A resposta que a Nação esperava!
É ISSO QUE A GENTE QUER VER! A vitória por 1 a 0 sobre o Estudiantes na Libertadores, na última quarta-feira, foi muito mais do que apenas três pontos e a liderança do grupo. Foi a noite em que o técnico Leonardo Jardim, nosso Mister, finalmente testou uma formação que todo rubro-negro sonhava em ver em campo: Jorginho e Lucas Paquetá juntos, comandando o meio-campo como volantes. E o resultado, Nação? Foi simplesmente espetacular!
A entrada do nosso camisa 20 no segundo tempo mudou a cara do jogo. O time ganhou uma qualidade técnica absurda, o passe ficou mais qualificado e a bola começou a fluir com a categoria que só o Manto Sagrado exige. Não é coincidência que o gol da vitória, do nosso artilheiro Pedro, tenha saído apenas cinco minutos depois dessa mudança genial. Dale, Mengão!
Um primeiro tempo de luta, um segundo de mágica
Quem assistiu ao jogo sabe. O primeiro tempo foi um teste de paciência. O time do Estudiantes veio para amarrar, para brigar, e o Mengão, com Jorginho e o esforçado Evertton Araújo, sentiu a falta de criatividade. Foi um jogo físico, de muitos duelos, e poucas chances claras de gol. A Nação na arquibancada e em casa já estava apreensiva.
Mas no vestiário, o Mister viu o que todo mundo via: o jogo pedia mais técnica. Com os argentinos dando mais espaço na segunda etapa, Jardim não pensou duas vezes. Sacou Evertton e colocou Paquetá para ditar o ritmo ao lado de Jorginho. Foi como acender a luz. O time ganhou vida, as jogadas começaram a sair e o Flamengo se impôs como o gigante que é.
A dupla que o destino (e as lesões) adiaram
Parece até roteiro de filme, mas essa dupla demorou a acontecer. Eles até já tinham jogado juntos, mas sempre com Paquetá mais avançado, quase como um ponta ou meia. A ideia de vê-lo como segundo volante, onde viveu seus melhores momentos desde que voltou ao Mais Querido, ao lado do nosso ‘motorzinho’ Jorginho, era um desejo antigo.
As lesões atrapalharam os planos. Primeiro, Jorginho se machucou. Quando ele voltou, foi a vez de Paquetá ficar de fora. Recentemente, com Arrascaeta no departamento médico, Paquetá foi escalado na função do uruguaio contra o Athletico. Mas na quarta-feira, finalmente, os astros se alinharam. E a ‘estreia’ dessa formação não poderia ter sido melhor, elevando o nível do time e mostrando um caminho promissor.
A palavra dos nossos guerreiros: Jardim e Jorginho aprovam!
Após a partida, Jorginho, um dos pilares do time, resumiu o sentimento. “É importante a classificação, sabemos a importância de classificar em primeiro para decidir em casa. Dá confiança à equipe. (…) Temos que jogar para ganhar, o Flamengo joga para ganhar. Continuar invicto dispensa comentários. O ambiente fica melhor”, disse o volante, já de olho no próximo desafio contra o Cusco.
Mas foi o nosso Mister, Leonardo Jardim, quem deu a aula tática que a gente gosta de ouvir. Ele não só aprovou a dupla como detalhou o potencial dela. “Com certeza eu vejo eles juntos. O Estudiantes baixou a pressão, com isso tivemos mais espaço para jogar e, tendo mais espaço para jogar, não há nada como ter dois jogadores com a técnica de Jorginho e Paquetá”, analisou o técnico.
Jardim explicou a escolha por Evertton no início: “O primeiro tempo foi mais físico, com mais duelos, competimos com o Evertton. O importante é o treinador ter diferentes jogadores para diferentes situações. Claro que é uma dupla que, em alguns jogos, pode jogar junta.”
O comandante rubro-negro celebrou as opções que tem nas mãos, citando até o retorno de Pulgar. “O importante é ter soluções. Fico triste quando não tenho soluções”, desabafou. Sobre a polivalência de Paquetá, o Mister foi claro: “O Paquetá pode ser segundo volante, pode ser um terceiro homem… pode jogar por fora, como 10, como 8… Mas temos também o Jorginho, podem dividir funções. Vamos dar respostas conforme as nossas necessidades.” Isso é ter um elenco de verdade, Nação!
E agora? Olho na ‘final’ contra o Palmeiras!
Essa nova arma tática não poderia surgir em melhor hora. No próximo sábado, o Maraca vai tremer para uma verdadeira ‘final’ antecipada do Brasileirão contra o Palmeiras. É um confronto direto, valendo a ponta da tabela, e ter uma opção de meio-campo tão qualificada pode ser o diferencial do Mengão.
A atuação de gala da dupla contra o Estudiantes, com Paquetá quase dando uma assistência para um golaço de bicicleta de Pedro, deixou a pulga atrás da orelha de todo mundo. Será que Jardim vai ousar e escalar os dois juntos contra um adversário tão forte? Uma coisa é certa: com a confiança em alta e um leque de opções cada vez maior, o Flamengo chega mais forte do que nunca para essa batalha.
E aí, Nação Rubro-Negra? O que vocês acharam? Jorginho e Paquetá juntos é o caminho para os títulos? O coração de torcedor fica a mil só de imaginar o estrago que essa dupla pode fazer. Pra cima deles, Mengo!
Informações com base em reportagem do ge.globo.com.