O Sonho Virou Pesadelo? Entenda a Reviravolta!
Alô, Nação Rubro-Negra! A notícia que todos nós esperávamos com o coração na mão sofreu uma reviravolta digna de final de campeonato. Quando tudo parecia encaminhado para Luiz Henrique vestir o Manto Sagrado, uma bomba explodiu nos bastidores da Gávea. A negociação travou, e o motivo é de deixar qualquer torcedor de cabelo em pé: uma briga interna sobre o orçamento do nosso Mengão!
Estava tudo lá: o acordo financeiro com o Zenit avançado, o ‘sim’ do jogador que sonha em jogar no Mais Querido… mas na hora de sacramentar, a caneta não assinou. O sonho de ver um reforço de peso chegando para resolver o nosso ataque foi colocado em modo de espera, e a frustração tomou conta.
A Proposta Milionária que Boto Costurou
Vamos aos fatos, Nação. Nosso diretor de futebol, José Boto, foi para cima com a força que o Flamengo exige. A proposta na mesa era de gente grande: 30 milhões de euros (cerca de R$ 177 milhões) fixos, com a possibilidade de mais 5 milhões de euros (R$ 29 milhões) em bônus por metas alcançadas. Um total que poderia chegar a 35 milhões de euros!
O Zenit, da Rússia, que antes fazia jogo duro, já tinha até topado flexibilizar o pagamento em três anos, como o Flamengo queria. O jogador já tinha dado o aval. Parecia o cenário perfeito, a contratação que mudaria nosso patamar na temporada. Mas aí, o impensável aconteceu.
Bap Puxa o Freio e Desautoriza Boto: ‘Não Passa Disso!’
Quando a Nação já começava a comemorar, o presidente Luiz Eduardo Baptista, o famoso Bap, entrou em campo para melar o jogo. Ele simplesmente travou o negócio! A alegação? O valor ultrapassava o teto que ele mesmo havia estabelecido internamente.
Segundo as informações, Bap bateu o pé e disse que o Flamengo não liberaria um centavo a mais do que foi oferecido por Thiago Almada. A proposta pelo argentino girava entre 20 e 25 milhões de euros (aproximadamente R$ 147 milhões). Ou seja, a oferta de Boto por Luiz Henrique estava muito acima do que o presidente estava disposto a pagar.
Para piorar, a quantidade de gente envolvida no negócio irritou a alta cúpula. Eram dois empresários do lado do Flamengo e mais dois intermediários. Com esse cenário, Bap fechou a torneira e, na prática, desautorizou José Boto a fechar o acordo por valores que não estivessem previamente alinhados com o financeiro. Um balde de água fria monumental!
Um Namoro Antigo que Pode Acabar por Briga Interna
O que mais dói, Nação, é que Luiz Henrique não é um nome qualquer. Ele é um sonho antigo do Flamengo! Antes mesmo de ir para o Botafogo, nossos dirigentes já tinham se encontrado com ele na Espanha. O jogador gostou do projeto da gestão Landim, mas na época, o Fla não tinha grana para a compra.
Agora, com a frustração da novela Almada — onde Boto chegou a ir para a Argentina sem sucesso —, todas as forças foram direcionadas para Luiz Henrique. O técnico Leonardo Jardim esperava ansiosamente por reforços, principalmente um ponta e um meio-campista, posições que ele considera prioritárias.
Luiz Henrique chegaria pronto para jogar! Ele foi titular pelo Zenit nesta quarta-feira, ou seja, está em plena forma física. Diferente de Almada, que está de férias. Perdemos a chance de ter um jogador de impacto imediato por causa de um cabo de guerra nos bastidores? É inacreditável!
E Agora, Mengão?
A situação é clara: ou o Flamengo se resolve internamente, ou vamos ver um talento escapar por entre os dedos. A diretoria precisa falar a mesma língua. Não dá para um diretor negociar e o presidente vetar depois. Isso queima a imagem do clube no mercado e frustra a maior torcida do mundo.
Enquanto isso, outros clubes se movimentam, como o próprio Botafogo, que ofereceu Danilo ao Zenit e acabou esquentando o mercado por Luiz Henrique. Estamos parados, assistindo a um conflito interno enquanto as oportunidades passam. A Nação exige uma solução! Queremos um time forte, e para isso, a diretoria precisa estar unida. SRN!
Informações com base em reportagem do ge.globo.com.