tempo. Lembram do time sob o comando do nosso ídolo Filipe Luís? Mauro Cezar lembrou, e com dados na mão. Segundo o comentarista, aquele era um time que dava gosto de ver coletivamente, uma verdadeira máquina de sufocar os adversários.
Nas palavras dele: “O time tinha boa posse de bola, pressionava muito forte, roubava bola no campo de ataque, se defendia muito bem, tomava poucos gols.” E não é achismo, não! Mauro trouxe números impressionantes para a mesa: “Foram quase 80 jogos e mais da metade não foi vazado. Melhor defesa e melhor ataque do Campeonato Brasileiro.” É fato, Nação! A gente quase não sofria gols, era uma segurança absurda lá atrás.
A Crítica que Incomodava: A Demora Para Chutar
Mas nem tudo eram flores, e a gente sabe disso. Havia uma crítica constante, um detalhe que tirava a gente do sério no sofá de casa. E o Mauro Cezar tocou exatamente nessa ferida. Aquele toque de bola envolvente, por vezes, virava um exagero. A bola não chegava no gol!
“Tinha uma questão que incomodava muita gente, inclusive a mim, que era a demora em finalizar, a hesitação. Às vezes podia arrematar e procurava mais um passe, um posicionamento, e perdia a chance”, analisou o jornalista. Quem não se lembra de gritar “CHUTA!” para a TV? Era um time que parecia querer entrar com bola e tudo, e muitas vezes a oportunidade perfeita se esvaía nesse excesso de capricho.
E o Flamengo de Jardim? Mais Gol, Menos Pressão!
Aí entra o trabalho do nosso técnico atual, Leonardo Jardim. E aqui, a análise de Mauro Cezar fica ainda mais interessante. Se com Filipe Luís pecávamos pela falta de objetividade, com Jardim a história é outra. O time chuta mais e melhor!
Mauro foi claro ao comparar os dois: “Comparando a média do Filipe com a do Leonardo Jardim, o time atual finaliza melhor, com mais precisão e faz mais gols proporcionalmente.” Isso a gente vê em campo! O time parece mais vertical, mais direto, buscando o gol com mais frequência. Ponto para o novo comando.
Só que… sempre tem um “só que”. Para ganhar essa eficiência ofensiva, parece que abrimos mão de uma característica fundamental do time anterior. E é aí que mora o perigo e o ponto central da crítica.
O Veredito de Mauro: ‘Nos Outros Quesitos, o Time do Filipe Era Mais Eficiente’
Essa foi a frase que selou a análise. Apesar de fazer mais gols, o time de Jardim, segundo Mauro, perdeu em outros aspectos coletivos cruciais. O principal? A famosa pressão pós-perda, a marca registrada daquele time de Filipe Luís.
O comentarista explicou que a vida dos nossos adversários ficou mais fácil. “Os adversários do Flamengo tinham um número muito menor de passes trocados quando saíam jogando, porque eram mais pressionados do que agora”, afirmou. Isso significa que os rivais respiram mais, conseguem sair da defesa com mais tranquilidade e, consequentemente, chegam mais perto do nosso gol.
A conclusão de Mauro Cezar é um soco no estômago: o time atual pode ser mais letal na frente, mas o time de Filipe Luís era mais completo, mais dominante como um todo. É um debate pesado, Nação! O que vale mais? Uma defesa impenetrável com um ataque que hesita ou um ataque fulminante com uma defesa que permite mais ao adversário? A discussão está aberta e o Manto Sagrado segue em busca do equilíbrio perfeito. Dale Mengão!
Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.