MEMÓRIA DE GUERRA! Mengão reencontra a Chape após 2×2 LOUCO com golaço de Michael e falhas de ex-goleiro!

Lembra daquele 2x2 maluco contra a Chape? Golaço de Michael, virada, duas expulsões e falhas de Gabriel Batista. O Mengão volta à Arena Condá pra acertar as contas!

Matheuzinho, do Flamengo, comemora seu gol contra a Chapecoense — Foto: Alexandre Vidal/Flamengo

O Retorno à Arena Condá: Contas a Acertar!

É isso mesmo, Nação! O Mengão volta a campo nesta quarta-feira, às 21h30, para encarar a Chapecoense pela 19ª rodada do Brasileirão. Mas não é um jogo qualquer. É um retorno à Arena Condá, um palco de memórias intensas, quase cinco anos depois de um dos jogos mais malucos e frustrantes que a gente já viu. Quem não lembra daquele 2 a 2, com duas expulsões e um show de horrores particular?

Aquele confronto, lá em 2021, pela 30ª rodada, tinha um gosto amargo. De um lado, o nosso Flamengo, comandado por Renato Gaúcho, ainda sonhando com o título, mesmo distante do Atlético-MG e com DEZ desfalques. Do outro, a Chapecoense, já virtualmente rebaixada e na lanterna. O resultado? Um empate que doeu na alma.

Um Jogo que a Nação Não Esquece: 2×2 e Emoção à Flor da Pele

A partida foi uma verdadeira montanha-russa. O Flamengo saiu na frente, sofreu uma virada inacreditável em quatro minutos e ainda teve forças para buscar o empate antes do intervalo. Foi um primeiro tempo de tirar o fôlego e testar o coração de qualquer rubro-negro.

Matheuzinho, que hoje veste a camisa do Corinthians, abriu o placar aos 25 minutos com seu primeiro gol como profissional. Parecia que seria um passeio, mas aí o roteiro mudou drasticamente. Kaio Nunes, da Chape, resolveu aparecer e marcou duas vezes, aos 30 e aos 34, virando o jogo para eles. Uma ducha de água fria!

Publicidade

Vilão Inesperado e Herói Iluminado: De Gabriel Batista a Michael

E não dá pra falar dessa virada sem citar o goleiro Gabriel Batista. Cria da nossa base, que hoje está lá no rival Botafogo, ele foi titular porque Diego Alves estava preservado por desgaste. O resultado? Duas falhas cruciais nos gols do adversário. É de ferver o sangue só de lembrar!

Mas nem tudo foi desgraça. Quando a Nação mais precisava, a genialidade apareceu. Aos 40 minutos, Gabigol, sempre ele, deu um passe magistral para Michael. O nosso robozinho invadiu a área, deixou a zaga e o goleiro Keiller comendo poeira e empurrou para o gol vazio. Um golaço! Um respiro de alívio e a prova de que com o Manto Sagrado, a gente nunca se entrega.

Guerra em Campo: Duas Expulsões e um Empate Amargo

Se o primeiro tempo foi elétrico, o segundo foi uma batalha. Kaio Nunes, que tinha sido o herói da Chape, virou vilão. Aos 13 minutos, ele fez falta dura em Everton Ribeiro, tomou o segundo amarelo e foi para o chuveiro mais cedo. Com um a mais, a gente pensou: ‘Agora vai!’.

O Mengão passou a dominar, a pressionar, a sufocar. Mas a bola teimava em não entrar. E para piorar o que já era frustrante, aos 43 minutos, perdemos a vantagem numérica. Everton Ribeiro pisou em Alan Santos e levou o cartão vermelho direto. Ali, o empate amargo foi selado, e o sonho do título ficou ainda mais distante. No fim daquele ano, fomos vice-campeões, e a Chapecoense amargou a última colocação.

Publicidade

Déjà Vu na Tabela: Mengão na Caça, Rival na Lanterna

O mais curioso é que o cenário na tabela hoje é assustadoramente parecido. A Chapecoense está novamente na lanterna, com míseros nove pontos em 18 jogos, enquanto o Remo, penúltimo, tem 18. E o nosso Mengão? É o vice-líder, com 34 pontos, na caça implacável ao Palmeiras, que tem 41.

A história nos dá uma segunda chance. Uma chance de voltar à Arena Condá e fazer diferente. Sem vacilos, sem falhas, sem dar brecha para o azar. É para entrar com o sangue nos olhos, impor nosso ritmo e trazer os três pontos para casa. Chega de tropeços contra lanternas! Dessa vez, a vitória é obrigação. Pra cima deles, Mengão!

Informações com base em reportagem do ge.globo.com.