QUE ATUAÇÃO, NAÇÃO! MENGÃO DOMINA E VENCE!
É disso que a gente gosta! Depois de 10 longos dias de espera, o Mengão voltou a campo e fez o que se espera dele: amassou o adversário e garantiu mais três pontos no Brasileirão! O placar de 2 a 0 contra o Vitória pode parecer magro pelo volume de jogo, mas a superioridade do Mais Querido foi ABSURDA do início ao fim. E em um jogo com muitos destaques, um nome brilhou mais forte que todos: Erick Pulgar!
O chileno não só controlou o meio-campo com a maestria de um general, como também marcou um GOLAÇO para abrir o placar e lavar a alma da Nação Rubro-Negra. Foi uma noite para celebrar, mas também para analisar quem realmente está vestindo o Manto com a raça que ele exige. Vamos às notas e à análise de quem jogou bola de verdade! SRN!
O MAESTRO CHILENO: PULGAR IMPERIAL!
Tem jogador que parece que nasceu pra vestir nossa camisa, e Erick Pulgar é um deles. Que partidaça do nosso volante! Ele foi, sem sombra de dúvidas, o dono do jogo. Controlou o ritmo, desarmou, construiu e, como se não bastasse, resolveu destravar a partida quando o time mais precisava.
Aos 13 minutos do primeiro tempo, quando o Mengão pressionava mas a bola teimava em não entrar, ele acertou uma PINTURA de fora da área. Um foguete! Foi o gol que quebrou a retranca do Vitória e deu a tranquilidade que o time precisava. Pulgar foi onipresente, um verdadeiro leão no meio-campo, não dando qualquer chance ao adversário. Atuação de gala, para emoldurar e mostrar para todo garoto do Ninho como se joga no Flamengo.
MURALHA RUBRO-NEGRA: SEGURANÇA LÁ ATRÁS
Uma grande equipe começa por uma defesa sólida, e a nossa hoje esteve praticamente impecável. O Vitória veio para se defender e mal conseguiu passar do meio-campo, o que diz muito sobre a postura do nosso sistema defensivo.
- Goleiro: Foi um mero espectador de luxo. Acho que ele comprou ingresso e ficou assistindo ao show do Mengão do melhor lugar do estádio. Quase não foi testado.
- Lateral-direito: Partida GIGANTE! Seguro na marcação e uma válvula de escape fundamental no ataque, dando amplitude e criando opções para as nossas jogadas. Jogou muito!
- Zagueiro 1 (o que voltou de lesão): Que felicidade ver a nossa dupla de zaga titular reunida de novo! Depois de mais de dois meses parado, ele voltou com a segurança de sempre. Ficou mais posicionado, guardando a nossa casa enquanto o time avançava. Atuação muito boa para pegar ritmo.
- Zagueiro 2: O pilar da nossa defesa. É simplesmente fundamental, tanto para defender quanto para iniciar a construção das jogadas com qualidade. Quase nos presenteou com um golaço aos 16 minutos do primeiro tempo, mas o goleiro deles fez um milagre. É um líder em campo.
- Lateral-esquerdo: Fez um bom jogo, sendo muito acionado pelo lado esquerdo, por onde o Flamengo mais atacou. Faltou um pouco mais de capricho na hora de tomar a decisão final, no último passe ou no cruzamento, mas foi um jogo seguro e de muita entrega.
SALA DE MÁQUINAS: ALTOS E BAIXOS NO MEIO
O nosso meio-campo teve momentos de pura magia e outros de uma participação mais discreta. A qualidade está ali, mas o encaixe ainda precisa de ajustes para que todos rendam o seu máximo.
De la Cruz: A gente sabe do potencial absurdo que ele tem, mas a verdade é que ele ainda está longe de ser aquele protagonista que esperamos. Talvez o esquema tático do Jardim não o favoreça, talvez seja só uma fase técnica ruim. Ele não chegou a ser mal, longe disso, mas foi bem menos participativo do que seu talento permite. Acabou substituído aos 27 do segundo tempo e a gente fica na torcida para ele reencontrar logo seu melhor futebol.
Arrascaeta: O nosso Mago! Mesmo sem estar 100%, ele entrega qualidade. Teve uma boa atuação, flutuando entre o meio e a ponta, criando espaços e dando passes que só ele vê. Cometeu alguns erros, é verdade, mas a sua presença em campo já intimida qualquer adversário. Foi sacado aos 19 do segundo tempo, claramente sendo poupado para a batalha da Libertadores. Decisão corretíssima!
ATAQUE: BH27 ENTRA E RESOLVE!
Lá na frente, o time criou, buscou, mas faltava aquele toque final. Até que ele entrou. O homem que tem a velocidade no sangue e o gol no DNA. Bruno Henrique!
- Ponta-direita titular: Uma noite para esquecer. Cometeu muitos erros e produziu muito pouco. Tentou, se movimentou, mas não foi efetivo. Com todo respeito, a insistência do Jardim nele precisa ser revista. O Manto Sagrado é pesado. O único ponto positivo foi ter puxado o contra-ataque que resultou no segundo gol.
- Centroavante titular: Brigou muito, foi participativo e incomodou a zaga adversária o tempo todo, chamando a marcação e abrindo espaços. No entanto, pecou no posicionamento em alguns lances, ficando por um triz de alcançar a bola. Foi substituído aos 27 minutos.
- Lino: Começou o jogo voando! No primeiro tempo, foi muito bem, alternando com Arrascaeta e se apresentando para criar alternativas. Deu uma caída de ritmo na segunda etapa e cometeu alguns erros que atrapalharam a progressão das jogadas. Saiu aos 27.
QUEM VEIO DO BANCO INCENDIOU O JOGO!
As substituições do Mister Jardim surtiram efeito e deram um novo gás ao time na reta final.
- Substituto de Arrascaeta (entrou aos 19′): Entrou MUITO bem! Voltando de lesão da Copa do Mundo, deu outra dinâmica ao time. O ritmo do Mengão subiu e a equipe cresceu de produção com ele em campo. Ótimo retorno!
- Substituto de De la Cruz (entrou aos 27′): Entrou com o pé na porta! Ajudou o Flamengo a retomar o controle total do meio-campo e, segundo a análise, foi até melhor que Jorginho e Pulgar no período em que esteve em campo. Que entre assim mais vezes!
- BRUNO HENRIQUE (entrou aos 27′): O REI! O predestinado! Entrou e DECIDIU o jogo. Simples assim. Num momento em que a partida ficava perigosa com a vantagem mínima, ele fez o que faz de melhor: usou sua velocidade absurda no contra-ataque e fuzilou para o gol. 2 a 0, fatura liquidada. BH27 é outro patamar!
- Substituto de Lino (entrou aos 27′): Também entrou bem, ajudando a melhorar a dinâmica pela ponta. Poderia ter tomado algumas decisões melhores perto da área, mas mostrou vontade.
A ANÁLISE DO MISTER JARDIM
O professor teve 10 dias para trabalhar e o resultado foi um time com uma atuação excelente no primeiro tempo, dominante e agressivo. O ritmo caiu um pouco na segunda etapa, o que é natural, mas o importante é que o Vitória não nos ameaçou em momento algum. Fica a lição: precisamos ser mais eficientes e transformar esse domínio avassalador em mais gols para não correr riscos desnecessários. Mas o caminho é esse. Dale Mengão!
Informações com base em reportagem do ge.globo.com.