A DIRETORIA ADMITE: VENDEMOS MAL!
É isso, Nação! Aconteceu! A diretoria do Mengão finalmente fez o que a maior torcida do Brasil já sabia: admitiu o erro na gestão do caso Juninho. Mas atenção, o erro não foi ter contratado o atacante, e sim ter vendido ele cedo demais! Em uma declaração que pegou todo mundo de surpresa, o presidente Bap colocou o dedo na ferida e assumiu a responsabilidade pela saída precoce do jogador.
Juninho, que chegou ao Mais Querido em janeiro do ano passado vindo do desconhecido Qarabag, do Azerbaijão, custou uma fortuna: R$ 52,7 milhões, somando tudo. A Nação olhou com desconfiança, mas como sempre, apoiou. O problema foi a pressa em se desfazer do atleta, que foi vendido em dezembro para o Pumas, do México, por 5 milhões de euros — cerca de R$ 32,3 milhões na época. Um prejuízo claro e uma falta de paciência que agora custa caro.
PRESIDENTE BAP SOLTA O VERBO: ‘FOI UM ERRO NOSSO’
As palavras vieram diretamente do presidente Bap, durante sua participação no videocast “Sport Insider”. Ele não fugiu da raia e foi direto ao ponto, confessando a falha estratégica do clube. A fala dele é um recado para todos nós, rubro-negros.
“Eu estou muito satisfeito com as contratações que a gente fez desde que eu assumi o clube. Até uma que não deu tão certo como a do Juninho. Eu entendo que não foi por causa do atleta, foi um erro nosso”, declarou Bap, para em seguida nos lembrar de outros casos.
E a lista que ele deu é a prova viva de que a paciência é uma virtude no Mengão:
- Léo Pereira: Demorou um ano e meio para ser abraçado.
- Michael: Precisou de mais de um ano.
- Rodinei: Foram quase dois anos até virar o ‘Rodilindo’.
- Pulgar: Levou um ano para se firmar.
Bap completou o raciocínio: “É que hoje o jogador chega e todo mundo quer que ele chegue voando, arrebente a boca do balão. Não é simples jogar em um clube como o Flamengo. Nível de exposição, de cobrança, a pressão… É um pacote”. É a pura verdade! O Manto Sagrado pesa, e só os fortes sobrevivem.
OS NÚMEROS GRITAM: JUNINHO BRILHA LONGE DO MARACA
E por que essa admissão de erro veio agora? Porque os números não mentem, Nação! Enquanto a gente debate sobre o ataque, Juninho está DESTRUINDO no futebol mexicano. Pelo Pumas, o atacante já tem 12 participações diretas em gols em apenas 20 jogos. São 8 gols e 4 assistências. Um desempenho que faz a gente coçar a cabeça e pensar: “e se ele tivesse ficado?”.
Aqui no Mengão, a passagem foi curta, de apenas um ano. Foram 32 jogos, mas apenas sete como titular, o que mostra a pouca sequência que ele teve. Ainda assim, deixou sua marca quatro vezes. Quem não lembra?
- ⚽ Contra a Portuguesa-RJ (Carioca)
- ⚽ Contra o Fluminense (Carioca)
- ⚽ Contra o Sport (Brasileirão)
- ⚽ Contra o Deportivo Táchira (Libertadores)
Quatro gols com pouquíssimas chances. Fica a pergunta no ar: o que ele poderia ter feito com a mesma paciência que tivemos com outros craques?
A LIÇÃO QUE FICA PARA O MAIS QUERIDO
A confissão do presidente Bap, embora tardia, é importante. Mostra que o clube está olhando para dentro e aprendendo com os próprios tropeços. A venda de Juninho foi uma lição amarga, mas necessária. Não podemos mais ser uma máquina de moer talentos por causa da pressão por resultados imediatos.
O Flamengo é gigante, e a cobrança sempre vai existir. Mas é preciso ter a sabedoria de entender que cada jogador tem seu tempo de maturação. O caso Juninho serve como um lembrete eterno: antes de vender, é preciso dar a chance de florescer. Que essa lição seja aplicada nas futuras contratações e que a gente não veja mais um talento se provar em outro lugar, deixando para a Nação apenas o gosto amargo do “e se?”. Dale, Mengão!
Informações com base em reportagem do ge.globo.com.