JARDIM ABRE MÃO DA BOLA? Números provam: Mengão mudou, mas a EFICÁCIA é a mesma de Filipe Luís!

O Mengão de Jardim joga diferente do time de Filipe Luís, mas os números não mentem: a eficácia para balançar as redes continua a mesma! Entenda a análise.

O DEBATE QUE INCENDEIA A NAÇÃO: POSSE DE BOLA OU CONTRA-ATAQUE MORTAL?

Fala, Nação Rubro-Negra! A discussão tá pegando fogo nas redes sociais, nos bares e em todo canto onde tem um coração que bate mais forte pelo Mengão: o time de Leonardo Jardim é melhor ou pior que o de Filipe Luís? Há quem sinta falta daquele domínio avassalador, com o time empurrando o adversário pra dentro do gol. Outros, já comemoram a objetividade de um time mais reativo e letal. Mas e aí? Quem tem razão?

Chega de “achismo”, torcedor! A Redação do Tudo Fla mergulhou nos números para trazer a verdade à tona. Há dois meses sob o comando do gringo, o Mais Querido mudou a cara, sim. Mas será que a eficiência mudou junto? Prepara o coração, porque os dados são surpreendentes e mostram que, no fim das contas, o que importa é bola na rede!

A ERA FILIPE LUÍS: O DOMÍNIO E A PRESSÃO CONSTANTE

Vamos voltar um pouquinho no tempo. Com o nosso ídolo e ex-lateral Filipe Luís no comando, o Flamengo era sinônimo de posse de bola. A gente se acostumou a ver o Mengo com a bola no pé, ditando o ritmo do jogo e sufocando o adversário no campo dele. Era o DNA do time, a marca registrada!

Os números não mentem. No último Brasileirão, fomos os donos da bola, com uma média impressionante de 62,1% de posse. Para você ter uma ideia da nossa soberania, o segundo colocado nesse quesito, o Corinthians, teve apenas 55,7%. Era um abismo! Contando todos os 101 jogos de Filipe no comando, a média geral foi de 61% de posse. A ordem era clara: ter a bola e não deixar o rival respirar.

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E não era só ter a bola por ter. A pressão para recuperar a posse lá na frente era insana. A equipe registrava uma média de 5,7 recuperações no último terço do campo. Ou seja, roubávamos a bola já pertinho do gol inimigo. Era um massacre tático!

A REVOLUÇÃO JARDIM: MENOS BOLA, MAIS OBJETIVIDADE

Aí chegou o português Leonardo Jardim e virou a mesa! O novo comandante trouxe seus próprios conceitos e, com eles, uma nova postura. O Flamengo de hoje não faz mais tanta questão de ter a bola o tempo todo. A estratégia é outra: esperar o erro do adversário para dar o bote fatal no contra-ataque.

Após 14 rodadas do Brasileirão 2026, o Rubro-Negro é apenas o sétimo time em posse de bola, com 53,1%. Considerando todos os 15 jogos de Jardim até agora, a média de posse cai para 52%. Uma queda considerável em relação à era anterior.

A maior prova dessa mudança de mentalidade está na pressão. Lembra das 5,7 recuperações no ataque com Filipe Luís? Com Jardim, esse número despencou para 3,1 por jogo. Uma redução de 54,4%! Isso mostra um time que marca mais atrás, é mais reativo e aposta na velocidade para ferir o oponente.

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MAS E OS GOLS? COMPARAÇÃO DA EFICIÊNCIA OFENSIVA

Ok, a gente fica menos com a bola e pressiona menos na frente. Isso significa que o time piorou? Calma, Nação! É aqui que a história fica interessante. Embora o estilo seja completamente diferente, a eficácia para criar perigo e, principalmente, para marcar gols, é MUITO parecida. Em alguns casos, até melhor!

Sim, o número de finalizações diminuiu. Com Filipe, a média era de 15,2 chutes por jogo. Com Jardim, é de 14,6. Uma diferença mínima. O que realmente importa é a qualidade, e nisso os dois trabalhos se assemelham muito, tanto no número de grandes chances criadas quanto nos gols esperados (o famoso xG).

E o mais importante de tudo? A bola na rede! A análise mostra que, na média, o time de Leonardo Jardim tem marcado MAIS GOLS que o time de Filipe Luís. Ou seja, com menos posse, com menos chutes, estamos sendo mais letais!

  • Posse de Bola (Geral): Filipe Luís (61%) vs. Leonardo Jardim (52%)
  • Recuperações no Ataque: Filipe Luís (5.7) vs. Leonardo Jardim (3.1)
  • Chutes por Jogo (Geral): Filipe Luís (15.2) vs. Leonardo Jardim (14.6)
  • Eficiência (Gols): Vantagem na média para o time de Jardim!

O VEREDITO: O MANTO SAGRADO SEGUE FORTE!

A conclusão é clara, torcedor. O Flamengo mudou, mas não perdeu o poder de fogo. Leonardo Jardim está construindo uma equipe com a sua cara: mais pragmática, talvez, mas igualmente perigosa. Deixamos de ser o time do domínio absoluto para nos tornarmos uma máquina de contra-ataques mortais.

No fim do dia, o que todo rubro-negro quer é comemorar títulos. E os números mostram que, seja com o estilo de Filipe Luís ou com o de Leonardo Jardim, o Flamengo continua sendo um time extremamente eficaz e candidato a tudo. O Manto Sagrado é pesado demais, e quem o veste sabe a responsabilidade. Pra cima deles, Mengão!

Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.