Sinal de alerta ligado na Gávea, Nação!
Aquele calafrio na espinha que todo Rubro-Negro sente quando um dos nossos pilares balança. O nome da vez é Erick Pulgar, o nosso xerife, o cão de guarda do meio-campo que virou titular absoluto e homem de confiança do técnico Leonardo Jardim. A notícia não é boa: o chileno tem uma oferta da Arábia Saudita e, o pior de tudo, uma multa rescisória que é praticamente um convite para levá-lo embora do Mais Querido.
A situação é crítica e exige atenção máxima da nossa diretoria. Não podemos vacilar e correr o risco de perder uma peça tão fundamental no esquema do Mengão por uma quantia irrisória para o futebol mundial. A Nação Rubro-Negra está de olho e a preocupação é enorme!
Uma multa que virou promoção: R$ 20 milhões para levar nosso craque
Vamos aos fatos que tiram o nosso sono. O contrato de Pulgar com o Mengão vai até o final de 2027, mas existe uma cláusula perigosa. Desde julho, a multa rescisória do volante caiu para apenas 4 milhões de dólares, o que dá cerca de R$ 20,3 milhões na cotação atual. É isso mesmo que você leu. Um valor baixíssimo por um jogador do calibre dele, titular da seleção chilena e peça essencial no nosso time.
Com esse valor no mercado, o assédio se torna inevitável. O Neom, clube da Arábia Saudita, já acenou com uma proposta, e outros clubes do exterior certamente estão de olho nessa oportunidade de ouro. É uma verdadeira pechincha que coloca o futuro do nosso camisa 5 em xeque.
Cabo de guerra: a pressa do staff e o incômodo do Flamengo
A negociação virou um verdadeiro cabo de guerra. De um lado, o estafe de Erick Pulgar tem pressa para definir o futuro do jogador. Querem uma resolução rápida: ou o Flamengo melhora o contrato, ou eles ouvirão com mais carinho as propostas de fora. É uma jogada clara de pressão, e eles têm a faca e o queijo na mão com essa multa baixa.
Do outro lado, a diretoria do Flamengo, embora reconheça a importância do jogador, sente um certo incômodo. Afinal, o contrato do chileno foi renovado em março do ano passado, com aumento salarial e extensão do vínculo. Ter que reabrir as negociações com o jogador de 32 anos apenas uma temporada depois gera um desconforto interno. Mas a verdade é uma só: o erro foi ter aceitado uma cláusula de saída tão baixa.
O fantasma de Gerson: um erro que não pode se repetir!
Se essa história parece familiar, é porque já vivemos esse pesadelo. A situação de Pulgar é assustadoramente parecida com o episódio que culminou na saída de Gerson, hoje no Cruzeiro, no meio do ano passado. Lembram? O Coringa também tinha renovado, também era peça vital, e também tinha uma multa que, embora maior, foi paga sem dó pelo Zenit, da Rússia.
Na época, os russos depositaram 25 milhões de euros (cerca de R$ 160 milhões) e levaram nosso craque. O Flamengo não pôde fazer absolutamente nada para impedir a transferência. A cláusula estava no contrato e, uma vez paga, a decisão fica com o atleta. A diretoria parece não ter aprendido a lição. Permitir uma cláusula de saída tão baixa para um titular absoluto é um erro amador que pode custar muito caro de novo.
Fica, Pulgar! O desejo é pela permanência
Apesar de todo esse cenário preocupante, existe uma luz no fim do túnel: o interesse na permanência é mútuo. Pulgar, que completou quatro anos vestindo o Manto Sagrado neste mês, já deixou claro que sua preferência é continuar no Rio de Janeiro, defendendo o Mais Querido. Ele se sente em casa e sabe da sua importância para o time.
O clube e o técnico Leonardo Jardim também não querem nem pensar em perder o volante. Encontrar uma reposição à altura no mercado seria uma tarefa difícil e cara. O problema, como quase sempre, esbarra nas diferenças financeiras. O acordo ainda não saiu do papel por causa de valores.
Agora, a bola está com a diretoria. É hora de agir com a grandeza do Flamengo, reconhecer o valor de quem honra nosso Manto e resolver essa pendência. Perder Erick Pulgar por R$ 20 milhões seria uma mancha na gestão e um baque gigantesco para nossas ambições na temporada. A Nação exige uma solução! SRN!
Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.