A ESPERA ACABOU, NAÇÃO! HORA DA CAÇA!
É isso, Nação Rubro-Negra! Acabou o sofrimento! Foram quase 50 dias de uma saudade que só quem tem sangue rubro-negro entende. A abstinência de ver o Manto Sagrado em campo está no fim. E o nosso retorno ao Campeonato Brasileiro tem um alvo claro, uma missão única: iniciar a caça ao Palmeiras e buscar o que é nosso por direito, o topo da tabela! A caminhada recomeça nesta quarta-feira, contra a lanterna Chapecoense, e a gente já sabe: é pra chegar com os dois pés na porta!
Mas fica aquela pulga atrás da orelha, não é? Depois de tanto tempo parado, como o Mengão vai se comportar? A máquina volta azeitada ou precisa de um tempo pra pegar no tranco? Para responder a essa pergunta, o portal ge fez um levantamento que todo torcedor do Mais Querido precisa ver. Eles olharam para o nosso desempenho após as últimas Copas do Mundo, e o resultado é uma montanha-russa de emoções, com glórias épicas e momentos de apertar o coração. Dale Mengão, vamos mergulhar nessa história!
Antes de mais nada, um pequeno ajuste: o retrospecto não conta com o Mundial de 2002, porque o Brasileirão ainda não era no formato de pontos corridos que conhecemos hoje. A Copa de 2022 também fica de fora, já que aconteceu no fim do ano e os times saíram de férias logo depois, só voltando na temporada seguinte. O foco é nos retornos que realmente mexeram com o nosso campeonato.
2006: TROPEÇO NO BRASILEIRO, GLÓRIA ETERNA NA COPA DO BRASIL!
Ah, 2006… Que ano, meus amigos! A memória já traz um sorriso no rosto. Olhando friamente para o Brasileirão, o retorno da Copa do Mundo da Alemanha não foi dos melhores. O time perdeu as três primeiras partidas logo de cara. Qualquer outra torcida se desesperaria. Mas nós não somos qualquer torcida. Nós somos o Flamengo!
A diretoria e o time tiveram a sabedoria de entender o momento. O foco total foi direcionado para a final da Copa do Brasil. E o adversário? Ninguém menos que o nosso maior rival, o Vasco. O destino não poderia ter escrito um roteiro melhor. Foram duas finais, duas vitórias, um show do Mais Querido e o título vindo para a Gávea! Vencer o rival em uma decisão nacional não tem preço. O Brasileiro ficou em segundo plano, mas a taça da Copa do Brasil lavou a alma da Nação e mostrou a força do Mengão em momentos decisivos.
2010: CRISE PESADA, VOLTA AO MARACA E VITÓRIA NO CLÁSSICO
Se 2006 foi de glória, 2010 chegou com um clima pesadíssimo. A volta da Copa da África do Sul foi marcada por um dos episódios mais sombrios da nossa história: a prisão do goleiro Bruno, dias antes do campeonato recomeçar. Era um baque gigantesco, que abalou todo o clube e a torcida. O ar era pesado, a incerteza pairava sobre a Gávea.
Mas o Flamengo é Fênix. Das cinzas, a gente ressurge. A partida de retorno marcava também a volta do time ao nosso templo sagrado, o Maracanã. E como se o destino quisesse nos testar, o adversário era o Botafogo. Em um jogo tenso, de superação, vencemos por 1 a 0! Aquela vitória foi um grito de alívio e resistência. Engatamos uma sequência de duas vitórias que, inacreditavelmente, nos colocou no G-4. O time mostrava sua força na adversidade. A sequência depois não foi tão boa, com dois empates e uma derrota, mas aquele início provou que o Manto Sagrado pesa, e muito!
2014: O PESADELO DA LANTERNA E UM RETORNO PARA ESQUECER
Nem só de glórias vive o homem, e o torcedor rubro-negro sabe bem disso. A volta da Copa do Mundo no Brasil, em 2014, foi um verdadeiro pesadelo. Estávamos longe, muito longe, dos dias gloriosos que vivemos hoje. O jogo de retorno foi contra o Athletico-PR, no estádio Moacyrzão, e o resultado foi uma derrota dolorida por 2 a 1.
Aquele placar teve uma consequência devastadora: jogou o Flamengo para a lanterna do Campeonato Brasileiro. Ver o Mais Querido do Brasil na última posição é uma dor que rasga o peito. Aquele período foi difícil, um teste de fogo para a Nação. A sequência que se seguiu refletiu o momento do time: em cinco jogos, foram apenas duas vitórias e três derrotas. Um retorno para ser esquecido, mas que serve de lição e para valorizarmos ainda mais o patamar em que estamos hoje.
2018: LIDERANÇA AMEAÇADA, MAS COM CASCA DE CAMPEÃO
Em 2018, a situação era completamente diferente. Voltamos da pausa para a Copa da Rússia como LÍDERES do Campeonato Brasileiro! A expectativa da Nação estava lá no alto, o cheirinho de título era real. No entanto, o futebol adora pregar peças. Logo na 13ª rodada, no jogo de volta, uma derrota por 1 a 0 para o São Paulo, em casa. Foi um balde de água fria.
Apesar do tropeço, aquele time tinha casca. A sequência no Brasileirão foi de recuperação, com duas vitórias e um empate nos jogos seguintes. E o mais importante: o foco não se perdeu em outra competição. Pelas quartas de final da Copa do Brasil, enfrentamos o Grêmio no Sul e trouxemos um empate heroico por 1 a 1. Semanas depois, no Maracanã, fizemos o nosso dever, vencemos e garantimos a classificação para a semifinal. O retorno do Brasileiro não foi perfeito, mas o time mostrou maturidade para seguir brigando em todas as frentes.
E AGORA, MENGÃO?
O histórico mostra de tudo um pouco: título sobre o maior rival, superação em meio à crise, o fundo do poço e a luta para se manter no topo. O passado é um guia, mas não define o futuro. O Flamengo que volta a campo agora é diferente. É um elenco recheado de craques, com uma torcida mais apaixonada do que nunca e com fome de títulos. A história nos ensinou, nos fortaleceu. Agora, é hora de escrever um novo capítulo. Pra cima deles, Mengão! A caça começou! SRN!
Informações com base em reportagem do ge.globo.com.