DECISÃO REVOLTANTE NO RIO DE JANEIRO
É inacreditável, Nação! Em uma decisão que fere o coração de cada rubro-negro, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) negou, nesta quarta-feira (5), o pedido do Mengão para reabrir a discussão sobre a Taça das Bolinhas. Para a Justiça, o caso já está ‘solucionado’, mas para a maior torcida do mundo, a luta está longe de acabar. É mais um capítulo vergonhoso na tentativa de apagar a história do nosso título de 1987.
O relator do caso, o desembargador Fábio Uchoa Pinto de Miranda Montenegro, simplesmente reafirmou a decisão que considera o Sport como campeão brasileiro de 1987. Uma canetada que ignora o que o Brasil inteiro viu em campo: o esquadrão do Mengão, liderado por Zico, atropelando todo mundo na Copa União. Consequentemente, a decisão mantém o São Paulo como o suposto dono do troféu.
A TAÇA QUE É NOSSA POR DIREITO
Vamos refrescar a memória de quem insiste em distorcer os fatos. A Taça das Bolinhas foi criada em 1975, uma parceria da Caixa Econômica Federal com a antiga CBD. O prêmio seria entregue ao primeiro clube que conquistasse o Campeonato Brasileiro por cinco vezes alternadas ou três vezes seguidas. O Mais Querido do Brasil chegou lá, mas uma manobra nos bastidores tenta nos tirar o que é nosso.
Com a conquista do Brasileirão de 2009, o Flamengo se tornou pentacampeão. Mas, ao não reconhecerem o título de 1987, a CBF na época alegou que o São Paulo, com seus títulos de 1977, 1986, 1991, 2006 e 2007, teria chegado ao penta antes. Foi com base nessa conta absurda que o Tricolor Paulista recebeu o troféu em 14 de fevereiro de 2011.
JOGO SUJO E RETALIAÇÃO POLÍTICA
O que aconteceu em 2011 foi um dos maiores escândalos do futebol brasileiro. O Flamengo sempre entendeu que a entrega da taça ao São Paulo foi uma retaliação pura e simples da CBF. O motivo? O Mengão não votou no candidato que a entidade indicou para a presidência do Clube dos 13. É o jogo sujo dos bastidores tentando manchar a glória conquistada dentro das quatro linhas.
A situação foi tão absurda que o próprio presidente eleito do Clube dos 13 na época, Fábio Koff, chegou a manifestar o interesse em dividir a taça entre Flamengo e São Paulo. Um sinal claro de que até eles sabiam que a decisão era, no mínimo, controversa.
A pressão da Nação foi tão grande que, poucos dias depois, em 21 de fevereiro de 2011, a própria CBF voltou atrás e reconheceu o Flamengo como campeão de 1987 junto com o Sport. No dia seguinte, a justiça determinou que o time paulista devolvesse o troféu para a Caixa Econômica Federal, onde ele permanece guardado até hoje. Mesmo tentando revogar a decisão, eles acabaram devolvendo o prêmio em março daquele ano. Agora, a Justiça do Rio de Janeiro insiste em ignorar tudo isso.
FLAMENGO SEGUE CONFIANTE NA LUTA
Apesar dessa decisão lamentável, o Flamengo não vai baixar a cabeça. Em nota oficial, o clube deixou claro que a batalha continua. E nós, a Nação Rubro-Negra, estamos juntos nessa. A voz do clube é a nossa voz:
“O Flamengo segue confiante no reconhecimento definitivo de seus direitos sobre o troféu”, afirmou o Mais Querido.
Essa declaração mostra que não vamos desistir. O que foi conquistado em campo não pode ser apagado por uma canetada. O título de 1987 é do Flamengo. A Taça das Bolinhas pertence à Gávea. Eles podem tentar nos enrolar nos tribunais, mas a história já foi escrita com o suor e o talento dos nossos craques no gramado. A verdade prevalecerá. Dale, Mengão!
Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.