É ISSO QUE A GENTE QUER VER! Que noite, Nação Rubro-Negra! O Maracanã pulsou, a torcida deu show e o Flamengo carimbou a vaga para as quartas de final da Libertadores de 2026 com uma vitória GIGANTE por 2 a 1 sobre o Cruzeiro. Mas, para além do resultado, o que vimos em campo foi a alma do Mengão de volta. E quem cravou isso foi o comentarista Mauro Cezar Pereira.
Durante o programa ‘Posse de Bola’, Mauro não teve dúvidas: foi a melhor atuação do Mais Querido nesta edição da competição continental. Ele apontou o fator-chave que explica não só a vitória, mas a exibição de gala que sufocou o time mineiro, principalmente no primeiro tempo.
O Mengão de Verdade Voltou!
Quem viu o início do jogo sentiu o cheiro de sangue no ar. Era o Flamengo que a gente ama: agressivo, com a bola no pé, pressionando lá em cima e não deixando o adversário respirar. Mauro Cezar descreveu com perfeição o que todo rubro-negro sentiu nas arquibancadas e em casa.
“Tirando o aspecto da dificuldade para converter em gol as chances criadas, o primeiro tempo do Flamengo foi realmente de manual”, analisou o comentarista. E que manual, meus amigos! Era um rolo compressor em vermelho e preto.
Os números que Mauro trouxe só confirmam o massacre. “Teve um momento, quase na metade do primeiro tempo, em que o Cruzeiro tinha 28% de posse de bola, não conseguia trocar três passes”, destacou. Isso não é um jogo, é um monólogo! O Cruzeiro, que segundo o próprio Mauro é uma “ótima equipe”, parecia um time amador, completamente “assustado” com a atmosfera do Maraca.
Foram incríveis 10 finalizações do Mengão em apenas 17 minutos! Isso mesmo, DEZ! Enquanto o time mineiro batia cabeça, o Rubro-Negro pressionava, recuperava a bola e partia para cima de novo e de novo. Era o DNA do Flamengo em sua mais pura forma.
Jardim ouviu a Nação (e os jogadores)!
A grande virada, segundo Mauro Cezar, não foi só no placar, mas na cabeça do nosso técnico. Leonardo Jardim, que vinha insistindo em um estilo de jogo de transição rápida, finalmente entendeu que o elenco do Flamengo foi montado para outra coisa: para ter a bola, para propor o jogo, para ser protagonista.
“O técnico insistiu durante um período em colocar o time para jogar de uma forma que é inadequada com relação ao perfil do elenco”, apontou Mauro, ecoando uma crítica que boa parte da Nação já fazia. Jogar no contra-ataque dentro do Maracanã? Com o Manto Sagrado? Como disse o comentarista, é “inadequado e inaceitável”.
A mudança veio, e não foi por acaso. Mauro revelou que conversas aconteceram nos bastidores e os próprios jogadores entraram em ação. E aqui, mérito para o comandante: “ele cedeu de forma inteligente para permitir que o time jogue à sua maneira”. Isso não é teimosia, é inteligência. É entender o material humano que tem nas mãos e extrair o melhor dele.
O resultado? “Naturalmente, melhorou o futebol do time”, completou Mauro. Simples assim. Quando o Flamengo joga como Flamengo, a mágica acontece.
A Noite Mágica no Maraca: Gol a Gol!
A classificação foi construída com a raça e a técnica que a gente exige. Depois de um empate suado por 1 a 1 lá no Mineirão, a decisão ficou para o nosso templo sagrado. E o time correspondeu à altura.
A festa começou com ele, o gênio da camisa 14. Arrascaeta, sempre decisivo, abriu o placar e fez o Maracanã explodir. A tranquilidade, no entanto, durou pouco. Em um vacilo, vimos Lucas Romero empatar para o Cruzeiro, trazendo aquele frio na espinha que só um jogo de Libertadores proporciona.
Mas este time tem estrela. Este time tem poder de reação. E coube a Samuel Lino, o herói improvável da noite, marcar o gol da vitória, o gol da classificação! O placar de 2 a 1 sacramentou o que vimos em campo: a superioridade absoluta do Mais Querido do Brasil.
Agora estamos nas quartas de final e o recado está dado. Quando o Flamengo joga com a sua identidade, com a bola no pé e com o apoio da maior torcida do mundo, é quase impossível de ser batido. Que venha o próximo! SRN!
Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.