LÉO ORTIZ REVELA O SEGREDO! O pacto que blindou o Mengão e garantiu a vaga na Liberta

Zagueiro Léo Ortiz revela como o elenco se fechou contra a crise, superou bastidores quentes e focou para seguir vivo na Libertadores. A união fez a força!

Flamengo v Cruzeiro — Foto: Ricardo Moraes / Reuters

De ‘Crise na Gávea’ a ‘Rumo às Quartas’ em um piscar de olhos!

Quem é Rubro-Negro de verdade sabe como funciona. Existe um interruptor na Gávea que, quando acionado, muda o nosso mundo do caos absoluto para a glória iminente. Da famosa “crise na Gávea” para o grito de “rumo a Tóquio”, a distância é curta. E as oitavas de final da Libertadores foram a prova viva disso, Nação!

Entramos na fase de mata-mata sob uma pressão gigantesca. Não era só pelo futebol abaixo do esperado depois da Copa do Mundo, mas por um dia a dia que parecia um barril de pólvora. Mas o que se viu em campo? Um time com alma, com sangue nos olhos, que traduziu a união que foi construída nos bastidores. Avançamos, e avançamos porque o Mengão soube se fechar e calar o barulho de fora.

A Janela da Discórdia e a Pressão Desnecessária

Vamos ser sinceros, a janela de transferências foi um show de horrores. A diretoria, que primeiro disse que não faria loucuras, mudou de ideia e foi com tudo para cima de alvos caros como Thiago Almada e Luiz Henrique. O resultado? Duas novelas que se arrastaram, expuseram nossas fragilidades e não deram em nada.

O que era pra ser uma operação rápida para reforçar o time para as oitavas virou um circo. Vazamentos de informações, entrevistas que mais atrapalharam do que ajudaram, e uma pressão absurda criada em cima de um elenco que já é bom pra caramba. Até os pedidos públicos do técnico Leonardo Jardim por reforços pegaram mal internamente. A Nação sentiu o incômodo, e o elenco também.

Publicidade

Pra piorar, a conversa sobre os salários altíssimos que esses alvos receberiam gerou um mal-estar. Jogadores importantes, com contrato perto do fim e esperando uma renovação, viram o clube disposto a gastar rios de dinheiro lá fora. Outros que tinham promessas de valorização salarial continuam na espera. Isso não se faz com quem honra o Manto Sagrado todo dia!

“Nos Fechamos e Focamos”: A Voz da Experiência de Léo Ortiz

No meio de todo esse furacão, a voz da razão veio de dentro do campo. O nosso xerife Léo Ortiz resumiu perfeitamente o que mudou a chave para o Mais Querido. As palavras dele são o retrato da força desse grupo. Se liga na visão do monstro!

“A mentalidade do grupo, de se fechar e focar no que tinha que ser feito, foi determinante. A energia que a gente veio para os jogos, principalmente nos de mata-mata, mas também nos jogos contra o Vitória aqui em casa e contra o Mirassol. Focar e correr todo mundo junto. Acho que nos juntando, como unidade, defendendo os 11, atacando os 11, fazendo o que a gente sabe, é muito difícil de vencer o nosso time”, cravou o zagueiro.

Ortiz continuou, mostrando a consciência do elenco: “Foi essa mentalidade de se fechar e saber que agora é um momento muito crucial de muitas decisões, não só no mata-mata, mas também no Campeonato Brasileiro. Nosso time cresce muito nesse momento e sabe lidar com esses jogos. Não tem brecha para baixar pela margem de erro”. É essa a atitude que a gente quer ver! É o espírito do Flamengo!

Publicidade

A Faxina nos Bastidores: Silêncio e União Forçada

Diante do caos, a solução foi drástica e necessária: fechar a casinha. A ordem, vinda do presidente Bap, foi clara: chega de declarações que possam piorar o ambiente. O foco era um só: o campo. Até negociações importantes, como a renovação do chileno Pulgar, foram colocadas em espera para que toda a atenção estivesse no confronto da Libertadores. Agora, com a vaga garantida, essa conversa deve avançar.

Mas não foi só isso. No período de 10 dias sem jogos, os próprios jogadores se cobraram. Tentaram aparar as arestas com o técnico Leonardo Jardim, conversando sobre a filosofia de jogo para encontrar um caminho onde o elenco se sentisse mais confortável. É isso, o diálogo é a base de tudo!

Houve até uma reunião tensa no CT entre o diretor de futebol José Boto, o presidente Bap e as lideranças do elenco. A pauta era a avaliação do trabalho do treinador, mas o clima foi de desconforto geral. A verdade é que a relação com Boto não é das melhores. Segundo as informações, ele não tem uma boa sintonia com quem vive o dia a dia do Ninho e não conquistou a confiança dos atletas. Até a relação de Jardim com o departamento médico, que já vinha com atritos e cobranças públicas, foi colocada em modo ‘pausa’ para não gerar mais ruído.

O Flamengo Unido é Imparável

O resultado de todo esse movimento foi a classificação. Foi a prova de que, quando este grupo decide jogar um pelo outro, não tem pra ninguém. A blindagem contra a crise externa e a resolução, mesmo que temporária, dos conflitos internos, foram o combustível que precisávamos.

Essa classificação não foi só uma vitória no campo, foi uma vitória nos bastidores. Mostrou que a força do Mengão vem de dentro, da união do elenco e da capacidade de se reerguer nos momentos mais difíceis. Que essa mentalidade de “unidade”, como disse Léo Ortiz, seja o nosso guia para o resto da temporada. Porque quando o Flamengo joga como Flamengo, o final a gente já sabe. Pra cima deles, Mengão!

Informações com base em reportagem do ge.globo.com.