BAP ADMITE ERRO HISTÓRICO! Presidente do Mengão se arrepende de vender Juninho: ‘Foi culpa nossa!’

Presidente do Fla, Bap, solta o verbo e assume: a venda do atacante Juninho foi um grande erro do clube. Entenda a declaração que está agitando a Nação!

Presidente do Flamengo abre o jogo e faz ‘mea culpa’ sobre atacante

A Nação Rubro-Negra acordou com uma bomba! Em um raro momento de autocrítica que precisa ser reconhecido, o presidente do Flamengo, Luis Eduardo Baptista, o Bap, abriu o coração e admitiu o que muito torcedor já sentia na alma: a venda do atacante Juninho foi um erro. E não um erro qualquer, mas um ‘erro nosso’, como ele mesmo fez questão de frisar.

Em entrevista ao canal ‘N Sports’ no YouTube, Bap não fugiu da raia e assumiu a responsabilidade pela saída prematura do centroavante, que hoje brilha com a camisa do Pumas, no México. É de arrepiar ouvir uma confissão dessas, que mostra o tamanho da precipitação que às vezes toma conta do nosso clube.

Enquanto Juninho empilha gols na Liga MX, a gente aqui fica com aquele gosto amargo de ‘e se?’. A declaração do presidente do Mais Querido joga luz sobre um problema crônico: a falta de paciência com quem veste o Manto Sagrado.

‘Foi um erro nosso’: A confissão de Bap

A frase é forte e ecoa nos corredores da Gávea. ‘Eu entendo que não foi por causa do atleta, foi um erro nosso’, disse Bap, sem meias palavras. Para o mandatário, a pressa da torcida e, consequentemente, do clube, em ver um resultado imediato, foi a grande vilã da história.

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Para justificar seu ponto, ele usou exemplos que todo Rubro-Negro conhece bem. Ele nos fez lembrar de jogadores que foram duramente criticados antes de se tornarem peças fundamentais no elenco. A lista é um verdadeiro tapa na cara da impaciência:

  • Léo Pereira: ‘Demorou quanto tempo para ser abraçado pela torcida do Flamengo? Um ano e meio.’
  • Michael: ‘Mais de um ano.’
  • Rodinei: ‘Quase dois.’
  • Pulgar: ‘Um ano.’

A fala de Bap é um recado direto: ‘É que hoje o jogador chega e todo mundo quer que ele chegue voando, arrebente a boca do balão’. Ele tem um ponto. A paixão da Nação é o nosso maior combustível, mas às vezes ela queima rápido demais.

A pressão de vestir o Manto Sagrado

Bap foi cirúrgico ao descrever o peso de ser jogador do Flamengo. ‘Não é simples jogar em um clube como o Flamengo. Nível de exposição, de cobrança, a pressão… É um pacote’, afirmou. E é a mais pura verdade. O cara chega do Qarabag, do Azerbaijão, um mercado completamente diferente, e cai direto no ninho do Maraca lotado. A adaptação não é só dentro de campo.

É se acostumar com a maior torcida do mundo pegando no pé, analisando cada passe, cada chute. Juninho chegou sob desconfiança e não teve o tempo necessário para mostrar seu valor. O clube vacilou, cedeu à pressão e agora assiste de longe ao sucesso do atleta.

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Essa confissão do presidente serve como uma lição amarga. Que essa mentalidade mude. Que o Flamengo entenda que um projeto esportivo se constrói com tempo, confiança e, sim, muita paciência.

Os números não mentem: Juninho no Fla e no México

A saudade bate mais forte quando olhamos os números. Em sua passagem pelo Mengão, Juninho disputou 32 jogos e marcou 4 gols. Parece pouco? Talvez. Mas vamos lembrar onde foram esses gols. Um deles na final do Campeonato Carioca. Outro na estreia da Libertadores! Gols que mostravam personalidade, que indicavam um jogador para momentos decisivos.

Nós não demos tempo ao tempo. O resultado? Juninho foi para o Pumas, do México, e já guardou 7 bolas na rede. Sete! Ele não só é titular, como é um dos destaques de uma equipe que briga pelo título nacional. O talento estava lá, nós que não soubemos esperar florescer.

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A fala de Bap, embora dolorida, é necessária. É o reconhecimento de uma falha de gestão, de uma filosofia que precisa ser revista. Que o ‘caso Juninho’ se torne um marco, um ponto de virada na forma como o Flamengo trata seus atletas. A Nação apoia, a Nação cobra, mas a Nação também sabe esperar quando vê um projeto sério. A diretoria precisa nos dar esse projeto. E aí, torcedor? Você acha que faltou paciência com Juninho? SRN!

Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.