DIRETOR DO MENGÃO ABRE O JOGO: ‘NOSSO RIVAL É A NETFLIX!’
É isso mesmo que você leu, Nação! Esqueça os rivais de campo por um segundo. A mentalidade no Flamengo é tão gigante, mas tão gigante, que a nossa briga agora é outra. Em uma palestra que vai entrar para a história no Web Summit Rio, Marcos Senna, nosso diretor comercial e de marketing, mandou o recado: o Mengão se vê como uma plataforma global de entretenimento, e nossos concorrentes agora são gigantes como Netflix, Disney, TikTok e Instagram. É outro patamar, não tem jeito!
A gente sempre soube que ser Flamengo é diferente. Não é só sobre os 90 minutos, é sobre a paixão que move milhões. E é exatamente essa a visão que está guiando o Mais Querido para um futuro ainda mais glorioso. Senna, que está no clube desde 2021, deixou claro que o Rubro-Negro não é apenas um time de futebol; somos uma potência de geração de emoções em escala industrial!
O ATIVO MAIS VALIOSO DO MENGÃO: A EMOÇÃO DA NAÇÃO!
Durante sua apresentação, o diretor explicou a virada de chave. Qual é o maior patrimônio do Flamengo? O Maraca? O Manto Sagrado? A nossa torcida incomparável? Para a gestão atual, é algo ainda mais profundo. Nas palavras do próprio Marcos Senna: “Na nossa visão, o ativo mais valioso de um clube de futebol numa economia digital é a capacidade de gerar emoção em escala, é a capacidade de escalar o vínculo emocional.”
Essa lógica muda tudo! Pense bem, Rubro-Negro. Quando você compra um ingresso, está comprando só um assento? Claro que não! Você está comprando a esperança do gol, a agonia da defesa, a explosão da vitória, a lágrima na derrota. É um turbilhão de sentimentos.
Senna provocou a plateia com essa reflexão: “Então, a gente está vendendo ingresso ou a gente está vendendo todos esses sentimentos, todas essas emoções? O nosso sócio-torcedor, a gente está monetizando o otimismo desse torcedor.” É genial! Ser sócio-torcedor do Mengão é investir na própria felicidade, na expectativa de gritar ‘é campeão!’ de novo e de novo.
NOVOS RIVAIS NA PRAÇA: A BRIGA É COM A DISNEY!
E foi aí que veio a declaração mais impactante. Se o nosso produto é a emoção e a nossa arena é a atenção das pessoas, quem são nossos verdadeiros concorrentes hoje em dia? A resposta de Marcos Senna foi direta e ambiciosa, mostrando o tamanho do nosso Flamengo.
“Quem é que está competindo conosco em buscar a atenção do consumidor, ser relevante com ele, criar um vínculo emocional? São esses gigantes da economia digital. Então, quando a gente olha para o nosso negócio, quem são os concorrentes do Flamengo hoje? É o Corinthians, é o Vasco, é o Fluminense ou é a Netflix, a Disney, o TikTok, o Instagram?”, questionou o diretor.
A resposta é óbvia: a briga é com todos eles! Em um mundo onde todos disputam cada segundo da sua atenção, o Flamengo não quer ser apenas o seu time no domingo. O Mengão quer ser parte do seu dia a dia, competindo de igual para igual com os maiores produtores de conteúdo do planeta. Isso é pensar grande, isso é pensar como Flamengo!
COMPETINDO E COOPERANDO: A ESTRATÉGIA GIGANTE DO FLA
Mas calma, não é só guerra. A estratégia é inteligente. Ao mesmo tempo que competimos, nós também cooperamos. Senna explicou que essa relação é fundamental. Um exemplo claro é a nossa FlamengoTV no YouTube, que já tem um pouco mais de 8 milhões de inscritos. Usamos a plataforma de um ‘concorrente’ para fortalecer ainda mais a nossa marca e o nosso vínculo com a Nação.
Além disso, existem parcerias com empresas como a própria Netflix e a Disney para ativações e divulgação. É uma via de mão dupla. Como disse o próprio Senna, com uma dose de realismo: “Estamos competindo, mas estamos cooperando. Ainda bem que eles estão cooperando. Se a gente estivesse só competindo, a gente estava ferrado.”
A REVOLUÇÃO NO MARKETING: DE 8 PARA 110 FUNCIONÁRIOS!
Para colocar essa visão audaciosa em prática, foi preciso uma revolução interna. Marcos Senna detalhou a transformação do departamento de marketing do clube, que é simplesmente absurda. Ele lembrou como era o modelo antigo na maioria dos clubes.
“Você entrava ali no marketing, tinha lá cinco, seis, oito colaboradores, que tinham basicamente três funções: vender ingressos para o jogo seguinte, vender os patrocínios na camisa e, a cada 10 anos, mais ou menos, assinavam um contrato com a Globo”, descreveu Senna. Hoje, a realidade é outra: “Hoje o Flamengo não tem 10 funcionários nessas áreas de negócio, tem 110.”
Esse exército de profissionais permite que o clube vá muito além. Permite que o Flamengo seja visto pelo mercado não só como um time, mas como uma máquina de negócios. “A gente consegue ir ao mercado e ser percebido como uma organização capaz de pegar uma audiência gigantesca e transformá-la em negócio”, concluiu.
Isso explica por que nossas receitas comerciais crescem tanto, não por ter mais patrocínio na camisa, mas por gerar mais valor e oportunidades para os parceiros. O Flamengo virou uma potência midiática, uma plataforma de relacionamento. O futuro chegou no Ninho do Urubu, e ele é global. Podem se preparar, o Mengão vai dominar o mundo, dentro e fora de campo. SRN!
Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.