BRUNO HENRIQUE MONSTRO! Com show de Plata e Paquetá, Mengão atropela o Cusco na Liberta!

BH9 brocou duas vezes, Plata foi o dono do jogo e Paquetá deixou o dele! Mengão vence e convence na Libertadores por 3 a 0. Veja a análise completa!

Time do Flamengo no jogo contra o Cusco — Foto: André Durão

BRUNO HENRIQUE MONSTRO! Com show de Plata e Paquetá, Mengão atropela o Cusco na Liberta!

É ISSO QUE A NAÇÃO QUER VER! Um Flamengo que amassa, que vai pra cima, que não toma conhecimento de adversário dentro da nossa casa! O placar de 3 a 0 contra o Cusco, pela 6ª rodada da CONMEBOL Libertadores 2026, pode até parecer tranquilo no papel, mas foi uma vitória construída na raça, na inteligência e, principalmente, na genialidade de quem veste o Manto Sagrado. Depois de um primeiro tempo morno que deixou a Nação apreensiva, o Mengão voltou com o sangue nos olhos para a segunda etapa e resolveu a parada. Dale Mengão!

A verdade é que o primeiro tempo foi de poucas emoções, com o time tendo a bola mas sem conseguir furar o bloqueio dos peruanos. Vimos De la Cruz ter a melhor chance, salva em cima da linha, e um dos nossos zagueiros quase marcar de cabeça. Mas faltava algo. Faltava aquela faísca, aquele ímpeto que só o Flamengo tem.

A TRINDADE DA VITÓRIA: BH, PLATA E PAQUETÁ!

E a faísca veio no segundo tempo! E ela veio com nomes e sobrenomes. Quando o jogo aperta, os craques aparecem. E no Mengão, felizmente, eles não são poucos.

Tem que respeitar a história de Bruno Henrique! Nosso BH27 pode até ter tido um primeiro tempo mais discreto, mas quando a bola queima, quando o time mais precisa, ele aparece. E como apareceu! Dois gols de puro oportunismo, de quem sabe onde a bola vai parar. O segundo tempo foi um monólogo dele. Mostrou para os novatos o que é ser decisivo com o Manto Sagrado em noite de Libertadores. Simplesmente um monstro sagrado!

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Se BH foi o artilheiro, Plata foi o maestro da orquestra. Que partidaça do nosso craque! O homem foi o jogador mais perigoso do time desde o primeiro minuto. Incomodou, driblou, criou. Foi dele o passe que sobrou para o segundo gol de Bruno Henrique. E foi da cabeça dele que saiu a bola na mão do zagueiro para o pênalti. Dono do jogo! Jogou de terno, com a bola colada no pé. A Nação Rubro-Negra agradece por ter um jogador desse calibre no nosso elenco.

E o que dizer de Paquetá? Entrou e mudou o jogo! É isso que se espera de um jogador do nível dele. O time precisava de mais agressividade e ele entregou. Participou da jogada do primeiro gol, com o chute que o goleiro Vidal deu rebote. E na hora do pênalti? Frieza total. Bateu com categoria, sem chance para o goleiro, e fechou o caixão. Ter um cara como Paquetá no banco mostra a força avassaladora do nosso elenco.

UM DIA PARA ESQUECER: PEDRO EM NOITE APAGADA

Nem tudo são flores, Nação. E como um portal feito de torcedor para torcedor, precisamos ser honestos. Hoje não foi a noite do nosso artilheiro Pedro. A análise da partida foi clara: ele estava ‘desligado’, errou muitos passes e não aproveitou as chances de finalização.

E tem aquele lance… ah, aquele lance. Receber um cruzamento perfeito, debaixo da trave, com o goleiro já batido, e não conseguir empurrar para dentro… é inacreditável. Dói na alma de qualquer rubro-negro. Foi um jogo ruim, um ponto totalmente fora da curva para um matador como ele. Acontece até com os melhores, a gente sabe. A torcida segue contigo, centroavante! Levanta a cabeça que no próximo jogo a bola volta a entrar e a Nação vai gritar seu nome.

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ANÁLISE TÁTICA E OUTROS DESTAQUES DO MENGÃO

O nosso técnico merece todos os aplausos. Soube ler o jogo com uma perfeição cirúrgica. Manteve a calma no primeiro tempo, mesmo com o 0 a 0 teimoso, e fez as mudanças que incendiaram a partida na segunda etapa. Colocou o time pra frente, tornou a equipe mais agressiva e o resultado foi o atropelo que vimos. Preservou jogadores importantes e ainda assim garantiu uma vitória com autoridade. É assim que se gerencia um elenco campeão!

E que notícia maravilhosa ver um de nossos guerreiros de volta! Depois de quase dois meses parado por lesão, ele voltou ao gramado. Entrou seguro, ajudou na marcação e, segundo a análise, acertou todos os passes que tentou. É mais uma peça fundamental ganhando ritmo para a sequência pesada que vem por aí, a começar pelo importante jogo contra o Coritiba.

Vamos destacar também a partida de De la Cruz. Jogando mais avançado, quase como um segundo atacante, ele infernizou a defesa peruana no primeiro tempo e teve a melhor chance do time, em um chute que o zagueiro deles salvou em cima da linha. Caiu um pouco de produção na segunda etapa, mas sua qualidade técnica é inegável e fundamental para o time.

Por fim, uma menção ao nosso goleiro. Foi pouco exigido, é verdade, o que só mostra a superioridade avassaladora do Mengão. Mas na única vez que o Cusco chegou com algum perigo, em um chute rasteiro de Nicolás Silva, ele estava lá. Fez uma defesa segura, no canto, garantindo que a gente não tivesse sustos desnecessários. Goleiro de time grande é assim: trabalha pouco, mas quando trabalha, resolve.

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O DESEMPENHO INDIVIDUAL NO DETALHE

Vamos passar a limpo o que cada um fez, Nação!

  • Bruno Henrique: O nome do jogo! Discreto no início, mas foi decisivo e oportunista com dois gols no segundo tempo. O Rei da América mostrou por que é ídolo.
  • Plata: O melhor em campo. Foi o jogador mais perigoso durante os 90 minutos. Deu passe, sua cabeçada gerou o pênalti… fez de tudo! Partida de gala.
  • Paquetá: Saiu do banco para resolver. Participou do primeiro gol e converteu o pênalti com uma tranquilidade absurda. Mostrou a força do nosso elenco.
  • Pedro: Uma noite para apagar da memória. Errou passes e perdeu um gol feito, debaixo da trave. Acontece. Confiamos na sua recuperação.
  • De la Cruz: Muito bem no primeiro tempo, atuando mais perto do gol e quase marcou. Deu uma sumida na segunda etapa, mas sempre leva perigo.
  • Nosso Mister: Leitura de jogo perfeita. As substituições no segundo tempo foram cirúrgicas e transformaram um jogo amarrado em uma vitória tranquila. Nota 10 para o professor!
  • Defesa: Segura. Os zagueiros não comprometeram e ganharam ritmo importante para o jogo contra o Coritiba. Quase que um deles deixa o seu golzinho no final do primeiro tempo.

Noite de festa no Maraca! Vitória importante, 3 a 0 no placar, e a certeza de que estamos no caminho certo na Libertadores. O time mostrou poder de reação e a força do nosso elenco. Alguns jogadores brilharam intensamente, outros tiveram uma noite mais apagada, mas o que importa é o coletivo. O que importa são os três pontos. Agora é virar a chave e focar no Coritiba. Pra cima deles, Mengão! Isso aqui é Flamengo! SRN!

Informações com base em reportagem do ge.globo.com.