O sonho da Nação não morreu! Bap atualiza a situação do estádio
Pode respirar, Nação Rubro-Negra! O sonho de ter o nosso próprio caldeirão, a nossa fortaleza no terreno do Gasômetro, segue mais vivo do que nunca. Em uma entrevista que todo torcedor do Mengão precisava ouvir, o presidente Bap botou a boca no trombone e mandou a real sobre o projeto: não, ele não foi para a gaveta! Pelo contrário, o trabalho continua, mas com os pés no chão e a clareza que a Maior Torcida do Mundo merece.
Em participação no ‘Barbacast’, o mandatário do Mais Querido foi direto ao ponto. Ele sabe que a ansiedade é gigante, que todo rubro-negro sonha com o dia de inaugurar a nossa casa, mas explicou por que a construção ainda não começou. “É possível que em algum momento no tempo a gente tenha mais condições de levar esse sonho adiante”, afirmou Bap, deixando claro que o projeto é uma maratona, não uma corrida de 100 metros.
A fala do presidente é um balde de água fria naqueles que torcem contra e espalham boatos. O projeto existe, está sendo trabalhado e é uma prioridade. Mas, como tudo que é grandioso na história do Flamengo, exige paciência, planejamento e, acima de tudo, inteligência para superar os obstáculos.
Os gigantescos obstáculos: gás e descontaminação de 2 anos
E que ninguém pense que é simples! Bap foi transparente ao detalhar os desafios que se impõem no caminho. O primeiro, e talvez mais complexo, envolve a empresa Naturgy. Existe uma estação de gás no local que é simplesmente vital para a cidade, abastecendo cerca de 400.000 cariocas. Não é só chegar e tirar.
“Enquanto eles não saírem dali, e esse é um problema da prefeitura, nós não podemos mexer naquilo ali. Tem tubulação ativa de gás ali embaixo”, explicou o presidente. Ou seja, o Mengão depende de uma movimentação de terceiros para poder avançar. É uma queda de braço que foge ao controle do clube.
Mas o maior balde de água fria veio com o prazo revelado. Mesmo depois que a estação de gás for removida, o trabalho está longe de começar. “E depois que tirar, os especialistas dizem que tem que ter mais dois anos de descontaminação”, revelou Bap. Isso mesmo, Nação: dois anos! É um processo longo e necessário para garantir a segurança de todos no futuro.
A sinceridade do presidente foi brutal e necessária: “Então, assim, ainda que eu tivesse os R$ 3 bilhões para fazer o estádio hoje, eu não poderia fazer, porque haveria esse impedimento concreto e real”. Fica claro que não é falta de vontade ou de dinheiro neste exato momento, mas sim uma barreira técnica e estrutural gigantesca.
E a grana? O custo bilionário do nosso sonho
Falando em dinheiro, os valores envolvidos na construção do nosso estádio são astronômicos, dignos da grandeza do Flamengo. Um estudo encomendado pelo clube à renomada Fundação Getulio Vargas (FGV) colocou o custo final da obra na casa dos R$ 2,66 bilhões. É muito dinheiro, um investimento que precisa ser feito com responsabilidade.
Apesar do número assustar, a diretoria rubro-negra acredita que, com a expertise e a força do clube, é possível otimizar os custos. O cálculo interno da gestão é de que o montante poderia ser reduzido para cerca de R$ 2,2 bilhões. Ainda é uma fortuna, mas mostra que o clube está buscando todas as formas de viabilizar o projeto sem comprometer a saúde financeira que nos tornou protagonistas em campo.
Essa discussão sobre valores mostra a seriedade com que o assunto está sendo tratado. Não é uma promessa vazia de campanha, como Bap mesmo alfinetou a gestão anterior. É um projeto real, com estudos, custos e desafios mapeados. É assim que se trabalha no patamar em que o Flamengo chegou.
Enquanto isso, o Maraca é o nosso salão de festas!
Apesar da ansiedade pela casa própria, Bap fez questão de lembrar algo que todo rubro-negro sente no peito: o Flamengo é dono do Brasil! Onde a gente joga, a gente está em casa. E o Maracanã, ah, o Maraca é o nosso eterno salão de festas.
“Eu me sinto absolutamente à vontade no Maracanã. O Flamengo joga em casa em todos os estádios que ele vai. Tirando dois ou três lugares que a gente vai jogar (…) o Flamengo se sente em casa em todos os cantos”, disse o presidente, com a confiança que só quem comanda o Mais Querido pode ter.
Essa é a verdade! A Nação transforma qualquer arquibancada em território rubro-negro. Enquanto o sonho do Gasômetro é construído tijolo por tijolo nos bastidores, seguimos empilhando taças e fazendo história no Templo Sagrado do futebol mundial. O Maracanã é nosso, e ai de quem duvidar!
Paciência, Nação! O futuro está sendo construído
No fim das contas, a mensagem de Bap é clara: o projeto do estádio não está abandonado, muito pelo contrário. “Está abandonado no Flamengo? Não, não está abandonado de forma nenhuma”, cravou. A diretoria está trabalhando de forma “constante e consistente”, mas a realidade se impõe.
A Nação Rubro-Negra, que já esperou tanto por tantas glórias, sabe ter paciência. A transparência de Bap, mesmo trazendo notícias sobre prazos longos, é fundamental. Sabemos agora que os desafios são reais, mas que o nosso sonho está em boas mãos. Seguiremos apoiando no Maraca, no Gasômetro ou em qualquer lugar do mundo. Porque aqui é Flamengo! SRN!
Informações com base em reportagem do ge.globo.com.