CLIMA DE GUERRA EM PORTUGAL!
Dale, Nação! O que era pra ser apenas um amistoso de pré-temporada entre o nosso Mengão e o Benfica virou um verdadeiro campo de batalha. E o motivo tem nome e sobrenome: Prestianni. A entrada do meia argentino, conhecido por um episódio nojento de racismo contra nossa cria, Vini Jr., incendiou o jogo e mostrou que com o Flamengo e sua torcida, não tem conversa mole!
Quem achou que a gente ia esquecer, se enganou feio. Aos 27 minutos do primeiro tempo, quando o tal jogador entrou em campo, a Nação Rubro-Negra presente no estádio fez o que se espera: vaiou e xingou sem parar. Racista não merece aplauso, merece a nossa pressão!
A “BOA-VINDA” DO NOSSO ESQUADRÃO
E não foi só a torcida que mostrou serviço. Dentro das quatro linhas, nossos guerreiros também deram o recado. Logo depois de entrar, o argentino sentiu o peso do Manto Sagrado em duas chegadas firmes de Emerson Royal e do nosso pitbull Pulgar. É isso mesmo! Aqui não tem alívio pra quem comete crime!
O clima, que já não era bom, azedou de vez. A comissão técnica do Benfica, comandada por Marco Silva, não gostou da recepção e partiu pra cima do nosso banco. Mas o nosso mister, Leonardo Jardim, e sua equipe não abaixaram a cabeça. A discussão foi quente e durou cerca de dois minutos, mostrando que ninguém mexe com o Flamengo e fica por isso mesmo. Respeita o Mais Querido!
A ORIGEM DA REVOLTA: O CRIME CONTRA VINI JR.
Pra quem não se lembra, esse Prestianni é o mesmo que foi denunciado por Vini Jr. por racismo no começo do ano, num jogo entre Benfica e Real Madrid. O argentino foi punido pela UEFA com uma suspensão de seis jogos por “conduta discriminatória” após ter chamado nossa joia de “macaco”. Um ato covarde e inaceitável.
O episódio aconteceu em fevereiro, no Estádio da Luz, em Lisboa. Depois de Vini marcar um golaço e comemorar, os jogadores do time português iniciaram uma confusão. No meio do tumulto, Vini ouviu as ofensas racistas de Prestianni e, corajosamente, denunciou ao árbitro francês François Letexier. O craque Mbappé, companheiro de Vini, também acusou o jogador do Benfica.
A partida foi paralisada por cerca de 10 minutos, com o protocolo antirracismo da UEFA sendo acionado. Vini foi amparado por companheiros como Mbappé e Tchouaméni, enquanto até o técnico do Benfica na época, José Mourinho, foi conversar com o brasileiro. Em um ato vergonhoso, a torcida do Benfica passou a xingar e vaiar Vini e a atirar objetos em sua direção. Nojento!
UM LEGADO NA LUTA: A “LEI VINI JR.” QUE MUDOU O FUTEBOL
A coragem do nosso cria gerou uma mudança histórica nas regras do futebol. A International Board, órgão que rege as leis do esporte, determinou que atletas que escondam a boca para proferir ofensas devem ser expulsos imediatamente. Chega de covardia!
Essa nova norma, que entrou em vigor em junho, durante a Copa do Mundo, já teve consequências práticas. O paraguaio Almirón e o equatoriano Hincapié foram para o chuveiro mais cedo por causa dessa nova regra. É o legado da luta de Vini Jr. ecoando pelo mundo do futebol.
Por isso, o que vimos no amistoso contra o Benfica não foi apenas uma confusão. Foi a Nação Rubro-Negra e o time do Flamengo mostrando que temos memória e que estamos do lado certo da história. Racismo é crime e não será tolerado. Nunca! SRN!