ESCOLHEU O DINHEIRO! Almada vira as costas para o Mengão e fecha com o River por salário MILIONÁRIO!

INACREDITÁVEL! Thiago Almada esnoba o Flamengo, acerta com o River Plate e o motivo é revoltante: um salário maior. Veja a reação da Nação!

Thiago Almada na final da Copa do Mundo. (Imagem: Florencia Tan Jun / Getty Images via AFP)

O Fim de um Sonho: Almada Escolhe a Argentina

É isso, Nação. A novela chegou ao fim, e não foi com o final que a gente esperava. Thiago Almada não vestirá o Manto Sagrado. O meia argentino escolheu o River Plate, e agora os bastidores dessa decisão vêm à tona, mostrando que o buraco é mais embaixo. Não foi só uma disputa perdida, foi uma escolha estratégica do Mais Querido, que se recusou a entrar em loucuras financeiras. O Mengão é gigante e sabe o seu valor!

A diretoria rubro-negra tinha um acordo bem encaminhado com o pessoal do Almada, o otimismo reinava na Gávea. Mas no apagar das luzes, o cenário mudou completamente. O coração do jogador e, principalmente, de sua família, falou mais alto e apontou para casa, para a Argentina. Enquanto isso, o Flamengo, com a responsabilidade que o nosso tamanho exige, bateu o pé e definiu um teto. Daqui não passamos. E não passamos!

A Preferência Familiar e a Segurança no Brasil

Vamos ser sinceros, Nação. O fator que mais pesou não foi o projeto esportivo. Segundo fontes próximas à negociação, a questão familiar foi o ponto final na história. A família de Almada nunca fez questão de esconder que preferia voltar para a Argentina. É o país deles, a casa deles. Dá pra entender.

Lembram que ele já jogou no Brasil e até ganhou uma Libertadores pelo Botafogo? Pois é. Mesmo assim, o tempo dele por aqui foi curto. E um ponto que sempre foi uma pulga atrás da orelha dos seus parentes era a questão da segurança. Essa preocupação foi um fator decisivo para que ele optasse por voltar para perto de casa, mesmo que para um clube em momento instável.

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O mais curioso é que o River Plate vive uma fase de pressão, está fora da Libertadores disputando apenas a Sul-Americana, e o técnico Eduardo Coudet e o diretor Pablo Longoria estão na corda bamba. Mesmo assim, a vontade de estar em seu país natal superou a chance de jogar no Maior do Mundo e brigar por todos os títulos.

Guerra de Milhões: A Proposta do River e o Limite do Mengão

Agora vamos falar de grana, porque isso também foi crucial. O River Plate chegou rasgando e colocou na mesa uma proposta que beira o absurdo para os padrões sul-americanos: cerca de cinco milhões de dólares por temporada. Sabe o que isso significa? Um salário mensal de aproximadamente R$ 2,1 milhões! É muito dinheiro.

O Mengão não ficou tão para trás. Nossa diretoria, mostrando que queria o jogador, ofereceu um salário de respeito, na casa de R$ 1,8 milhão por mês. A diferença, de uns R$ 300 mil mensais, pode não parecer um abismo, mas somada a outras exigências feitas durante as conversas, fez o nosso Flamengo acender o alerta.

A avaliação interna foi clara: aumentar a proposta significaria entrar em um leilão. E o Flamengo de hoje, o Flamengo gigante e responsável financeiramente, não entra em leilão por jogador nenhum. A política do clube foi mantida. Quem quiser vestir o Manto Sagrado tem que querer pela glória, pela história e pela Nação que vai carregar no colo. Não só pelo dinheiro.

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Viagem Perdida e Foco em Novo Alvo: Luiz Henrique na Mira!

A diretoria rubro-negra tentou de tudo. Nosso diretor de futebol, José Boto, pegou um avião e foi até a Argentina para tentar destravar o negócio pessoalmente. Ele queria olhar no olho, sentir a situação, mas voltou de lá sem uma resposta definitiva do estafe do jogador. Foi o sinal que precisávamos.

A partir daquele momento, o Flamengo virou a chave. Se um não quer, tem quem queira! O foco total do Mais Querido mudou de endereço e agora tem nome e sobrenome: Luiz Henrique. A energia que estava sendo gasta com Almada agora está toda direcionada para trazer outro reforço de peso para o nosso elenco.

No fim das contas, Nação, fica a lição. O Flamengo é muito maior que qualquer jogador. Respeitamos a decisão do Almada, mas lamentamos que ele tenha perdido a chance de sentir o que é jogar no Maraca lotado com a maior torcida do mundo gritando seu nome. Quem perdeu foi ele. Nós seguimos em frente, mais fortes e sempre em busca do topo. Dale Mengão!