JORNALISTA DA GLOBO DETONA TRIO DO MENGÃO E CHAMA DE ‘BOMBAS-RELÓGIO’!

A ressaca da derrota para o Palmeiras ficou pior. Jornalista da Globo foi direto e acusou três atletas do Mengão de serem um risco constante.

Jornalista criticou trio do Flamengo (Foto: Reprodução Sportv)

‘BOMBAS-RELÓGIO’ NO ELENCO DO MAIS QUERIDO?

A derrota por 3 a 0 para o Palmeiras no Maracanã ainda dói, Nação. E como se não bastasse o placar amargo, agora temos que aguentar a análise fria da imprensa. Durante o programa ‘Redação Sportv’, o jornalista Luciano Mello, da Globo, não teve papas na língua e soltou uma crítica pesada que ecoou forte na Gávea.

Para ele, o Mengão, mesmo com o elenco mais poderoso do continente, carrega um risco enorme dentro de campo. Nas palavras do próprio jornalista: ‘O Flamengo, que é o melhor elenco da América do Sul, timaço, tem três ‘bombas-relógio’: Carrascal, Plata e Pulgar. Eles podem ser expulsos a qualquer momento em jogos importantes. Pulgar não foi expulso na final da Libertadores porque o juiz errou, Carrascal já foi três vezes esse ano. Não é surpreendente’.

É duro ouvir isso, mas a verdade é que a expulsão do Carrascal contra o Palmeiras nos custou caro demais. A análise do Luciano Mello joga luz sobre um problema que a gente, no fundo, já sabia que existia. A indisciplina de alguns atletas está minando o potencial do nosso time.

A EXPULSÃO QUE DESMONTOU O MENGÃO

O Flamengo começou o jogo amassando o Palmeiras. Era pressão total, o time deles não conseguia respirar. O Maraca pulsava, a Nação empurrava e o gol parecia questão de tempo. Mas aí, aos 21 minutos do primeiro tempo, o roteiro do desastre começou a ser escrito.

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Carrascal, com uma entrada completamente desproporcional em Murilo, recebeu o cartão vermelho direto. Uma irresponsabilidade absurda em um jogo com clima de final. O colombiano deixou o gramado sob as vaias da nossa própria torcida, e com razão. A partir daquele momento, o jogo virou de cabeça para baixo.

Com um homem a mais, o adversário se sentiu em casa no nosso salão de festas. Não demorou para o castigo vir. Aos 37 minutos, Flaco López encontrou espaço na nossa defesa, bagunçou geral e mandou para o fundo da rede do goleiro Rossi. O que era para ser uma festa rubro-negra virou um pesadelo.

UM SEGUNDO TEMPO DE AGONIA E PROVOCAÇÃO

Mesmo com dez em campo, o time do técnico Jardim voltou para o segundo tempo mostrando raça. O Manto Sagrado pesa, e os jogadores tentaram na base da vontade. Pressionamos, criamos chances, e uma delas foi desperdiçada por Paquetá. Faltou capricho para diminuir o prejuízo.

Enquanto o Mengão tentava o milagre, o Palmeiras se aproveitava dos espaços. Em um contra-ataque mortal, Allan atravessou nosso campo de defesa praticamente sozinho e, na saída de Rossi, ampliou o placar. O segundo gol foi um balde de água fria na esperança da Nação.

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E para fechar a noite trágica, ainda teve espaço para provocação. Paulinho, ex-Vasco, marcou o terceiro e, na comemoração, fez sinal de silêncio para a maior torcida do Brasil. Uma atitude pequena que, claro, iniciou um tumulto generalizado em campo. Perder já é ruim, mas ser desrespeitado dentro da nossa casa é inaceitável.

E AGORA, NAÇÃO?

A derrota expôs nossas feridas. A crítica do jornalista da Globo sobre as ‘bombas-relógio’ Carrascal, Plata e Pulgar precisa ser levada a sério. Não podemos mais perder jogos decisivos por conta de expulsões infantis. A diretoria e a comissão técnica precisam agir.

Carrascal já foi expulso três vezes só neste ano. Pulgar, como bem lembrou o comentarista, escapou na final da Libertadores por um erro do árbitro. Até quando vamos contar com a sorte ou sofrer com o azar? O Flamengo é muito grande para depender do humor dos seus atletas. Queremos jogadores comprometidos do primeiro ao último minuto. Que essa derrota sirva de lição. Dale Mengão! SRN!

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Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.