VAR ROUBA A CENA! Samuel Lino marca, mas tecnologia anula gol e Mengão só empata com o São Paulo no Maraca!

O grito de gol ficou entalado na garganta da Nação! Nos minutos finais, Samuel Lino fez o Maraca explodir, mas o VAR anulou a vitória do Mengão. Confira!

Flamengo x São Paulo no Maracanã pelo Brasileirão (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

Um Empate Amargo no Maraca

A Nação Rubro-Negra saiu do Maracanã com um gosto amargo na boca. O empate em 1 a 1 com o São Paulo, no último domingo (26), pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro, doeu como uma derrota. Ver o Mais Querido tropeçar em casa é sempre frustrante, mas fica pior quando a gente sabe que o resultado poderia ter sido diferente. E a análise de quem entende do riscado só joga mais sal na ferida.

O ex-jogador Grafite, durante o programa “Fechamento”, dos canais Sportv, não perdoou e apontou exatamente onde o Mengão vacilou. Não foi um lance de genialidade do adversário, não foi azar. Foi uma falha nossa, um erro que em um time como o Flamengo não pode acontecer.

A Análise Cirúrgica de Grafite: ‘Não foi Cruzamento, foi um Passe’

Vamos direto ao ponto que nos custou dois pontos preciosos. Aos 70 minutos de jogo, o atacante Calleri subiu para empatar a partida para o time paulista. Mas como a bola chegou ali? É aí que mora o problema, e Grafite foi cirúrgico ao apontá-lo. A jogada nasceu de um cruzamento do zagueiro Osório, que estava na intermediária.

O problema? A liberdade. A avenida que nosso sistema defensivo concedeu ao jogador adversário. Nas palavras do próprio Grafite, a situação foi tão absurda que nem pode ser chamada de cruzamento. “Uma bola daquela não é um cruzamento, mas sim, um passe”, cravou o comentarista, com toda a razão do mundo.

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É de sangrar os olhos, Nação! Um jogador adversário, com todo o tempo do mundo para pensar, levantar a cabeça e escolher onde colocar a bola dentro da nossa área. Grafite detalhou: “O cruzamento (…), ele está sozinho. E não estava perto da lateral não. Ele estava mais para dentro. Então, teve uma falha do setor defensivo do Flamengo, em deixar o jogador adversário cruzar com tamanha liberdade”.

O Perigo da Desatenção

A análise do ex-atacante vai além, explicando o quão perigosa é uma bola colocada com essa precisão, fruto da falta de combate. “Se o zagueiro bota a cabeça ali, é gol contra, se o goleiro sai, pode se chocar com um companheiro e a bola acabar entrando. É um passe”, completou. Ou seja, a defesa do São Paulo deu um presente, e a nossa defesa não fez o mínimo: impedir o passe.

Esse tipo de desatenção em um campeonato tão disputado como o Brasileirão é fatal. São esses detalhes que definem um campeão. Não podemos dar esse tipo de mole, ainda mais jogando no Maraca, com o apoio da maior torcida do Brasil.

Um Jogo de Chances Perdidas e Pouca Inspiração

Para piorar o sentimento de frustração, o gol sofrido dessa maneira ganha um peso ainda maior quando olhamos para o que aconteceu no resto do jogo. O Flamengo teve chances de matar a partida, mas não o fez. A partida, no geral, não foi um primor técnico, com ambas as equipes mostrando pouca criatividade.

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O São Paulo até assustou primeiro, com Wendell, logo aos cinco minutos. Mas a resposta do Mengão veio aos 10 minutos, em um contra-ataque que tinha tudo para terminar em festa. Samuel Lino achou Pedro, que serviu Lorran na direita. Mas o nosso garoto chutou fraco, nas mãos do goleiro Rafael. Uma chance de ouro desperdiçada!

Pouco depois, o grito de gol ficou preso na garganta quando Pulgar soltou uma bomba que explodiu no travessão. Ah, se essa bola entra… Seria outro jogo, outra história. Mas o “se” não ganha campeonato. O que ganha é a competência para marcar os gols e a concentração para não sofrer gols bobos como o que sofremos.

Lição para o Futuro do Mengão

O diagnóstico de Grafite é um alerta que precisa ecoar no Ninho do Urubu. Não dá para viver de lampejos. O Flamengo precisa ser um time concentrado os 90 minutos, que não oferece “liberdade” para nenhum adversário. O empate com o São Paulo foi a prova viva de que um segundo de desatenção pode jogar fora todo um trabalho. Que essa falha sirva de lição. Não podemos mais vacilar. Dale Mengão!