FLAMENGO NAS QUARTAS, E O CHORO É LIVRE!
É isso, Nação! Ganhamos! O Mengão venceu o Cruzeiro por 2 a 1 na última quarta-feira, dentro de um Maracanã pulsando, e carimbou o passaporte para as quartas de final da Copa Libertadores. Mas, como sempre, não foi uma vitória qualquer. Foi uma vitória à la Flamengo: com raça, com golaço, com emoção e, claro, com o choro desesperado dos nossos rivais. A internet veio abaixo com a secada, mas aqui não, meu amigo. Aqui é Flamengo!
O protagonista da noite, além dos nossos craques que balançaram as redes, tem nome e sobrenome: JORGINHO! O nosso guerreiro protagonizou um lance que vai ficar na memória, um verdadeiro milagre que salvou o Mais Querido e gerou uma onda de reclamação dos secadores de plantão. Eles não se conformam com a nossa grandeza!
O LANCE QUE PAROU O BRASIL (E FEZ OS RIVAIS SURTAREM)
Vamos desenhar para quem ainda está tentando entender o que aconteceu. Segundo tempo, cronômetro marcando três minutos. O coração da Nação Rubro-Negra parou por um instante. Uma bola cruzada na nossa área, traiçoeira, enganou o nosso goleiro Rossi e foi morrendo em direção ao gol.
Parecia perdido. O gol dos caras parecia certo. Mas aí, meus amigos, apareceu um anjo rubro-negro. Jorginho, com um sangue frio de veterano e uma vontade de vencer que só quem veste o Manto Sagrado entende, tirou a bola EXATAMENTE em cima da linha. Foi no limite, no último suspiro, uma defesa de zagueiro com alma de atacante!
Claro que a turma do amendoim começou o espetáculo. O lance foi para o VAR. Minutos de uma tensão absurda tomaram conta do Maraca. E a decisão veio, límpida como água: NÃO ENTROU! A tecnologia, que eles tanto amam quando é a favor deles, cravou que a bola não ultrapassou totalmente a linha. Lance legal, jogo que segue e choro que começa.
Nas redes sociais, foi o que se viu: torcedores de clubes rivais, que deveriam estar preocupados com seus próprios times, passaram a noite questionando a marcação. Criaram teorias, postaram prints borrados, fizeram de tudo para manchar nossa classificação. Mal sabem eles que isso só fortalece o nosso lema: contra tudo e contra todos!
UM PRIMEIRO TEMPO DE GALA NO MARACA
Mas a nossa vitória não se resume a esse lance. Quem assistiu ao jogo viu um domínio avassalador do Flamengo no primeiro tempo. O time do técnico Jardim amassou o Cruzeiro. A bola não parava de rondar a área deles. O Cruzeiro estava apático, assistindo ao Mengão jogar.
Principalmente pelo nosso lado esquerdo, a gente deitava e rolava. E foi por ali que a genialidade floresceu. Aos 34 minutos, o nosso maestro Arrascaeta resolveu fazer o que faz de melhor: mágica. Ele tabelou com o artilheiro Pedro, recebeu na frente e soltou uma bomba, um chutaço indefensável! O goleiro Otávio só olhou. Golaço! O Maracanã explodiu! Fomos para o intervalo com a vitória parcial e a certeza de que o placar poderia ser ainda mais elástico.
SUSTO E REAÇÃO DE QUEM É GIGANTE
O futebol, no entanto, é uma caixinha de surpresas. O Cruzeiro voltou diferente para o segundo tempo e logo nos primeiros minutos, levou perigo. Primeiro, com a tal bola que o Jorginho salvou. E no lance seguinte, eles conseguiram o empate. O ex-jogador Gerson, que hoje defende as cores deles, achou Romero, que chutou cruzado e marcou.
Foi um baque? Foi. Um susto? Sim. Mas este é o Flamengo! A nossa capacidade de reação é o que nos distingue. Não sentimos o golpe. Pelo contrário, fomos pra cima com ainda mais vontade, empurrados pela maior torcida do mundo!
E a resposta veio rápido! Aos 16 minutos, a Nação explodiu de alegria mais uma vez. O gol da classificação, o gol da vitória, o gol que calou de vez os críticos e nos colocou onde merecemos estar. O gol que veio com Samuel Li… e selou o placar final em 2 a 1.
No fim das contas, o que importa está no placar e na tabela. O Flamengo está nas quartas de final da Libertadores. O lance do Jorginho não foi ‘polêmico’, foi HEROICO. E enquanto os rivais perdem tempo chorando nas redes sociais, nós seguimos sonhando com a Glória Eterna. Dale, Mengão! SRN!
Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.