JUSTIÇA DIVINA! PRESTIANNI, ALGOZ DE VINI JR, ERRA GOL FEITO E NAÇÃO VIBRA: ‘IA CHORAR!’

Que alívio, Nação! Nos acréscimos, Prestianni, algoz de Vini Jr, acertou a trave e garantiu a vitória do Mengão. A web não perdoou!

Jogador foi punido pela UEFA (Foto: Patricia de Melo Moreira/AFP)

É PRA GRITAR, NAÇÃO! Sabe aquele momento em que o coração para, o ar some e tudo acontece em câmera lenta? Foi exatamente assim nos acréscimos da vitória do Mengão por 2 a 1 sobre o Benfica, pelo Troféu do Algarve. O destino, às vezes, escreve roteiros que nem o melhor cinema consegue imaginar. E o protagonista da vez, para nosso alívio, foi o vilão: Gianluca Prestianni.

Com o relógio marcando 45 minutos do segundo tempo, o argentino teve a bola do jogo nos pés. A bola do empate do time português. O gol que estragaria nossa festa em Portugal. Mas o futebol tem memória. E a trave, meus amigos, hoje foi rubro-negra. A finalização caprichosa explodiu no poste e saiu, garantindo a vitória do Mais Querido. Um lance que foi comemorado como um gol pela torcida mais apaixonada do Brasil!

Nas redes sociais, o sentimento foi unânime. Um misto de alívio e justiça divina. Frases como “Eu ia chorar horrores se o Prestianni fizesse esse gol” e “Tomar gol desse Prestianni era pra acabar” tomaram conta da web. A Nação Rubro-Negra inteira respirou aliviada. E não era para menos, considerando o histórico do jogador.

O PASSADO COM O CRIA DO NINHO NÃO FOI ESQUECIDO

Para quem não se lembra, o nome Gianluca Prestianni está marcado de forma negativa na memória de todo rubro-negro que ama nossos crias. Foi ele o jogador envolvido no lamentável episódio contra nosso eterno Vinicius Júnior, hoje estrela do Real Madrid.

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O caso aconteceu em 17 de fevereiro de 2026, num duelo entre Benfica e Real Madrid pela Champions League. Na ocasião, Vini Jr. acusou Prestianni de proferir um insulto racista, alegando que o argentino o chamou de “macaco”. Uma covardia sem tamanho contra um dos maiores talentos que o Ninho do Urubu já revelou para o mundo.

Durante o processo, Prestianni negou a ofensa racista, mas admitiu ter usado o termo homofóbico “maricón”. A UEFA, baseada na confissão, o puniu por conduta discriminatória. Ou seja, um histórico que mancha qualquer carreira. E a Nação não esquece quem mexe com os nossos.

JOGO QUENTE E VITÓRIA NA RAÇA

A partida em Portugal não foi fácil. O time comandado por Leonardo Jardim entrou em campo para vencer, e o jogo foi pegado. Prestianni, que entrou no meio do primeiro tempo, sentiu o peso do Manto Sagrado e foi alvo de forte marcação. Nosso guerreiro Erick Pulgar, por exemplo, não aliviou e recebeu um cartão amarelo após uma entrada mais dura no argentino.

Mas no final, o que conta é a bola na rede. E o Flamengo soube sofrer e garantir o resultado. A vitória por 2 a 1 foi construída com a garra que conhecemos, mas aquele lance final teve um sabor especial. Foi a prova de que, contra o Mengão, não basta jogar bola, é preciso ter estrela. E a de Prestianni, para nossa sorte, apagou-se no momento mais decisivo.

Ver a bola dele na trave foi um recado do universo. Um sinal de que certas coisas não passam impunes. Mexeu com um cria do Ninho, mexeu com 40 milhões de apaixonados. Hoje, o futebol deu uma pequena, mas saborosa, resposta. Dale, Mengão! SRN!

Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.