JARDIM AVISOU! Mengão perde tempo com Almada e agora corre contra o relógio!

O Mister pediu, a Nação esperou, mas a diretoria gastou tempo precioso em novelas com Almada e Luiz Henrique. E agora, Mengão?

Leonardo Jardim durante entrevista coletiva no Flamengo (Foto: Lucas Bayer/Lance!)

É de cortar o coração, Nação! A janela de transferências, que deveria ser um período de esperança e reforço do nosso elenco, está se tornando um filme de terror com roteiro repetido. O Flamengo, o Gigante do Brasil, se expôs, brigou, negociou, mas no fim do dia, o que sobrou foram duas novelas com final triste: Thiago Almada e Luiz Henrique não vestirão o Manto Sagrado. E o pior? O tempo precioso que gastamos nessas sagas pode custar caro na Libertadores.

A verdade dói, mas precisa ser dita. Enquanto nosso rival nas oitavas, o Cruzeiro, trabalhava em silêncio e trazia SEIS reforços para o seu elenco, a diretoria do Mengão focava todas as suas energias em duas operações complexas e que, no fim, não deram em nada. O argentino Thiago Almada preferiu nossos rivais continentais do River Plate. Já a negociação por Luiz Henrique, do Zenit, esbarrou nos altos valores e foi encerrada. Respeitamos a cautela financeira, mas a pergunta que fica é: valeu a pena gastar semanas preciosas em alvos tão difíceis?

O Mister Cantou a Pedra, Mas Ninguém Ouviu?

O mais frustrante para a Nação Rubro-Negra é saber que nada disso é surpresa. Nosso comandante, Leonardo Jardim, um técnico que entende de futebol como poucos, já vinha alertando sobre as carências do elenco há meses! Não foi um, mas vários avisos. A diretoria não pode dizer que foi pega de surpresa.

Vamos aos fatos, torcedor. Em 30 de maio, em plena luz do dia, o Mister foi claro como a água: “Nesse momento, a meia está um pouco no Arrascaeta e, às vezes, no Carrascal. Poderíamos ter um jogador ali diferente.” Ele desenhou! Precisávamos de um cérebro para o time, uma alternativa ao nosso mágico Arrascaeta.

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O tempo passou, e a necessidade só aumentou. Em 7 de julho, Jardim voltou a martelar na mesma tecla, ampliando o diagnóstico: “Falei que nosso meio-campo ofensivo e mais um ponta seriam interessantes.” Estava ali, em alto e bom som: o Flamengo precisava de um meia, um ponta e, como já se sabia, um centroavante. O mapa da mina estava nas mãos da diretoria. O que foi feito?

A Novela Argentina: Viagem Perdida e Fim Melancólico

A primeira grande aposta foi em Thiago Almada. Um nome que empolgou parte da torcida, sem dúvida. O Mengão, pacientemente, esperou o fim da Copa do Mundo para avançar, já que o jogador estava com a seleção argentina. A partir daí, começou uma saga que se arrastou por, no mínimo, duas longas semanas.

A situação chegou a um ponto tão crítico que nosso dirigente, José Boto, precisou pegar um avião para a Argentina. A missão? Voltar com uma resposta definitiva. A Nação prendeu a respiração, esperando o anúncio da contratação. Mas o que aconteceu foi um banho de água fria. Boto retornou ao Rio sem a definição que buscava e com uma declaração que já soava como derrota: o Flamengo não entraria em leilão pelo jogador.

Pouco tempo depois, a confirmação do que temíamos: Almada escolheu o River Plate. Perdemos não só um alvo, mas um tempo precioso que jamais será recuperado. A primeira grande aposta da janela virou pó.

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Libertadores Chegou e o Elenco… Cadê?

A consequência mais dolorosa dessa inércia bate à nossa porta. Estamos nas oitavas de final da Glória Eterna, nossa obsessão, e vamos para o confronto sem nenhuma cara nova de peso, enquanto o adversário se fortaleceu. É inadmissível para um clube do tamanho do Flamengo.

A diretoria pode argumentar sobre responsabilidade financeira, e isso é importante. Ninguém quer ver o clube se endividando sem critério. O problema não é não ter aceitado os valores por Almada ou Luiz Henrique. A questão central, que tira o sono de qualquer rubro-negro, é: por que todo o planejamento da janela girou em torno de apenas dois nomes? Por que não havia um plano B, C ou D sendo trabalhado em paralelo?

Essa exposição no mercado, com negociações que se arrastam e terminam em fracasso, desgasta a imagem do clube e alimenta a ansiedade da maior torcida do mundo. Precisamos de mais agilidade, de mais estratégia e, principalmente, de resultados.

Ainda Há Tempo, Nação? A Corrida Contra o Relógio

Apesar do cenário preocupante, uma pequena luz no fim do túnel ainda brilha. A janela de transferências no Brasil fica aberta até 11 de setembro. Sim, ainda existe tempo para corrigir a rota, para buscar alternativas e entregar ao técnico Leonardo Jardim as peças que ele tanto pediu.

Mas a margem para erro acabou. A diretoria precisa agir rápido e com precisão cirúrgica. Chega de novelas, chega de apostas únicas. É hora de mostrar trabalho e dar à Nação os reforços que o Mais Querido merece. A contagem regressiva já começou. A bola está com vocês, dirigentes. O tempo está correndo, e a paciência da torcida também. Dale, Mengão!

Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.