SÚMULA EXPLOSIVA: Profissional do Flamengo ameaça árbitro de morte no Maracanã!

BOMBA! Súmula do jogo contra o Palmeiras revela que profissional do Flamengo, Fernando Munhoz, teria ameaçado árbitro de morte no Maracanã.

ESCÂNDALO NO MARACA: A AMEAÇA QUE MANCHA O MANTO

Nação, a derrota por 3 a 0 para o Palmeiras já doeu fundo na alma rubro-negra. Mas o que veio depois, revelado na frieza de um documento oficial, é de arrepiar e nos enche de vergonha e indignação. A súmula da partida, assinada pelo árbitro Davi de Oliveira Lacerda, traz uma acusação gravíssima: um profissional do Flamengo, identificado como Fernando Munhoz, teria ameaçado o juiz de morte.

É isso mesmo que você leu. Um momento de fúria que ultrapassou todos os limites do aceitável. Segundo o relato do árbitro, a intimidação aconteceu no intervalo, enquanto a equipe de arbitragem se dirigia ao vestiário. Foi na zona mista que Munhoz, mesmo não estando relacionado oficialmente na partida mas vestindo o uniforme da nossa comissão técnica, teria se aproximado e disparado as palavras que agora ecoam como um trovão sobre a Gávea.

De acordo com o documento, a frase foi direta e assustadora: ”Você acha que está certo, hoje você não sai daqui vivo”. Uma acusação dessa magnitude, registrada oficialmente, é uma bomba. É uma mancha que não condiz com a grandeza do Clube de Regatas do Flamengo.

A FAÍSCA QUE INCENDIOU O JOGO: A EXPULSÃO DE CARRASCAL

Para entender o clima de guerra que se instalou, precisamos voltar ao primeiro tempo. O Maracanã pulsava, mas o campo de jogo se tornou um barril de pólvora. O estopim foi a expulsão do nosso colombiano Jorge Carrascal. Em uma disputa de bola, ele levantou o pé e acabou atingindo o rosto de Murilo, do time adversário, com a chuteira.

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O árbitro não hesitou. Cartão vermelho direto. A partir daquele momento, o jogo mudou. A Nação se revoltou nas arquibancadas, e os jogadores, em campo. A sensação de sermos prejudicados mais uma vez tomou conta de todos nós. Com um a menos, o Mengão viu a partida desmoronar e o placar elástico ser construído pelo adversário.

LEONARDO JARDIM SOLTA O VERBO: “É MUITO FÁCIL DAR VERMELHO AO FLAMENGO!”

Quem também não se calou foi o nosso comandante, Leonardo Jardim. Na coletiva de imprensa, o mister desabafou e colocou o dedo na ferida da arbitragem brasileira, que parece ter dois pesos e duas medidas quando o assunto é o Mais Querido.

Com a ironia de quem está cansado de ser prejudicado, Jardim foi cirúrgico: “Uma coisa é jogo agressivo, outra coisa é pé alto. Acredito que foi mais pé alto do que jogo agressivo. Pé alto normalmente é cartão amarelo”, declarou, antes de cravar a frase que resume o sentimento de toda a Nação: “Mas acho que é muito fácil dar vermelho ao Flamengo (risos)”.

O técnico ainda lembrou de lances similares que não tiveram a mesma punição. “Por exemplo, aqui no jogo do ano passado, entre Internacional e Palmeiras, houve um lance de pé alto do Palmeiras e o árbitro também não expulsou… Não entendo os critérios. O que percebo é que, contra o Flamengo, é fácil dar vermelho”, completou, expondo a falta de critério que nos tira do sério a cada rodada.

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Jardim ainda usou um lance do próprio jogo para defender seu ponto de vista, comparando a jogada de Carrascal com uma tentativa de Varela. “Foi parecido com o lance do segundo gol, quando o Varela tentou tirar de bicicleta; o jogador foi lá, pressionou, ganhou a bola e acabou saindo o gol. O lance é semelhante”. A mensagem é clara: para os adversários, é disputa de bola; para o Mengão, é agressão.

A VERSÃO DO VAR: “ASSUMIU O RISCO”

Do outro lado, a cabine do VAR, comandada por Caio Max Augusto Vieira, sustentou a decisão de campo. A justificativa divulgada se baseia em uma interpretação fria e, para nós, bastante questionável. Segundo o áudio, Carrascal teria assumido o risco ao realizar o movimento.

“Ele joga a bola e depois acerta com a sola da chuteira o peito e o rosto do adversário, que é uma zona sensível. Assume o risco”, disse Caio Max ao árbitro de campo. “Apesar dele atingir a bola, ele acaba acertando no peito e no rosto do adversário com a chuteira, colocando em risco sua integridade. Segue sua decisão de campo.”

Essa análise técnica ignora o contexto da jogada, a falta de intenção e o critério que, como bem apontou nosso técnico, parece mudar de cor dependendo da camisa. A expulsão foi o gatilho para a derrota e para o caos que se seguiu.

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E AGORA, NAÇÃO?

A frustração com a arbitragem é real e justificada. As palavras do técnico Leonardo Jardim ecoam o sentimento de cada um de nós. Sentimos na pele a perseguição e a falta de critério. No entanto, nada, absolutamente nada, justifica uma ameaça. Se a acusação contra Fernando Munhoz for comprovada, é um ato isolado e inaceitável que precisa ser punido com o rigor que merece.

Uma coisa é a paixão que ferve nas veias, a reclamação à beira do campo, a defesa intransigente do nosso clube. Outra, completamente diferente, é cruzar a linha da civilidade e do respeito. Esperamos que o clube apure os fatos com seriedade. A grandeza do Flamengo está acima de qualquer resultado e de qualquer destempero individual. Que a justiça seja feita, tanto para os erros de arbitragem quanto para as condutas inaceitáveis. SRN.

Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.