RIZEK SOLTA O VERBO E APONTA ‘FINAL DA FILA’ NO FLAMENGO
A Nação Rubro-Negra saiu do Maracanã com um gosto amargo na boca. O empate em 1 a 1 com o São Paulo, no último domingo (26), pela 20ª rodada do Brasileirão, foi duro de engolir. E para botar mais lenha na fogueira, o jornalista André Rizek, durante o programa “Fechamento” do Sportv, mandou a real sobre a situação de um dos nossos jogadores: Everton Cebolinha.
Para Rizek, a utilização do atacante no confronto foi um sinal claro de seu status atual no elenco. E a análise foi na veia! O camisa 11 só pisou no gramado sagrado aos 79 minutos de jogo, quando entrou no lugar de Bruno Henrique. Muito pouco tempo para quem chegou com status de estrela. A crítica do apresentador foi direta e reta, sem rodeios.
“É incrível como chega jogadores baladados nesse Flamengo, mas não conseguem entregar. Estava refletindo sobre isso. O Cebolinha, por exemplo. Ele entrou no jogo só no final. Teve a possibilidade de sair recentemente, mas assim, virou um reserva do clube”, disparou Rizek, antes de dar o golpe final: “Gente, jogou o Lorran hoje, com todo respeito, mas o Cebolinha está no final da fila”.
UMA FORTUNA NO BANCO DE RESERVAS?
É de sangrar o coração de qualquer rubro-negro ouvir uma coisa dessas, mas será que ele não tem um pingo de razão? A gente olha para o banco e vê um talento como o de Everton Cebolinha, um jogador de seleção, que custou uma fortuna, e ele só entra quando o jogo já está se arrastando para o fim. É incompreensível!
Ver o jovem Lorran, cria da nossa base, tendo minutos em campo antes de um nome consolidado como o do camisa 11 levanta muitas questões. Não é demérito para o garoto, que tem um futuro brilhante pela frente, mas sim um termômetro da situação do Cebolinha. Ele chegou para resolver, para ser protagonista, e hoje parece ser apenas mais uma opção, e não das primeiras.
A torcida que lota o Maraca e apoia incondicionalmente quer ver o investimento dar retorno dentro das quatro linhas. Queremos ver o drible, a velocidade, o chute potente que fizeram o Mengão investir tanto em sua contratação. Ser o ‘final da fila’, como disse Rizek, não combina com a história e o peso do Manto Sagrado que ele veste.
UM EMPATE COM GOSTO AMARGO NO MARACA
O jogo contra o São Paulo foi um reflexo dessa falta de poder de decisão. O placar de 1 a 1 mostra um equilíbrio que não deveria existir dentro da nossa casa. A partida até começou agitada, com os paulistas assustando primeiro com Wendell, logo aos cinco minutos.
O Mengão respondeu rápido! Aos 10 minutos, numa jogada de contra-ataque, Samuel Lino encontrou nosso artilheiro Pedro, que serviu Lorran pela direita. O garoto chutou fraco e facilitou a defesa do goleiro Rafael. Uma chance de ouro desperdiçada! Pouco depois, Erick Pulgar quase fez um golaço, mas a bomba explodiu no travessão.
Apesar desses lances, a verdade é que faltou criatividade, aquela faísca que só o Mais Querido tem para furar defesas e construir a vitória. E quando você tem um jogador como Cebolinha no banco, capaz de quebrar linhas com um drible, e ele só entra no apagar das luzes, a frustração da Nação só aumenta.
Precisamos de mais! O Campeonato Brasileiro é longo e traiçoeiro, e cada ponto perdido em casa fará falta lá na frente. E aí, Nação? André Rizek exagerou ou falou a verdade que dói? O que precisa acontecer para Everton Cebolinha voltar a ser o jogador decisivo que todos esperamos? Uma coisa é certa: o ‘final da fila’ não é lugar para um craque do Flamengo. SRN!
Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.