Presidente do Palmeiras desdenha do Mengão
É inacreditável, Nação! Quando a gente acha que já viu de tudo, vem a presidente do Palmeiras, Leila Pereira, e solta uma pérola dessas. Em uma declaração que beira o absurdo, ela simplesmente classificou o Flamengo como um ‘clube como outro qualquer’. Isso mesmo que você leu. O Mais Querido do Brasil, o clube de maior torcida do mundo, reduzido a um time comum. É de ferver o sangue rubro-negro!
A fala veio quando ela foi questionada sobre a rivalidade e a disputa pelo título. Em vez de mostrar respeito, ela preferiu minimizar a grandeza do Mengão. ‘O Palmeiras não se pauta nos campeonatos porque o Flamengo está ou não está. O Flamengo é um clube como outro qualquer’, disparou a mandatária.
Como assim, ‘outro qualquer’? Senhora Leila, com todo respeito, o Flamengo não é ‘outro qualquer’. É o clube que para o Brasil, que tem a Nação mais apaixonada e que joga no templo sagrado do futebol, o Maracanã. Achar que somos iguais aos outros é não entender nada de futebol brasileiro.
Defendendo a falta de respeito no Maraca
E não parou por aí. A presidente palmeirense também defendeu a comemoração do atacante Paulinho, que fez um gesto de silêncio para a torcida do Flamengo após o terceiro gol deles no Maracanã. Um gesto que resultou em denúncia no STJD, vale lembrar. Para ela, foi tudo normal.
‘Eu não achei falta de respeito. Eu achei que as pessoas estão muito sensíveis. E não é assim. O futebol é entretenimento’, afirmou. Sensibilidade? Não, senhora. O nome disso é respeito. Respeito com a nossa casa, com o Manto Sagrado e com milhões de torcedores.
Ela ainda completou, dizendo que na casa deles, o ‘Nubank Park’ (sic), isso acontece. Talvez lá seja normal, mas no Maracanã, a história é outra. A Nação Rubro-Negra merece respeito. Ela parece esquecer que a provocação foi tão grave que o próprio STJD resolveu agir.
Falar em ‘sensibilidade’ depois de uma provocação clara dentro do nosso templo é, no mínimo, uma tentativa de inverter a situação. O jogador deles errou, foi advertido pelo árbitro e denunciado pela justiça desportiva. Isso não é ‘sensibilidade’, é um fato.
Uma vitória não define a história
Leila Pereira celebrou a vitória por 3 a 0, descrevendo-a como ‘muito representativa’ e ‘significativa’. É claro que uma vitória contra o Flamengo no Maracanã lotado tem um peso enorme. Para eles, é o jogo do ano. Para nós, é mais uma batalha em nossa longa e gloriosa história.
Ela mencionou que estamos sete pontos atrás, como se isso definisse o campeonato. Eles se esquecem da nossa capacidade de reação? Esquecem da força que a Nação tem para empurrar o time? O campeonato não acabou, e o Mengão nunca se entrega.
A fala dela soa como soberba, a mesma que já vimos em outros rivais e que, muitas vezes, precede a queda. ‘O que eu quero mesmo é ganhar o Campeonato Brasileiro’, finalizou. Nós também queremos, e vamos lutar até o último segundo por isso. E faremos isso sendo o que somos: o Flamengo. Não um clube ‘qualquer’.
A resposta será em campo
No fim das contas, palavras voam com o vento. O que fica é a história, a camisa, a torcida. E isso, ninguém pode tirar do Flamengo. Tratar o maior clube do Brasil como ‘outro qualquer’ é um erro que muitos já cometeram. A resposta para esse tipo de provocação não vem em coletivas de imprensa, vem dentro das quatro linhas.
Que essa declaração sirva de combustível para o nosso time. Que cada jogador leia e entenda como nossos rivais nos veem e o quanto eles querem ser como nós. A soberba deles será a nossa força. Vamos mostrar em campo por que o Flamengo NUNCA será um clube ‘qualquer’. Pra cima deles, Mengão!
Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.