ACABOU O CHORO! ESPECIALISTA CONFIRMA: NÃO FOI GOL!
É ISSO, NAÇÃO! Acabou a discussão, o mimimi, o choro dos rivais! Aquele lance que parou o Maracanã, que fez nosso coração rubro-negro bater mais forte, teve um veredito final. E a notícia é a melhor possível: a bola NÃO entrou! Quem bateu o martelo foi a ex-árbitra e especialista Ana Paula Oliveira, que deu uma verdadeira aula e confirmou que a decisão de campo na partida da Libertadores contra o Cruzeiro foi absolutamente perfeita.
Vamos relembrar o momento que quase nos matou do coração. Início do segundo tempo, o Mengão na frente, e o Cruzeiro acha um lance de perigo. A bola vai em direção ao nosso gol e o nosso herói, o camisa 21 Jorginho, se joga de corpo e alma para fazer um corte MILAGROSO em cima da linha. Um lance de raça, de entrega, digno do Manto Sagrado!
Claro que a torcida adversária e parte da imprensa já começaram o falatório: ‘entrou!’, ‘foi garfado!’. Mas a calma e a precisão da arbitragem prevaleceram. O árbitro uruguaio Gustavo Tejera, muito seguro, manteve a decisão de campo e mandou o jogo seguir, sem nem precisar ir à cabine do VAR para conferir. E agora, temos a confirmação técnica de que ele estava certíssimo!
A AULA DE ARBITRAGEM DE ANA PAULA OLIVEIRA
Em sua análise, Ana Paula Oliveira foi cirúrgica. Ela não deixou margem para dúvidas e explicou por que a decisão foi acertada, calando a boca de todos os secadores. A regra é clara, e ela fez questão de detalhar para quem ainda tinha alguma esperança de invalidar a nossa vitória.
“Para ser gol, a bola precisa ultrapassar completamente a linha de meta, postes e travessão”, iniciou a especialista, já pondo um ponto final na discussão. Ela ainda trouxe uma informação que muitos torcedores não sabem: a linha do gol, os postes e o travessão têm a mesma largura, exatos 12 centímetros, justamente para servirem de referência em lances como esse.
“Se eu não consigo detectar pelo solo, vou utilizar como referência os postes e o travessão para decidir se essa bola entrou ou não”, explicou Ana Paula. Ou seja, não tem ‘quase gol’. Ou a bola passa inteira, com toda a sua circunferência, ou o jogo segue. Simples assim!
VAR AGIL CORRETAMENTE: SEM IMAGEM, SEM GOL
A especialista também elogiou a atuação do árbitro de vídeo. Segundo ela, o VAR agiu exatamente como manda o protocolo. Eles checaram o lance e não encontraram NENHUMA imagem que comprovasse um erro da decisão de campo. Pelo contrário.
“O VAR checa, inclusive libera uma imagem — a imagem provavelmente a melhor imagem que eles tinham à disposição —, mostrando que a circunferência da bola estava sobre a linha ou estava alinhada com os postes. Desta forma, essa bola não tinha entrado completamente”, complementou Ana Paula Oliveira. A regra é clara: na ausência de uma prova cabal de erro, a decisão do juiz de campo prevalece. E foi exatamente o que aconteceu.
Fica a lição para os rivais: não adianta pressionar. Contra a regra e contra a imagem, não há argumento. O lance de Jorginho foi uma defesa espetacular, legal e que garantiu a justiça no placar do Maraca.
UM PASSEIO NO PRIMEIRO TEMPO
Vale lembrar que, antes desse lance, o que se viu no Maracanã foi um domínio absoluto do Mais Querido. O time do técnico Jardim amassou o Cruzeiro desde o primeiro minuto, criando chances e mostrando a força do Mengão na Libertadores.
O prêmio por essa superioridade veio aos 34 minutos, dos pés do nosso gênio uruguaio. Arrascaeta, sempre ele, iniciou uma tabelinha espetacular com o nosso centroavante Pedro e soltou uma bomba, um chutaço indefensável que estufou as redes do goleiro Otávio. Um golaço para coroar uma atuação de gala do Mais Querido do Brasil.
Portanto, a vitória foi construída com talento, raça e, como ficou provado, dentro da regra. Que sigam chorando, enquanto o Mengão segue vencendo. Dale Mengão! SRN!
Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.