TERROR NA COLÔMBIA! Repórter da ESPN revela mochila em chamas: ‘Cenas de terror!’

Jornalista da ESPN que cobria o Mengão na Libertadores viveu o caos de perto. Sinalizador atingiu mochila de cinegrafista e pegou fogo. Relato é de pânico.

‘FORAM CENAS DE TERROR’, DIZ JORNALISTA

É inacreditável, Nação! O que deveria ser uma noite de futebol, de raça rubro-negra em campo pela Libertadores, se transformou em um cenário de guerra na Colômbia. O jogo do Mengão contra o Independiente Medellín, válido pela 4ª rodada da fase de grupos, foi CANCELADO. E o motivo? Uma vergonha! Uma confusão generalizada da torcida colombiana, que mostrou ao mundo o que é o antiesporte.

Quem viveu o pânico de perto foi a repórter Lilliany Nascimento, da ESPN. Durante o programa “Linha de Passe”, ela fez um relato arrepiante, que deixa qualquer um de cabelo em pé. Com a situação um pouco mais calma, ela descreveu o que presenciou: “Agora, a situação está mais tranquila, mas foram cenas de terror”. É mole? Isso não é futebol, é barbárie!

O CAOS COMEÇOU ANTES DA BOLA ROLAR

A jornalista da ESPN contou que a hostilidade era palpável horas antes do apito inicial. A equipe de imprensa chegou ao estádio por volta das 17h e já sentiu o clima pesado. O mais bizarro? A violência era da torcida do Independiente Medellín contra o próprio time!

“Quando chegamos ao estádio, por volta das 17h, estávamos do lado da barra brava do Independiente Medellín. Quando os jogadores do próprio clube entraram, eles vaiaram muito. O que chamou nossa atenção. Entendemos que era pela situação do clube”, iniciou Lilliany. Ou seja, a confusão já estava armada antes mesmo de o Mais Querido pisar no gramado.

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MOCHILA EM CHAMAS E SINALIZADORES NA IMPRENSA

A situação, que já era tensa, descambou para o caos total. A repórter relatou que a violência foi direcionada também aos profissionais que estavam ali apenas para trabalhar e levar a emoção do jogo para a Nação Rubro-Negra.

“No pré-jogo, eles usaram laser na nossa equipe de imprensa. Aí, percebemos que o clima estava mais hostil”, contou. Mas o pior ainda estava por vir. No momento em que os times se perfilavam, a selvageria tomou conta.

Nas palavras da própria jornalista: “Quando os jogadores se enfileiraram no meio de campo, os torcedores passaram a jogar sinalizadores. A partir deste momento, foi uma confusão total; eles jogaram muitos sinalizadores, que caíram onde a imprensa estava. Caiu em uma mochila, que pegou fogo. Estava muito hostil e perigoso”. Imagina o desespero! Um cinegrafista da ESPN teve sua mochila incendiada por um desses rojões. Uma tentativa clara de agressão que poderia ter terminado em tragédia!

UMA VERGONHA PARA O FUTEBOL SUL-AMERICANO

Enquanto o nosso Mengão entra em campo para jogar bola, para honrar o Manto Sagrado, vemos um adversário cuja própria torcida prefere o caos e a violência. É uma mancha na história da Libertadores. A segurança dos nossos jogadores, da nossa delegação e da imprensa foi colocada em risco por uma guerra interna deles.

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Isso não pode passar em branco. A Conmebol precisa tomar uma atitude exemplar. O Flamengo foi para a Colômbia para disputar uma partida de futebol, não para desviar de bombas e sinalizadores em um campo de batalha. A integridade da competição está em jogo.

A Nação Rubro-Negra, a maior torcida do mundo, assistiu a tudo perplexa. Esperamos uma punição severa e que a segurança prevaleça sempre. O futebol respira aliviado que ninguém se feriu gravemente, mas o alerta está ligado. Isso não pode se repetir. Para cima deles, Mengão, dentro e fora de campo! SRN!

Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.