‘SOU GILVAN DO FLAMENGO!’: Fotógrafo do Mengão se emociona, revela bastidores e elege suas fotos eternas!

Por trás das lentes que eternizam a glória do Mengão, um coração rubro-negro bate forte. Conheça a história de Gilvan de Souza, o fotógrafo da Nação!

Gilvan de Souza em entrevista ao ge.globo — Foto: Marcello Neves/ge.globo

‘Meu sobrenome mudou, agora é Flamengo’

Tem gente que trabalha no Flamengo. E tem gente que É o Flamengo. Gilvan de Souza, o homem por trás das lentes que registram nossa história, pertence ao segundo grupo. Para a Nação Rubro-Negra, ele não é apenas um fotógrafo. Ele é o “Gilvan do Flamengo”, e essa alcunha, conquistada com mais de 10 anos de dedicação, diz tudo sobre sua alma rubro-negra.

Em uma reportagem emocionante do portal ge para celebrar o Dia Mundial da Fotografia, direto do Ninho do Urubu, Gilvan abriu o coração. Ele, que vive escondido atrás da câmera, se tornou um personagem amado pela Maior Torcida do Brasil, e a razão é simples: seu trabalho transpira paixão pelo Manto Sagrado.

“Jamais imaginei trabalhar em um clube de futebol. […] Até brinco com as pessoas que acho que meu sobrenome mudou. Ninguém me conhece mais como Gilvan de Souza, sempre me associam ao Flamengo. Isso é tão curioso porque eu fico por trás das câmeras. Eu não apareço, não boto foto minha, é mais foto de trabalho. Mas mesmo assim as pessoas me associam ao Flamengo. Ficou muito marcado”, confessou o fotógrafo, tentando, em vão, segurar a emoção.

É isso, Nação! O cara virou sinônimo do Mais Querido. Quando você vê aquela foto espetacular, aquele ângulo perfeito do gol, aquela imagem que vira pôster e papel de parede, pode apostar: tem o dedo e o coração do Gilvan ali. Ele não só registra a história, ele a sente como nós.

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Estreia com drama, redenção e um gol para a eternidade

A trajetória de Gilvan com o Manto Sagrado começou em 2014, e como tudo no Flamengo, foi com uma intensidade avassaladora. Logo em seu primeiro jogo, a amarga eliminação na Libertadores para o León, dentro de um Maracanã lotado. Era o roteiro perfeito para a zoeira dos rivais, que já queriam colar nele a fama de “pé frio”. Mas o destino reservava algo grandioso.

Pouco tempo depois, veio a final do Campeonato Carioca. E não era uma final qualquer. Era contra o nosso maior rival, o Vasco. O jogo se arrastava, o título parecia escorrer por entre os dedos. O Flamengo caminhava para a derrota até os 45 minutos do segundo tempo. O desespero já tomava conta das arquibancadas.

Foi então que o improvável aconteceu. O gol de Márcio Araújo! Um gol chorado, suado, um gol com a cara do Flamengo. E lá estava Gilvan, no lugar certo e na hora certa, para eternizar a explosão de alegria que lavou a alma da Nação. A fama de “pé frio” foi enterrada ali, naquele clique, naquele grito de campeão que ecoou pelo Maraca. Ele sabia, desde aquele momento, que trabalhar no Mengão seria uma montanha-russa de emoções.

A glória de 2019 e a foto que simboliza um ano mágico

Se hoje a Libertadores é nossa obsessão e nosso território, Gilvan viveu um hiato doloroso nessa história. Em 2019, o ano que mudou tudo, que encerrou um jejum de 38 anos e nos colocou de volta no topo da América, ele não estava no clube. Uma daquelas ironias que só o futebol proporciona. O homem que vive para fotografar o Flamengo não pôde registrar, de dentro do campo, o momento mais glorioso das últimas décadas.

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Mas quem disse que ele ficou de fora da festa? A conexão de Gilvan com o clube é tão forte que transcende a presença física. Em suas palavras, ele revelou um segredo que mostra o tamanho de sua sintonia com o Rubro-Negro.

“Nada é por acaso. Mas eu tenho uma foto que pode representar 2019”, disse ele na entrevista, deixando um mistério no ar. Mesmo de longe, ele conseguiu capturar a essência daquele time, daquela torcida, daquela conquista. A imagem que, para muitos, resume a sintonia perfeita entre o Flamengo e a sua gente, tem a assinatura dele. Isso não é um emprego, é uma missão.

O legado de quem enxerga com o coração

A história de Gilvan de Souza é a prova de que o Flamengo é feito de milhões de corações apaixonados, dentro e fora das quatro linhas. Ele é o nosso olho no campo, o guardião de nossas memórias mais preciosas. Cada clique seu não é apenas uma imagem, é um pedaço da nossa alma, congelado para sempre.

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Ele pode até dizer que fica por trás das câmeras, mas para a Nação Rubro-Negra, ele está sempre na linha de frente, batalhando junto, sofrendo junto e, principalmente, glorificando o nosso Manto Sagrado. Obrigado por tudo, Gilvan do Flamengo! Que suas lentes continuem registrando as glórias que ainda estão por vir. SRN!

Informações com base em reportagem do ge.globo.com.