VITÓRIA NA RAÇA E NO TALENTO DO NOSSO 9!
É O FLAMENGO NA LIBERTADORES, NAÇÃO! Mais uma noite de batalha, mais uma noite em que o Manto Sagrado pesou e fizemos o dever de casa. O placar de 1 a 0 contra o Estudiantes pode parecer magro, mas foi suado, foi brigado e, acima de tudo, teve a marca do nosso matador: Pedro! O homem foi o melhor em campo, decidiu o jogo e mostrou por que é o terror dos adversários. Mas nem tudo foram flores. Teve gente que vacilou, gente que cansou e gente que entrou pra mudar o jogo. Bora passar a lupa no desempenho de cada um dos nossos guerreiros, na análise mais rubro-negra da internet!
DEFESA: ENTRE SUSTOS E GIGANTES
Começando lá atrás, nosso goleiro quase não teve trabalho com as mãos. Quando a bola chegou, foi mais para nos dar aquele susto na bola aérea que já conhecemos. Em compensação, com os pés, ele segue sendo um diferencial, com reposições de bola que iniciam nossos ataques com qualidade. É ajustar esse detalhe no alto que ele fica perfeito!
Na lateral, tivemos um jogador de muita força e presença ofensiva, mas que pecou na hora do último passe. Tentou vários cruzamentos e, infelizmente, errou todos. É aquele detalhe que decide um jogo, precisa calibrar o pé.
Na zaga, Fabrício Bruno começou o jogo chegando atrasado em uma cabeçada perigosa de González, que fez o coração da Nação parar. Mas depois, meus amigos… que partida! O homem cresceu de uma forma absurda, virou um monstro e foi o melhor do setor. Cortou tudo, antecipou, e ainda acertou lançamentos venenosos para o Bruno Henrique nas costas da zaga. Gigante!
Seu companheiro de zaga esteve seguro na marcação e até se arriscou em duas cobranças de falta, uma delas levando perigo. Já o nosso outro lateral teve uma noite de altos e baixos. Cometeu alguns erros bobos, mas a vontade foi inquestionável. Foi crucial em dois lances no segundo tempo: primeiro, ganhando no mano a mano contra Meza em um contra-ataque perigoso e, no apagar das luzes, com um bloqueio salvador dentro da área. Raça não faltou!
MEIO-CAMPO: A CLASSE, O CARTÃO E O CANSAÇO
No nosso meio-campo, um dos volantes teve uma atuação que vamos esquecer. Apagado e, pior, imprudente. Fez uma falta completamente desnecessária na lateral, tomou um amarelo que o deixou pendurado e foi substituído logo depois. Vacilou!
Quem entrou em seu lugar, no entanto, mudou a cara do setor. Atuando como volante, distribuiu passes de qualidade, incluindo um lançamento espetacular que quase terminou num golaço de voleio de Pedro. Entrou muito bem!
E o que falar de De la Cruz? A classe de sempre! O uruguaio comandou o meio-campo, ditou o ritmo com passes geniais e roubadas de bola precisas. Foi dele a recuperação que originou o pênalti em cima do Bruno Henrique, que o VAR, para nossa raiva, acabou anulando. No fim, o cansaço bateu forte, o que é natural pela intensidade que joga, mas em nenhum momento comprometeu. Craque!
Jorginho, por sua vez, jogou como armador, mas pareceu muito colado no Pedro, o que limitou seu espaço. Mesmo assim, foi dele o passe genial para o BH no lance do pênalti anulado e, infelizmente, também perdeu um gol cara a cara com o goleiro Muslera. Quem veste o Manto não pode perder uma chance dessas! Um jogador entrou no fim e ficou sem nota.
ATAQUE: O SHOW DE PEDRO E A FOMINHA QUE IRRITA
Na frente, um de nossos atacantes mostrou mais participação que nos últimos jogos, acertando bons passes em profundidade. O problema foi que também perdeu bolas que geraram contra-ataques para os argentinos e, na única finalização que teve, mandou a bola para a arquibancada. Precisa de mais capricho.
Quem entrou no decorrer da partida, atuando como armador, foi bem. Criou a chance claríssima que Carrascal perdeu, deu outro bolão para De la Cruz na área e arriscou dois chutes sem grande perigo. O ponto baixo foi o lance de pura fominha, quando decidiu finalizar em vez de tocar para Pedro, que estava na boa. Talvez tenha pensado que o camisa 9 estava impedido, mas na dúvida, toca no matador! Individualismo não combina com o Mengão!
E ele… Pedro! O melhor em campo, sem discussão! Fez o pivô com maestria, distribuiu o jogo, deu passes inteligentes. E o gol? Pura malandragem e talento! Aproveitou a falha do goleiro Muslera e, com frieza, mandou pra rede. Quase marcou uma pintura de voleio. Foi o farol do time, o homem que decidiu. Dale, artilheiro!
Bruno Henrique, de volta como titular na ponta-esquerda, foi fundamental para furar a retranca argentina. Atacou a profundidade o tempo todo, sofreu o pênalti (que o VAR tirou) e foi dele a jogada que, mesmo adiantando demais a bola, acabou resultando no gol da vitória. A presença dele muda o time!
Um outro jogador entrou como meia, se movimentou bem e cruzou a bola que seria uma assistência para Carrascal, mas o zagueiro salvou em cima da hora. Mostrou serviço no pouco tempo que teve.
ANÁLISE DO MISTER
Nosso técnico viu o time completamente amarrado no primeiro tempo, mérito da cera e da marcação argentina. Mas no segundo tempo, ele leu o jogo e acertou em cheio nas substituições, que mudaram a dinâmica da partida e nos levaram à vitória. O único porém foi ter mantido Jorginho, visivelmente exausto, em campo até o fim, o que nos fez correr riscos desnecessários. No geral, trabalho positivo que resultou em três pontos cruciais na Libertadores. SRN!
Informações com base em reportagem do ge.globo.com.