ALERTA MÁXIMO! Mengão voa na Liberta mas lesão de Arrascaeta e desabafo de Royal ligam o sinal vermelho!

Campanha de cinema na Liberta garante o Maraca no mata-mata, mas lesão de Arrascaeta e violência argentina deixam lição de SANGUE para o Mengão!

É A NAÇÃO EM PESO, VIBRANDO COM O MAIS QUERIDO! A primeira fase da Libertadores foi um passeio do Mengão, um verdadeiro show de bola que calou os secadores e mostrou quem manda no continente. Terminamos com a melhor campanha geral, papai! Sabe o que isso significa? Que a Nação vai jogar junto no Maraca em todas as decisões até uma possível final. O caldeirão vai ferver!

Agora, o foco é total. O adversário nas oitavas é o Cruzeiro e o caminho para a Glória Eterna começa a ficar mais íngreme. Mas a pergunta que não quer calar é: o que aprendemos nessa fase de grupos para não vacilar no mata-mata? O bagulho vai ficar sério, e a campanha, apesar de brilhante, deixou cicatrizes e lições importantíssimas.

Um Rolo Compressor Chamado Flamengo

Vamos relembrar o atropelo, porque é bom demais! Sob o comando do técnico Leonardo Jardim, o Mengão não tomou conhecimento dos adversários. A estreia foi fora de casa, contra o Cusco, e já mostramos nosso cartão de visitas: 2 a 0, com autoridade. E quem guardou? Os nossos ídolos! Arrascaeta e Bruno Henrique, sempre eles, balançando as redes e fazendo a alegria da maior torcida do mundo.

Na sequência, a festa foi em casa. O Maracanã pulsou como nunca na goleada de 4 a 1 sobre o Independiente Medellín. Foi um espetáculo! Pedro e o nosso eterno garoto do Ninho, Lucas Paquetá, deixaram os deles, e o poder de fogo do nosso ataque mais uma vez fez a diferença. Foi a prova de que, dentro do nosso terreiro, quem manda é o Flamengo!

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A Batalha de La Plata e o Recado dos Argentinos

Mas nem tudo foram flores, Nação. A Libertadores não é para amadores, e a partida contra o Estudiantes, na Argentina, está aí para provar. Foi um reencontro, já que havíamos enfrentado eles nas quartas da edição anterior. E o clima, como esperado, foi de guerra. O placar de 1 a 1 não conta a história toda.

Os argentinos, como de costume, apelaram para a violência. O que vimos em La Plata não foi futebol, foi uma sucessão de jogadas desleais, na covardia. E o pior aconteceu: foi nesse jogo sujo que nosso craque, Giorgian de Arrascaeta, fraturou a clavícula direita. Uma perda gigantesca, um golpe duro, fruto da selvageria que eles chamam de ‘garra’.

O Desabafo de Emerson Royal: “Atitudes Desleais”

Quem estava em campo sentiu na pele. O nosso lateral Emerson Royal, que também sofreu com a violência dos argentinos, não se calou após a partida. A Nação Rubro-Negra precisa ouvir o que ele disse, porque é o resumo perfeito do que nos espera no mata-mata. As palavras dele ecoam como um aviso.

“Se o jogo tem agressividade no sentido leal, eu concordo, gosto desse tipo de partida. Mas houve muitas atitudes desleais hoje, principalmente a tesoura. Graças a Deus, eu não estava com o pé totalmente no chão, senão poderia ter sido uma lesão grave”, desabafou o jogador. Royal ainda criticou a arbitragem, que foi conivente com a violência: “O árbitro deu apenas cartão amarelo e não foi ao VAR revisar o lance”.

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É isso, Nação. Esse é o recado. Eles não vão jogar de igual para igual. Vão bater, provocar, tentar nos tirar do sério e lesionar nossos craques. A lesão do nosso maestro Arrascaeta é a prova dolorosa disso.

A Lição Para Enfrentar o Cruzeiro e o Resto da América

A campanha foi espetacular, o time de Leonardo Jardim mostrou uma força incrível. Garantir as decisões no Maracanã é uma vantagem GIGANTE que conquistamos com muito suor e talento. Mas a batalha de La Plata serve como a maior lição de todas: o mata-mata da Libertadores é uma guerra.

Contra o Cruzeiro, e contra quem vier depois, precisamos estar preparados para o futebol e para a catimba, para a técnica e para a pancadaria. O time precisa ter sangue frio e a torcida precisa empurrar os 90 minutos. A lesão do Arrascaeta dói na alma de cada rubro-negro, mas precisa servir de combustível. Vamos jogar por ele! Vamos mostrar que contra o Mengão não se brinca. A Glória Eterna exige sangue, suor e alma. E isso, a gente tem de sobra. Pra cima deles, Mengão!

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Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.