A HORA DA VERDADE! Bap Quebra o Silêncio
A Nação queria respostas, e elas finalmente chegaram com a força de um chute do Gabigol! Luiz Eduardo Baptista, o nosso presidente Bap, quebrou o silêncio e falou pela primeira vez, sem meias palavras, sobre a demissão do ídolo Filipe Luís. Em um podcast, o mandatário do Mais Querido abriu a caixa de ferramentas e detalhou tudo o que levou à saída do nosso ex-lateral e técnico. E a primeira bomba já veio de cara: a decisão de demitir Filipe já estava tomada ANTES daquela goleada histórica de 8 a 0 sobre o Madureira!
É isso mesmo que você leu, rubro-negro! Aquele placar elástico não salvou ninguém. A sorte já estava lançada. A diretoria já havia batido o martelo, mostrando que a avaliação ia muito além de um único resultado, por mais impressionante que fosse. Foi uma decisão fria, calculada e baseada em um cenário que preocupava quem comanda o nosso Mengão.
‘CONVERSA FIADA’: Presidente Nega Planejamento e Bate Forte
Um dos pontos mais polêmicos que circulavam nos bastidores era sobre um suposto planejamento de férias que teria sido alterado, gerando atrito. Bap não só negou como usou palavras fortes para enterrar essa história. Para ele, essa narrativa não passa de fofoca.
“Vamos lá por partes. Não teve planejamento nenhum. Isso é uma conversa fiada. Essa narrativa de que havia um planejamento não existia”, disparou o presidente, deixando claro quem manda no terreiro. Ele fez questão de reforçar sua autoridade: “Quem toma esse tipo de decisão institucional sou eu, e eu não vou abrir mão disso”. Recado dado! No Flamengo, a palavra final em decisões institucionais é da presidência, e ponto final.
O Pior Desempenho da Série A: O Fator Decisivo
Mas por que tomar uma decisão tão drástica? Bap apresentou um dado alarmante que fundamentou a troca no comando. Segundo o presidente, no momento da avaliação, o nosso Mengão amargava a pior performance entre todos os clubes da Série A, de acordo com o recorte de análise da diretoria.
“Quando a gente tomou a decisão em relação ao técnico, o Flamengo era o clube de pior performance da Série A naquele momento”, explicou Bap. Ele complementou, reforçando a convicção na escolha: “A decisão já estava tomada. Qualquer que fosse o resultado daquele jogo, ela seria mantida. Foi uma decisão baseada no conjunto da obra”. Isso explica muita coisa. Os vice-campeonatos dolorosos na Supercopa Rei e na Recopa Sul-Americana, no início da temporada, pesaram demais e azedaram o clima na Gávea.
O Início do Desgaste: Renovação Conturbada
A relação entre o presidente e o então treinador não começou a ruir da noite para o dia. Segundo as informações, o desgaste teve início lá atrás, durante as negociações para a renovação de contrato de Filipe Luís, no final de 2025. A demora para um acordo fez com que o próprio Bap entrasse em cena e assumisse as conversas, o que deu início a um período de atritos internos que nunca foi totalmente superado.
Mesmo com o novo contrato assinado, a sintonia não era mais a mesma. A confiança parecia abalada, e os resultados negativos em campo só serviram para jogar mais lenha na fogueira da insatisfação da diretoria. O comunicado da demissão, aliás, foi frio e direto: logo após a coletiva da vitória contra o Madureira, o diretor de futebol José Boto chamou Filipe Luís e apenas transmitiu a decisão que vinha de cima.
Apesar dos Pesaress, Gratidão ao Ídolo
Apesar da firmeza nas críticas ao trabalho, Bap fez questão de separar o profissional do ídolo. O presidente não poupou elogios à pessoa e ao potencial de Filipe Luís, mostrando que a porta do Mengão não se fecha para quem honrou tanto o Manto Sagrado. A gratidão permanece intacta.
“Eu entendo que o Filipe é um grande técnico. Torço para que ele dê certo no Monaco. Acho que ele vai dar certo porque é preparado e correto”, afirmou o presidente. Ele finalizou com uma frase que coloca o nosso ex-lateral no lugar que ele merece: “Isso não muda o apreço nem a gratidão que tenho por tudo o que ele fez pelo Flamengo. Ele já está no hall dos grandes treinadores da história do clube”.
É assim que funciona no Mais Querido do Brasil. A cobrança é máxima, a exigência é por títulos e vitórias, mas a história e a idolatria são eternas. Agora, com as cartas na mesa, a Nação pode entender melhor os motivos por trás de uma decisão que mexeu com todos nós. E você, torcedor, o que achou das explicações do nosso presidente? SRN!
Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.