A Sombra do Nosso Artilheiro na Seleção
É isso, Nação! Não tem jeito! Onde quer que a bola role, o nome do Flamengo é referência de qualidade. A prova viva disso veio durante a análise de um simples amistoso da Seleção Brasileira, onde o nome do nosso matador, Pedro, foi usado como a régua definitiva para medir o que é ser um centroavante de verdade. É de arrepiar o orgulho que a gente sente! Dale Mengão!
A história toda aconteceu depois da partida entre Brasil e Egito. O atacante Igor Thiago, que estava em campo com a amarelinha, teve a infelicidade de desperdiçar algumas chances claras de gol. E aí, na hora da análise, o jornalista Danilo Lavieri não teve dúvidas e mandou a real, comparando a situação com o que o nosso camisa 9 faria.
‘O PEDRO, DO FLAMENGO, FARIA’
O futebol é momento, é precisão, é faro de gol. E quem tem tudo isso de sobra é o nosso Queixada. O jornalista Danilo Lavieri, sem meias palavras, colocou o dedo na ferida e expressou o que todo rubro-negro já sabia. A Nação inteira pensou junto com ele.
Ao ver os lances perdidos por Igor Thiago, Lavieri foi direto ao ponto. Nas palavras dele, a imagem que veio à cabeça foi a do nosso artilheiro balançando as redes. “O Igor Thiago é atacante, camisa 9. Os dois gols que ele perdeu contra o Egito, eu vi o Pedro fazendo, na minha cabeça. O Pedro, do Flamengo, faria. Depois o Endrick entrou e fez gol. Atacante precisa ser assim”, afirmou o comentarista. É ou não é a mais pura verdade? O nosso homem-gol não vacila!
Essa declaração só mostra o patamar que Pedro alcançou. Ele não é apenas um ídolo do Mais Querido; ele é o padrão de excelência para atacantes no Brasil. Quando se fala em finalização, em calma na frente do goleiro, em repertório para marcar, o nome dele é o primeiro que surge.
O PERIGO DO ERRO NA COPA DO MUNDO
A análise de Lavieri vai além da simples comparação. Ele levantou um alerta fundamental, especialmente com a Copa do Mundo se aproximando. Em uma competição de tiro curto, cada chance perdida pode significar a eliminação, o fim de um sonho de um país inteiro.
“Imagina se fosse um jogo de Copa do Mundo. Seria muito perigoso esses gols perdidos”, completou o jornalista. E ele está coberto de razão. No Mundial, a camisa pesa, a perna treme e a oportunidade pode ser única. Ter um jogador frio e calculista como Pedro é um luxo, uma segurança que poucos times no mundo têm.
A partida contra o Egito, que terminou 2 a 1 para o Brasil, com gol de Bruno Guimarães aos 6 minutos e o gol decisivo de Endrick, serviu de laboratório. Mas também serviu para mostrar que, para a posição de comando de ataque sob o comando de Carlo Ancelotti, a disputa é feroz e a eficiência é o critério número um. Não basta jogar bem, tem que colocar a bola pra dentro.
NOSSO ARTILHEIRO É O PARÂMETRO!
Para nós, da Nação Rubro-Negra, essa discussão não é novidade. A gente vê a genialidade do Pedro em campo rodada após rodada com o Manto Sagrado. A capacidade dele de encontrar espaços, de finalizar com os dois pés, de cabeça, de transformar lances complicados em gols… é algo de outro mundo.
Enquanto outros se desesperam, o nosso artilheiro tem a calma dos predestinados. Enquanto outros precisam de três chances para marcar um, o nosso Pedro precisa de meia oportunidade para fazer a torcida mais apaixonada do Brasil explodir de alegria. É por isso que, mesmo sem entrar em campo pela Seleção nesta ocasião, ele foi um dos protagonistas do debate.
O nome de Pedro sendo citado como o exemplo a ser seguido só engrandece o nosso clube e o trabalho que é feito no Ninho do Urubu. Mostra que o Flamengo não apenas forma jogadores, mas forma referências, atletas que se tornam o padrão de qualidade para todo o futebol brasileiro. E aí, Nação? Não tem como não sentir orgulho, né? Que o mundo continue reconhecendo: o nível Mengão é simplesmente diferente. SRN!
Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.